Geração Z ou os riscos de uma infância baseada no telemóvel | Por Mário Beja Santos
Uma reflexão necessária sobre a “Geração Ansiosa” e os danos já visíveis de uma infância centrada no telemóvel e nas redes sociais
Crónicas e artigos de opinião de autores convidados, com diferentes perspetivas sobre temas relevantes da atualidade.
Uma reflexão necessária sobre a “Geração Ansiosa” e os danos já visíveis de uma infância centrada no telemóvel e nas redes sociais
“Só a mutualização do risco, a defesa conjunta e o federalismo orçamental europeu podem ser as salvaguardas seguras de que o país precisa nos anos que se aproximam”
“Se queremos escolas onde o diálogo substitua o insulto, onde a diferença não seja tratada como ameaça, então é preciso começar por exigir ao poder político aquilo que se exige a qualquer professor”
“Sou socialista nos valores. Continuarei a sê-lo. Mas quando a fidelidade partidária entra em conflito com a convicção, escolho a convicção. Sempre”
“A pergunta não é se o Presidente pode fazer tudo o que quer. Não pode. É se pode fazer o suficiente para mudar o tom, as regras informais e o equilíbrio entre poderes. A resposta é desconfortável: Sim, pode!”
Escrito por Mark Carney, o texto está a ser elogiado por especialistas em relações internacionais e tornou-se viral esta terça-feira. Leia aqui a versão completa
“Hoje, ao reconhecermos essas marcas antigas, não estamos apenas a estudar o passado. Estamos, de certa forma, a reconhecer que a longa caminhada humana – com todas as suas rupturas e continuidades – também passou por aqui”
“A adoção de caldeiras elétricas representa hoje uma opção tecnicamente sólida… Para muitas empresas, a questão já não é se esta tecnologia fará parte do seu futuro, mas quando essa decisão será tomada”
“A questão central não é se os media mentem. É mais incómoda: o que fica sistematicamente fora do enquadramento? Que interesses nunca são verdadeiramente questionados? E porquê?”
“Refuto, liminarmente, a falsa tese dicotómica que define estas eleições como um confronto entre Democracia e Fascismo”
“Ambas as cidades deixam de ser pontos num mapa para se tornarem laboratórios de como viveremos no futuro: de forma mais sustentável, mais inclusiva e mais conectada”
Das superstições bálticas aos rituais dos Balcãs, o Ano Novo celebra-se com tradições ancestrais, comida simbólica e rituais de sorte
“A meditação é uma prática simples, mas poderosa, que contribui de forma significativa para a saúde e o bem-estar geral”
“Escolho a esperança como bandeira. Não uma esperança vazia, mas uma esperança ancorada no trabalho, no mérito, na igualdade, no cuidado com os mais velhos e no investimento nos jovens”
“O certo é que o mundo não seria como o conhecemos se não existisse esta grande superestrutura que domina tudo e todos independentemente dos regimes políticos”
Uma reflexão sobre romances de entretenimento que resistem ao tempo, usando Jeffrey Archer como exemplo de narrativa eficaz e duradoura ética
“Nós podemos mudar o mundo e torná-lo num lugar melhor. Está nas nossas mãos fazer a diferença” – Nelson Mandela
“Enquanto muitos eleitores viam no candidato alguém que avançara por conta própria, o aparelho via apenas um novo meio de transporte para continuar a circular pelas avenidas do poder”
A história de Cindy expõe a crueldade humana e lembra que a indiferença também mata, mesmo quando o calendário anuncia Natal e Ano Novo
Os factos vistos à lupa por André Pinção Lucas e Juliano Ventura – Uma parceria do POSTAL com o Instituto +Liberdade
“A lição principal é simples: a abstenção não é apenas ausência; é mensagem e diagnóstico”
“A Bússola Cultural para a Europa representa uma nova visão, um ponto de viragem. Assume que a Europa só existe quando se reconhece através da pluralidade da sua identidade cultura”
“Como em todas as épocas de transição, haverá quem se adapte e quem se transforme em ruína elegante – visitada, fotografada, citada, mas já sem voz no presente”
“Neste mundo louco das sondagens, parece haver ‘sondagens para todos os gostos’, fruto dos tempos ou expressão do mundo louco em que vivemos”
“Experimente a ouvir-se desde dentro. Permita-se simplesmente sentir, respirar, sorrir, e atuar em consonância com isso, por certo o seu dia terá outra cor”
“Avivar memórias e consciências… e sinto, no regresso, uma responsabilidade maior na minha pequena ação pelo mundo… desgraçados seres humanos, que não tiveram a sorte de ser objetos…”
“Na Administração Pública vigora a resistência habitual à mudança e em cumprir a própria lei, o que se verifica, sistematicamente, com o simplex urbanístico em vigor”
“A legislação eleitoral e as orientações em vigor são claras: ninguém pode ser impedido de votar por causa da sua deficiência” | Por Nuno Miguel Neto
“Esta atividade beligerante dos EUA deixa uma dúvida: quem devemos temer mais: Trump ou Putin?”
“Os partidos políticos capturaram os espaços públicos e nobres das nossas vilas e cidades durante o ano inteiro, invocando o direito à liberdade de expressão”
DA IBÉRIA NO CÁUCASO À NOSSA IBÉRIA: Artigo de José Manuel do Carmo publicado no Caderno de Artes Cultura.Sul de janeiro
OS DIAS CLAROS: Artigo de Jorge Queiroz publicado no Caderno de Artes Cultura.Sul de janeiro
CRÓNICAS DE UM BEDUÍNO: Artigo de Cobramor publicado no Caderno de Artes Cultura.Sul de janeiro
CAFÉ FILOSÓFICO: Artigo de Maria João Neves publicado no Caderno de Artes Cultura.Sul de janeiro
“A justiça portuguesa, sempre aberta à modernização, deveria tomar nota. Afinal, quantos processos poderiam ser resolvidos com uma simples pergunta: ‘O arguido é sofisticado?’”
QUE FICOU DA VIAGEM?: Artigo de José Garrido publicado no Caderno de Artes Cultura.Sul de janeiro
“Faro apresentará os resultados da sua estratégia ‘Faro 2027’, servindo de modelo para cidades que não ganharam o título, mas que mantiveram o investimento cultural”
LETRAS & LEITURAS: Artigo de Paulo Serra publicado no Caderno de Artes Cultura.Sul de janeiro
“A realidade parece-nos cor de rosa apenas em épocas de eleições, mas a estrutura existencial da espécie humana continua idêntica a si própria ao longo dos milénios”
“Durante segundos, a campanha, as eleições, os discursos e a própria política desapareceram. Restou apenas o medo cru de perder quem nos é próximo”
“Para este este Ano Novo propomos que os desejos venham acompanhados de objetivos, estratégia, plano de ação, de modo a programar os desejos, tornando-os alcançáveis”
“Talvez seja tempo de a energia reivindicativa ser canalizada para aquilo que realmente importa: resolver a crise profunda do ensino em Portugal”
Os factos vistos à lupa por André Pinção Lucas e Juliano Ventura – Uma parceria do POSTAL com o Instituto +Liberdade
“A humilhação pública de um detido não é justiça — é espetáculo. E o espetáculo da humilhação diz sempre mais sobre quem o promove do que sobre quem o sofre”
“O despertar humano não exige mudanças radicais imediatas. A chave está na constância e honestidade consigo próprio”
“Comemorar 2028 não é um exercício de nostalgia, mas um ato de lucidez histórica. É afirmar que a identidade nacional assenta em factos, não em convenções tardias”
“E se o Natal foi tempo de celebração, o início do ano é tempo de cuidar do fígado, para viver muitas mais celebrações com saúde”
“A polity e a policy do sistema operativo regional precisam de uma atenção especial, em termos de eficiência, eficácia, equidade e efetividade, os 4E da política de administração do território”
“O desafio já não é apenas criar oferta: é criar significado. E comunicar de forma assertiva a quem valoriza precisamente o que a região tem para oferecer fora do verão”
“A forma como tratamos os mais velhos diz menos sobre eles e mais sobre nós. Sobre o tipo de sociedade que somos e o tipo de sociedade que aspiramos ser”