NASA aprova projeto da Universidade de Évora para mapear combustíveis florestais por meio de satélite
A orbitar a quase 500 km, o satélite possibilita o mapeamento com extrema precisão do nosso planeta e das características do território, o que permite aos cientistas, através dos dados obtidos, acompanhar as mudanças no terreno, incluindo o degelo dos glaciares, a subida do nível dos mares ou alterações na vegetação












































