CCDR/Algarve explica situação do aterro sanitário do sotavento (que associação Zero diz funcionar ilegalmente desde 2017)
Segundo a Zero, a consulta pública que agora terminou é uma “artimanha” para fugir à Avaliação de Impacte Ambiental (AIA) e “esconde que a obra de ampliação do aterro, iniciada em 2017 e concluída em 2018, com a construção da célula C”, deveria ter sido sujeita a AIA, “conforme previsto na lei”.
















































