Cada funeral realizado pela Servilusa resulta atualmente na plantação de pelo menos uma árvore, numa iniciativa que, desde 2021, já permitiu plantar mais de 38 mil exemplares e compensar mais de 11.200 toneladas de CO2.
Segundo a empresa, este valor corresponde ao equivalente às emissões anuais de cerca de cinco mil automóveis ligeiros. A área de reflorestação associada ao projeto aproxima-se dos 40 hectares, o equivalente a cerca de 56 campos de futebol.
A iniciativa, denominada In Arboriam, é desenvolvida em parceria com a Tree-Nation, organização internacional dedicada à reflorestação, e foi criada com o objetivo de transformar cada despedida num contributo para a recuperação da floresta e para o combate às alterações climáticas.
Projeto associa memória dos falecidos à reflorestação
De acordo com a Servilusa, o projeto procura também criar uma ligação duradoura à memória das pessoas falecidas, associando cada árvore plantada a uma “udiana“, um espaço memorial digital que pode ser visitado e alimentado ao longo do tempo por familiares e amigos.
Para a empresa, esta abordagem representa uma forma de aproximar um setor tradicionalmente pouco associado às questões ambientais de práticas ligadas à sustentabilidade e à preservação do património natural.
“Estes números confirmam que a sustentabilidade não é, para a Servilusa, um discurso pontual, mas um compromisso que se mede e se renova todos os dias, funeral a funeral. Cada árvore plantada é uma homenagem a uma pessoa e, ao mesmo tempo, um contributo real para o planeta que as gerações seguintes vão herdar. É esse duplo sentido – de memória e de futuro – que nos move”, afirma Paulo Moniz Carreira, diretor-geral da Servilusa.
Empresa revê materiais, fornecedores e frota automóvel
Nos últimos anos, a Servilusa tem vindo a rever diferentes processos com impacto na sustentabilidade da atividade funerária, incluindo a utilização de madeiras certificadas e vernizes de base aquosa.
A estratégia contempla ainda a aposta em materiais biodegradáveis, fornecedores nacionais, redução do consumo de papel e a renovação progressiva da frota com veículos elétricos e híbridos.
Segundo a empresa, estas opções demonstram que a sustentabilidade no setor funerário pode também resultar de decisões técnicas menos visíveis no quotidiano.
Em paralelo, a Servilusa identifica uma procura crescente por formas mais personalizadas de preservar a memória de quem morreu, para além do funeral ou da visita ao cemitério.
A empresa aponta como exemplo as Joias Emocionais, peças produzidas a partir de cinzas ou cabelo da pessoa homenageada, enquadrando o In Arboriam nessa transformação das formas de memória e homenagem.














