Condenada a 23 anos de prisão pelo homicídio e desmembramento do algarvio Diogo Gonçalves, Mariana Fonseca mantém o direito a receber uma indemnização de 30 mil euros por ter sido despedida ilegalmente pela Unidade Local de Saúde do Algarve, segundo avança o Jornal de Notícias (JN).
A ULS do Algarve recorreu da decisão de primeira instância para o Tribunal da Relação de Évora, procurando evitar o pagamento da compensação à antiga enfermeira.
Contudo, em maio, os juízes desembargadores mantiveram a decisão anterior, confirmando o direito de Mariana Fonseca à indemnização.
ULS do Algarve recorreu da decisão
O despedimento ocorreu depois de se ter tornado conhecido o envolvimento da enfermeira no homicídio de Diogo Gonçalves.
No processo laboral, a ULS do Algarve alegou que Mariana Fonseca tinha furtado ampolas de Diazepam do Hospital de Lagos para as utilizar no crime.
Apesar dos argumentos apresentados pela entidade empregadora, o despedimento foi considerado ilegal, levando à atribuição da indemnização de 30 mil euros.
Enfermeira cumpre pena de 23 anos
Mariana Fonseca foi condenada a 23 anos de prisão por matar e desmembrar Diogo Gonçalves.
Após a decisão de primeira instância no processo laboral, a ULS do Algarve tentou afastar o pagamento através de recurso, mas o Tribunal da Relação de Évora confirmou a indemnização à antiga trabalhadora.
A.Pinto / HDF
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