Skip to content
Postal

Postal

Informação, Opinião e Conteúdos Especiais

Menu
  • Últimas
  • Papel
    • Cultura.Sul
    • Caderno Alcoutim
  • Secções
    • Algarve
    • Nacional
      • Tempo
    • Europa
    • Mundo
    • Europe Direct Algarve
    • Economia
    • Saúde
    • Vida & Lazer
      • Astrologia
      • Animais
      • Gastronomia
    • Utilitários
    • Auto
    • Tech
    • Cultura
      • Ensino
      • Ciência
    • Desporto
    • Política
    • Opinião
    • Video
    • Pub
      • Patrocinado
  • Projetos
    • Postal Studio
    • Branded Content
    • Postal AI
  • ANUNCIAR
  • Sobre nós
    • Contactos e ficha técnica do Postal
    • Política de Privacidade
Menu
Imagens geradas através de IA
Cultura.Sul, Edição Papel, Opinião, Política

A República também se fez a Sul | Por Ana Alexandra Resende

A SUL DA HISTÓRIA: Artigo de Ana Alexandra Resende publicado no Caderno de Artes Cultura.Sul de outubro

08:30 2 Outubro, 2026 10:25 2 Outubro, 2026
CRONISTA do POSTAL
Definir como fonte de informação preferida
Share this...
  • Facebook
  • Messenger
  • Whatsapp
  • Twitter
  • Telegram
  • Email
  • Threads
  • Linkedin
  • Pinterest

Na manhã de 5 de outubro de 1910, o Algarve continuava exatamente no mesmo lugar. A serra não se movera, o Atlântico continuava a bater na mesma costa, os pescadores saíam para o mar, os trabalhadores regressavam às fábricas e oficinas, os campos aguardavam os mesmos braços e as cidades conservavam as ruas, as casas e as memórias do dia anterior. E, no entanto, alguma coisa desaparecera. Pela primeira vez em séculos, deixava de existir um Rei de Portugal e dos Algarves.

Não desaparecera um país. O Algarve não era, à entrada do século XX, um Estado independente, nem possuía uma soberania separada da portuguesa. Mas seria igualmente redutor considerar vazia uma designação repetida durante centenas de anos e inscrita na própria representação do território. Ainda em 1826, quando a Carta Constitucional procurava definir juridicamente uma monarquia liberal, enumerava as províncias do território europeu e conservava, a Sul, uma designação singular: o «Reino do Algarve». A mesma Carta mantinha na titulatura régia o Rei de Portugal e dos Algarves.

As palavras importam. Sobretudo quando são repetidas durante séculos.

ANA ALEXANDRA RESENDE – Arqueóloga e escritora

Muito antes disso, aquele Sul fora al-Gharb, o Ocidente do mundo islâmico peninsular, numa extensão que não correspondeu sempre ao Algarve atual. A conquista cristã não encontrou uma página em branco. Encontrou cidades, comunidades, campos, sistemas de exploração da água, redes comerciais, crenças, saberes e memórias. A integração definitiva na Coroa portuguesa, no século XIII, alterou poderes e estruturas, mas não eliminou a individualização do território. Ela sobreviveria, sob diferentes formas, durante séculos.

Este é um dos ensinamentos que a Arqueologia pode oferecer à História. Um novo estrato não apaga necessariamente aquele sobre o qual se deposita. Pode cortá-lo, transformá-lo, reutilizá-lo ou escondê-lo, mas alguma coisa permanece. Também as sociedades são feitas de sobreposições. Os regimes podem mudar num dia. As pessoas e as suas formas de compreender o mundo, raramente.

Para quem trabalha em Arqueologia, 1910 parece quase ontem. Não raras vezes, encontro em contexto arqueológico moedas dos finais da Monarquia ou dos primeiros anos da República. Quando estamos habituados a lidar com vestígios separados de nós por séculos ou milénios, estes objetos parecem estar quase ao virar da esquina. E, no entanto, passaram já 116 anos desde o 5 de Outubro. A moeda permanece; a mão que a segurou, o bolso onde foi transportada, o gesto que a perdeu e o pensamento de quem a possuía desapareceram.

Talvez sejam precisamente estes vestígios de um passado tão próximo que melhor nos recordem a rapidez com que o presente se transforma em património. Podemos identificar uma moeda, datá-la e interpretar o contexto em que surgiu. Muito mais difícil é recuperar aquilo que o objeto não conserva: o que pensava aquela pessoa, aquilo em que acreditava, o que receava ou esperava de um mundo que estava a mudar à sua volta.

É por isso que talvez possamos falar, num sentido necessariamente mais amplo, de uma arqueologia das mentes e do sentir. Estamos habituados a reconhecer o património numa muralha, numa igreja, numa fortificação, numa cerâmica, numa moeda ou numa sepultura. Mas as comunidades deixam outros vestígios: palavras, medos, expectativas, tradições, memórias, formas de pertença e maneiras de imaginar o lugar onde vivem. Nem todo o património cabe numa vitrina e nem toda a Arqueologia se faz no solo.

Isto não significa imaginar uma identidade algarvia imutável desde a Idade Média, muito menos atribuir aos homens e mulheres do passado, sentimentos que não documentaram. Significa procurar indícios da forma como um território foi sendo vivido e representado. E, no Algarve, a própria geografia acrescentava uma camada particular. A serra dificultou durante muito tempo as comunicações terrestres com o restante país, enquanto o mar, aparentemente uma fronteira, era também uma abertura. Visto de Lisboa, o Algarve podia parecer distante. Visto dos seus portos, encontrava-se ligado a outras rotas, pessoas e mercadorias.

Periferia de onde?

A pergunta merece ficar suspensa porque o século XIX estava precisamente a transformar as distâncias e as pertenças. O Liberalismo modificou instituições e formas de administração; estradas e caminho de ferro aproximaram progressivamente territórios; os jornais multiplicaram-se; associações e centros políticos criaram novos espaços de sociabilidade. A alfabetização continuava muito limitada, sobretudo no mundo rural, mas a palavra escrita adquiria uma importância política crescente. E foi neste Algarve, longe de estar adormecido à espera das notícias da capital, que começou a circular com insistência outra palavra.

República.

Muito antes de ser um regime, a República foi uma possibilidade. Foi impressa nos jornais, pronunciada em comícios, discutida em centros políticos, associações e cafés, ensinada, desejada e combatida. E não significava necessariamente a mesma coisa para todos.

Nas últimas décadas do século XIX, encontramos organização republicana em diferentes pontos da região. Lagos foi precoce na imprensa e na propaganda republicanas; Faro ganhou crescente importância política e jornalística; Tavira, Loulé, Olhão e Silves tiveram centros, jornais ou estruturas ligadas ao movimento. E as ideias não ficaram fechadas nas cidades. Em 1884, depois de uma passagem pelo Algarve de destacados dirigentes republicanos, as próprias autoridades monárquicas reconheciam com inquietação que já se falava de República nas povoações, no campo e até na serra.

A frase é extraordinária porque nos permite ver uma ideia em movimento.

Mas que República chegava à serra? Seria certamente diferente daquela que se discutia entre jornalistas e advogados de Faro ou nos centros republicanos de Lagos. Para alguns, República significava regeneração nacional, educação, progresso e ciência. Para outros podia significar menos impostos, alterações no recrutamento militar ou uma transformação social muito mais profunda. Para trabalhadores submetidos a longas jornadas e salários reduzidos, a promessa de mudança política podia facilmente confundir-se com a esperança de uma vida diferente.

Antes de existir uma República real, existiram muitas Repúblicas imaginadas.

E existiam muitos Algarves dentro do Algarve.

Havia o Algarve marítimo dos pescadores, marítimos e comerciantes; o Algarve industrial e operário da cortiça, das conservas, dos portos e oficinas; o Algarve rural, onde as ideias políticas circulavam por vias que nem sempre deixaram a mesma abundância de documentos; o Algarve dos proprietários e das profissões liberais; o dos professores, funcionários, militares e pequenos comerciantes. Havia também um Algarve profundamente católico, para o qual o anticlericalismo republicano podia representar uma ameaça, e outro que via precisamente no combate à influência da Igreja uma condição de modernização.

E havia as mulheres.

A República falava de cidadania e de igualdade num país em que metade da população continuava afastada da cidadania política plena. É neste paradoxo que uma algarvia como Maria Veleda, nascida em Faro em 1871, adquire particular significado. Professora, escritora, republicana e feminista, fez da educação e da emancipação feminina parte do seu combate. A sua presença impede-nos de contar a implantação da República apenas através dos homens que conspiraram, votaram ou ocuparam cargos. Obriga-nos a perguntar quem cabia, afinal, dentro da palavra «cidadão».

Também o mundo do trabalho obrigaria a República a confrontar-se rapidamente com as expectativas que ajudara a despertar. O associativismo operário atravessava vários pontos da região, das áreas corticeiras e industriais às comunidades portuárias e piscatórias. A República que um proprietário imaginava não era necessariamente a República esperada pelo homem que entrava numa fábrica antes de nascer o Sol.

É justamente por isso que um pequeno episódio de São Bartolomeu de Messines vale mais do que uma longa história local. Em outubro de 1910, o entusiasmo foi registado numa frase repetida nas ruas: «Até que enfim». A alegria era descrita como espontânea, própria de quem acreditava assistir ao nascimento de um tempo novo. Pouco depois, porém, a imprensa operária local denunciava condições duríssimas entre os trabalhadores corticeiros.

A Monarquia tinha acabado. A exploração não.

Entre essas duas realidades começa a distância entre a República imaginada e a República vivida.

Mas ainda não chegámos lá. Nos primeiros anos do século XX, a possibilidade continuava em aberto. O republicanismo disputava eleições, criava estruturas, promovia educação e utilizava a imprensa como arma política. As redes estendiam-se pela região e cruzavam grupos sociais diferentes. Republicanismo, movimento operário, livre-pensamento, associativismo e Maçonaria encontravam-se por vezes nas mesmas pessoas e espaços, embora não fossem, e não devam ser tratados como, uma única realidade.

E o Algarve não se limitava a receber ideias produzidas em Lisboa. Também fornecia protagonistas aos acontecimentos nacionais.

Um deles nasceu em Loulé, em 1883. José Mendes Cabeçadas Júnior, oficial da Marinha, participou na preparação da revolução e, na madrugada de 4 de outubro de 1910, esteve diretamente envolvido na sublevação do cruzador Adamastor. O navio participou nas operações militares que contribuíram para a queda da Monarquia.

A imagem tem uma força particular: enquanto um algarvio participava em Lisboa na revolução que derrubava a Monarquia, milhares de pessoas no Algarve esperavam notícias para saber se ela tinha realmente caído.

Cabeçadas não representa o Algarve, tal como Maria Veleda não representa todas as mulheres algarvias e os corticeiros de Messines não representam todos os trabalhadores do Sul. São janelas. Permitem-nos observar diferentes lugares de uma sociedade confrontada com a mesma mudança histórica.

Quando chegou o 5 de Outubro, a República não encontrou, portanto, uma região silenciosa.

Em Faro, Lagos, Loulé, Olhão, Silves, Tavira, Portimão ou Vila Real de Santo António, a mudança foi recebida por sociedades que já conheciam o debate político, ainda que de formas e intensidades diferentes. No interior e na serra, onde a documentação é menos generosa, viviam milhares de pessoas cuja experiência da mudança não pode simplesmente ser confundida com a das elites urbanas. Uns celebraram. Outros recearam. Muitos terão continuado a trabalhar.

E talvez seja essa a imagem que mais facilmente esquecemos quando comemoramos revoluções: no dia seguinte, é preciso voltar a viver.

A nova ordem precisava, porém, de tornar-se visível. Caíram símbolos da Monarquia, hastearam-se novas bandeiras e alteraram-se nomes de ruas e largos. Em São Bartolomeu de Messines, por exemplo, surgiram a Rua da Liberdade, o Largo da República e as ruas Cândido dos Reis e Miguel Bombarda. A transformação política inscrevia-se na paisagem. Aquilo que hoje tratamos como património começou, em alguns casos, por ser um gesto revolucionário.

E começava finalmente a experiência mais difícil: transformar uma promessa num regime.

Os professores que tinham defendido a instrução continuavam a encontrar um país marcado pelo analfabetismo. As mulheres que tinham participado na causa republicana descobriram rapidamente os limites da igualdade proclamada. Os trabalhadores que tinham associado a mudança política à emancipação social confrontaram-se com conflitos laborais e, posteriormente, com repressão. Os católicos enfrentaram uma República cuja política religiosa abriria profundas fraturas. A unanimidade que tantas comemorações posteriores parecem sugerir nunca existiu.

Em Messines, o contraste torna-se quase simbólico. Em 1910 ouvira-se «Até que enfim». Em 1913, sindicalistas da localidade já eram alvo de buscas policiais. Em 1918, nas eleições realizadas durante o sidonismo, não chegou a constituir-se ali uma mesa por falta de eleitores, num contexto de enorme abstenção no concelho de Silves.

Tinham passado menos de oito anos.

Entre três palavras pronunciadas com esperança e uma mesa eleitoral vazia cabe uma parte importante da história da Primeira República.

Mas também não seria justo reduzir essa história à desilusão. A República abriu e ampliou espaços de participação, educação, associativismo e debate. A região continuou a interrogar-se sobre o seu próprio desenvolvimento e sobre a relação com o poder central. E aqui reaparece, já sob outra forma, uma questão muito antiga.

O rei dos Algarves desaparecera. O Algarve, evidentemente, não.

Figuras como Tomás Cabreira pensariam o desenvolvimento regional, o turismo e a autonomia administrativa algarvia dentro da própria ordem republicana. Não significa que o regionalismo do século XX seja uma simples continuação do antigo Reino — estabelecer essa linha direta seria historicamente abusivo. Significa algo mais interessante: a mudança de regime não eliminou a necessidade de pensar o lugar do Algarve dentro de Portugal.

Talvez seja aqui que possamos regressar à manhã de 5 de outubro de 1910.

Os regimes mudam mais depressa do que as pessoas. Também os símbolos desaparecem mais depressa do que as memórias. A Arqueologia ensina-nos a desconfiar das superfícies demasiado limpas: por baixo delas existem estratos, cortes, reutilizações e sobrevivências. Com as sociedades acontece algo semelhante.

O património de uma revolução não é apenas a bandeira que se hasteou, o monumento que se ergueu, o nome que se deu a uma rua ou o objeto que chegou a um museu. Está também nas palavras que passaram a ser possíveis, nas expectativas que nasceram, nas desilusões que se seguiram e nas maneiras de imaginar a cidadania, a liberdade e a pertença.

Talvez a Arqueologia mais difícil seja precisamente aquela que não se escava com uma colher. É a arqueologia das ideias que herdámos sem sabermos exatamente de onde vieram, das pertenças que sentimos sem conseguirmos datá-las e das memórias que sobrevivem muito depois de terem desaparecido os símbolos que lhes deram nome.

Na manhã de 5 de outubro de 1910 deixou de haver um Rei de Portugal e dos Algarves.

O Sul, esse, continuou a fazer a sua História.

Leia também: Um Algarve que não cabe no postal | Por Ana Alexandra Resende

Mudar hora do relógio. Crédito: DR
Nacional

Hora muda para o horário de inverno na próxima madrugada: afinal, o relógio avança ou atrasa uma hora?

11:00 24 Outubro, 2026 15:36 23 Outubro, 2026

Portugal entra no horário de inverno na madrugada de domingo. Saiba como acertar os relógios e se vai ganhar ou perder uma hora de descanso

Trabalhos na rede elétrica. Crédito: Magnific
Algarve Nacional

Eletricidade vai falhar em 14 concelhos até segunda-feira: cortes podem durar seis horas e há três municípios do Algarve na lista

14:40 24 Outubro, 2026 13:08 24 Outubro, 2026

A E-Redes tem programadas interrupções no fornecimento de eletricidade entre 24 e 26 de outubro.

Europa

Onda arrasta jornalista em direto durante temporal no País Basco. Veja o vídeo

16:21 24 Outubro, 2026 16:22 24 Outubro, 2026

A transmissão foi interrompida quando o mar atingiu a equipa da ETB composta pelo jornalista e operador de câmara, segundo a imprensa local

Europa Vida & Lazer

Guardou cartas Pokémon no sótão durante 15 anos e acabou com 1,8 milhões de euros: especialista deixa aviso a quem tem estas cartas

16:10 24 Outubro, 2026 13:15 24 Outubro, 2026

Um homem britânico comprou cartas Pokémon no final dos anos 90 e guardou-as durante 15 anos. Décadas depois, descobriu que a coleção valia uma fortuna

Algarve Ensino

Alunos de Olhão exploram património e ambiente em intercâmbio na Croácia

12:14 24 Outubro, 2026 12:14 24 Outubro, 2026

Projeto Erasmus+ juntou jovens de quatro países em atividades sobre património e ambiente. Olhão recebe a próxima mobilidade no mês de dezembro

Algarve Economia Nacional

Menzies vence concurso para assistência em escala em Faro, Lisboa e Porto

13:00 24 Outubro, 2026 10:24 24 Outubro, 2026

Antiga Groundforce recebeu licenças para três aeroportos, incluindo Faro, após a exclusão do consórcio espanhol que tinha ficado em primeiro lugar

Economia Europa

Huelva avalia regras das esplanadas que exigem 1,80 metros livres para peões

17:28 24 Outubro, 2026 17:28 24 Outubro, 2026

Autarquia, polícia, empresários e moradores avaliam as regras das esplanadas, que limitam horários e procuram proteger o descanso dos residentes

Trabalhador Mercadona
Algarve Economia Postal Studio Pub

Mercadona continua a crescer no Algarve e está a contratar para a 3.ª loja: salários até 21.000€, contrato efetivo e prémio anual

11:30 19 Outubro, 2026 11:51 19 Outubro, 2026

Depois de Portimão e Faro, a Mercadona prepara-se para abrir uma nova loja em Olhão e já está a contratar: salários até 21.000€, contrato efetivo e até 29 dias de férias. Saiba como candidatar-se

Burlão. Crédito: Freepik
Nacional Tech

Proteção Civil confirma ciberataque: dados pessoais de bombeiros foram acedidos e há alerta para possíveis burlas

15:20 24 Outubro, 2026 13:59 24 Outubro, 2026

A Proteção Civil confirmou um ataque informático ao sistema nacional de registo dos bombeiros, que contém cerca de 60 mil inscrições

Opinião Política

A Pátria, as bandeiras e os tendeiros | Por José Figueiredo Santos

14:00 24 Outubro, 2026 10:57 24 Outubro, 2026

Neste país, (...) quem não possuir casa terá que demonstrar que reúne condições para ser merecedor da rua, diz José Figueiredo Santos

PSP e GNR auxiliam idosa na autoestrada. Crédito: POSTAL AI - imagem gerada por IA
Nacional

“Desorientada a vaguear”: idosa saiu para caminhar e foi resgatada pela PSP e GNR na A5

08:45 23 Outubro, 2026 09:31 23 Outubro, 2026

Mulher foi localizada de madrugada numa autoestrada em Oeiras. Após avaliação dos bombeiros, regressou a casa com apoio das autoridades

Chuva em Portugal. Crédito: Freepik AI
Tempo

Vem aí chuva neste dia: corrente de jato polar traz o mau tempo a Portugal

11:40 23 Outubro, 2026 17:33 22 Outubro, 2026

Uma mudança na circulação atmosférica pode abrir caminho a chuva mais intensa em Portugal. Saiba quando se prevê a alteração do tempo

Algarve Cultura

Palacete Belmarço abre portas em Faro para visitas com música e teatro

11:50 23 Outubro, 2026 11:38 23 Outubro, 2026

Iniciativa da Música XXI promove duas visitas ao Palacete Belmarço, em Faro, a 24 de outubro, com atuações musicais e teatrais. Inscrição obrigatória

Tempo

Portugal dividido este fim de semana: temperaturas não chegam aos 20 graus no Norte, mas há regiões que podem atingir os 23

18:50 23 Outubro, 2026 17:55 23 Outubro, 2026

O fim de semana de 24 e 25 de outubro será marcado por temperaturas diferentes entre o Norte e o Sul de Portugal.

Opinião

A pedagogia da violência | Por Luís Ganhão

17:00 23 Outubro, 2026 15:50 23 Outubro, 2026

"Uma sociedade que normaliza a violência nas palavras acabará por se surpreender, injustamente, quando a encontra nas ações"

Algarve Pub

A ÁGUAS DO ALGARVE, S.A., PRETENDE RECRUTAR TÉCNICO/A SUPERIOR DE OPERAÇÃO (M/F)

13:46 22 Outubro, 2026 13:46 22 Outubro, 2026

A Águas do Algarve, S.A., pretende recrutar Técnico/a Superior de Operação (M/F)

Mudar hora do relógio. Crédito: DR
Nacional

Hora muda para o horário de inverno na próxima madrugada: afinal, o relógio avança ou atrasa uma hora?

11:00 24 Outubro, 2026 15:36 23 Outubro, 2026

Portugal entra no horário de inverno na madrugada de domingo. Saiba como acertar os relógios e se vai ganhar ou perder uma hora de descanso

Trabalhos na rede elétrica. Crédito: Magnific
Algarve, Nacional

Eletricidade vai falhar em 14 concelhos até segunda-feira: cortes podem durar seis horas e há três municípios do Algarve na lista

14:40 24 Outubro, 2026 13:08 24 Outubro, 2026

A E-Redes tem programadas interrupções no fornecimento de eletricidade entre 24 e 26 de outubro.

Europa

Onda arrasta jornalista em direto durante temporal no País Basco. Veja o vídeo

16:21 24 Outubro, 2026 16:22 24 Outubro, 2026

A transmissão foi interrompida quando o mar atingiu a equipa da ETB composta pelo jornalista e operador de câmara, segundo a imprensa local

Europa, Vida & Lazer

Guardou cartas Pokémon no sótão durante 15 anos e acabou com 1,8 milhões de euros: especialista deixa aviso a quem tem estas cartas

16:10 24 Outubro, 2026 13:15 24 Outubro, 2026

Um homem britânico comprou cartas Pokémon no final dos anos 90 e guardou-as durante 15 anos. Décadas depois, descobriu que a coleção valia uma fortuna

Algarve, Ensino

Alunos de Olhão exploram património e ambiente em intercâmbio na Croácia

12:14 24 Outubro, 2026 12:14 24 Outubro, 2026

Projeto Erasmus+ juntou jovens de quatro países em atividades sobre património e ambiente. Olhão recebe a próxima mobilidade no mês de dezembro

Algarve, Economia, Nacional

Menzies vence concurso para assistência em escala em Faro, Lisboa e Porto

13:00 24 Outubro, 2026 10:24 24 Outubro, 2026

Antiga Groundforce recebeu licenças para três aeroportos, incluindo Faro, após a exclusão do consórcio espanhol que tinha ficado em primeiro lugar

Economia, Europa

Huelva avalia regras das esplanadas que exigem 1,80 metros livres para peões

17:28 24 Outubro, 2026 17:28 24 Outubro, 2026

Autarquia, polícia, empresários e moradores avaliam as regras das esplanadas, que limitam horários e procuram proteger o descanso dos residentes

Trabalhador Mercadona
Algarve, Economia, Postal Studio, Pub

Mercadona continua a crescer no Algarve e está a contratar para a 3.ª loja: salários até 21.000€, contrato efetivo e prémio anual

11:30 19 Outubro, 2026 11:51 19 Outubro, 2026

Depois de Portimão e Faro, a Mercadona prepara-se para abrir uma nova loja em Olhão e já está a contratar: salários até 21.000€, contrato efetivo e até 29 dias de férias. Saiba como candidatar-se

Burlão. Crédito: Freepik
Nacional, Tech

Proteção Civil confirma ciberataque: dados pessoais de bombeiros foram acedidos e há alerta para possíveis burlas

15:20 24 Outubro, 2026 13:59 24 Outubro, 2026

A Proteção Civil confirmou um ataque informático ao sistema nacional de registo dos bombeiros, que contém cerca de 60 mil inscrições

Opinião, Política

A Pátria, as bandeiras e os tendeiros | Por José Figueiredo Santos

14:00 24 Outubro, 2026 10:57 24 Outubro, 2026

Neste país, (...) quem não possuir casa terá que demonstrar que reúne condições para ser merecedor da rua, diz José Figueiredo Santos

PSP e GNR auxiliam idosa na autoestrada. Crédito: POSTAL AI - imagem gerada por IA
Nacional

“Desorientada a vaguear”: idosa saiu para caminhar e foi resgatada pela PSP e GNR na A5

08:45 23 Outubro, 2026 09:31 23 Outubro, 2026

Mulher foi localizada de madrugada numa autoestrada em Oeiras. Após avaliação dos bombeiros, regressou a casa com apoio das autoridades

Chuva em Portugal. Crédito: Freepik AI
Tempo

Vem aí chuva neste dia: corrente de jato polar traz o mau tempo a Portugal

11:40 23 Outubro, 2026 17:33 22 Outubro, 2026

Uma mudança na circulação atmosférica pode abrir caminho a chuva mais intensa em Portugal. Saiba quando se prevê a alteração do tempo

Algarve, Cultura

Palacete Belmarço abre portas em Faro para visitas com música e teatro

11:50 23 Outubro, 2026 11:38 23 Outubro, 2026

Iniciativa da Música XXI promove duas visitas ao Palacete Belmarço, em Faro, a 24 de outubro, com atuações musicais e teatrais. Inscrição obrigatória

Tempo

Portugal dividido este fim de semana: temperaturas não chegam aos 20 graus no Norte, mas há regiões que podem atingir os 23

18:50 23 Outubro, 2026 17:55 23 Outubro, 2026

O fim de semana de 24 e 25 de outubro será marcado por temperaturas diferentes entre o Norte e o Sul de Portugal.

Opinião

A pedagogia da violência | Por Luís Ganhão

17:00 23 Outubro, 2026 15:50 23 Outubro, 2026

"Uma sociedade que normaliza a violência nas palavras acabará por se surpreender, injustamente, quando a encontra nas ações"

Algarve, Pub

A ÁGUAS DO ALGARVE, S.A., PRETENDE RECRUTAR TÉCNICO/A SUPERIOR DE OPERAÇÃO (M/F)

13:46 22 Outubro, 2026 13:46 22 Outubro, 2026

A Águas do Algarve, S.A., pretende recrutar Técnico/a Superior de Operação (M/F)

Últimas Notícias

  • Huelva avalia regras das esplanadas que exigem 1,80 metros livres para peões
    Huelva avalia regras das esplanadas que exigem 1,80 metros livres para peões
  • Onda arrasta jornalista em direto durante temporal no País Basco. Veja o vídeo
    Onda arrasta jornalista em direto durante temporal no País Basco. Veja o vídeo
  • Guardou cartas Pokémon no sótão durante 15 anos e acabou com 1,8 milhões de euros: especialista deixa aviso a quem tem estas cartas
    Guardou cartas Pokémon no sótão durante 15 anos e acabou com 1,8 milhões de euros: especialista deixa aviso a quem tem estas cartas
  • Em Vilamoura, ministro recusa “braço de ferro” com manifestantes pela habitação
    Em Vilamoura, ministro recusa “braço de ferro” com manifestantes pela habitação
  • BMW chegou a oferecer mais de 650.000€ para trabalhadores saírem: procura foi tanta que a marca fechou inscrições
    BMW chegou a oferecer mais de 650.000€ para trabalhadores saírem: procura foi tanta que a marca fechou inscrições

Opinião

  • A Pátria, as bandeiras e os tendeiros | Por José Figueiredo Santos
    A Pátria, as bandeiras e os tendeiros | Por José Figueiredo Santos
  • O cancro do pulmão não tira férias: o peso invisível da doença | Por Filipa Macedo
    O cancro do pulmão não tira férias: o peso invisível da doença | Por Filipa Macedo
  • A pedagogia da violência | Por Luís Ganhão
    A pedagogia da violência | Por Luís Ganhão

Europe Direct Algarve

  • Mudança da hora continua em Portugal apesar de a UE ter aprovado o seu fim: saiba porquê
    Mudança da hora continua em Portugal apesar de a UE ter aprovado o seu fim: saiba porquê
  • Algarve leva gastronomia e vinhos à Feira do Vinho e do Mar em Huelva
    Algarve leva gastronomia e vinhos à Feira do Vinho e do Mar em Huelva
Há um novo Postal nas bancas com o Expresso
Seguir
  • Ficha técnica e contactos
  • Estatuto editorial e política de privacidade
Configurações de privacidade
©2026 Postal