A AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve promoveu, em parceria com a DGEstE – Direção de Serviços da Região Algarve e o Centro de Competência em Cibersegurança do Algarve (CCCAlgarve), “mais uma sessão de apresentação das principais atividades e serviços do CCCAlgarve”. O encontro decorreu na semana passada, na Universidade do Algarve, e teve como público-alvo os Agrupamentos Escolares e Escolas não Agrupadas da região.
A AMAL sublinha que o CCCAlgarve, o primeiro centro deste tipo a ser lançado no país em maio de 2023, tem como “missão principal desenvolver e dinamizar a capacidade de resposta e resiliência às ameaças de cibersegurança no Algarve”. Segundo a entidade, o objetivo passa por apoiar as entidades públicas e privadas na adoção de boas práticas de segurança digital.

Financiado pelo programa Next Generation EU, através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o CCCAlgarve resulta de um consórcio entre a Universidade do Algarve, a NERA – Associação Empresarial da Região do Algarve e a AMAL, estando integrado no projeto C-Network, promovido pelo Gabinete Nacional de Segurança / Centro Nacional de Cibersegurança.
A sessão contou com a participação do vice-reitor da UAlg, João Rodrigues, do primeiro secretário da AMAL, Joaquim Brandão Pires, e de Eugénia Narciso, chefe da Equipa Multidisciplinar da DGEstE-DSRAI. A apresentação dos conteúdos esteve a cargo de Júlio Fernandes, em representação da Universidade do Algarve.
A AMAL salienta que “no seguimento das apresentações anteriores a empresários, municípios e juntas de freguesia”, esta sessão visou dar a conhecer “as principais linhas de ação do CCCAlgarve aos AE/EnA, com foco na conformidade legal e na mitigação de riscos associados ao uso de sistemas de informação nas escolas públicas”. O objetivo, reforça a comunidade intermunicipal, é “fortalecer a capacidade de defesa e resiliência digital das instituições de ensino da região”.
Recorde-se que está prevista a criação de mais sete centros semelhantes em todo o país, com o intuito de “garantir uma maior proximidade às entidades da administração pública e às PME, apoiando a transformação digital das organizações sob o ponto de vista da cibersegurança”. A AMAL adianta que estas estruturas “irão abranger cerca de 2000 entidades até março de 2026”, atuando em áreas como a capacitação, preparação de processos, apoio ao financiamento e operação diária, sem se sobreporem ao setor privado.
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