A Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) promoveu, esta semana, uma reunião para apresentar o Plano de Desenvolvimento Social do Algarve 2023-2030 aos novos vereadores com pelouro na área social.
O encontro teve como objetivo validar prioridades, reforçar a articulação entre entidades e definir um calendário de trabalho para a implementação das medidas previstas.
Plano entra em fase de execução
A iniciativa enquadra-se na estratégia da AMAL para 2026, que definiu como prioridade o arranque efetivo do Plano de Desenvolvimento Social do Algarve.
Segundo a entidade, trata-se de “um plano que se materializa num conjunto de programas de ação que estão agora a iniciar a sua execução”.
Na reunião participaram, além dos autarcas, representantes de várias entidades regionais, incluindo a Associação Oficina, o Instituto da Segurança Social, a CCDR Algarve, a Universidade do Algarve e técnicos municipais.
Intervenção integrada a nível regional
O Plano de Desenvolvimento Social do Algarve assume-se como um instrumento estratégico de articulação das políticas sociais na região.
De acordo com a AMAL, o PDS Algarve “visa promover, integrar e articular as principais intervenções sociais da região, assegurando maior coerência e eficácia através de uma abordagem supraconcelhia”.
Para 2026, estão previstos vários programas de ação, nomeadamente nas áreas do acesso à habitação, apoio à infância, promoção do sucesso escolar, participação cívica e integração de imigrantes.
Governação assente em trabalho em rede
A estrutura de governação do plano é apontada como um elemento central para a sua concretização.
Segundo a AMAL, é essencial garantir “um ponto de encontro que articule vontades e responsabilidades na execução das medidas propostas”.
Entre as principais funções destacam-se a coordenação do plano, a monitorização das ações, a produção de conhecimento sobre a realidade regional e a promoção da partilha de experiências entre municípios.
A coordenação operacional do plano é assegurada pela AMAL e pela Associação Oficina, responsáveis pela orientação estratégica e apoio técnico.
Já a coordenação estratégica está a cargo dos representantes políticos dos 16 municípios algarvios, estando ainda previstos conselheiros temáticos para cada programa de ação.
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