A partir do Quénia, José Castelo Branco decidiu falar publicamente sobre o processo judicial em que é arguido, assumindo uma posição de serenidade e confiança no desfecho em tribunal. O socialite português afirma que tem acompanhado o caso com tranquilidade e rejeita ter exercido qualquer forma de agressão sobre Betty Grafstein, com quem manteve uma relação de décadas.
Apesar da distância física, Castelo Branco garante que a separação atual resulta de uma opção estratégica durante o processo e não de um afastamento emocional. O próprio sublinha que aguarda que a justiça conclua o seu trabalho antes de qualquer reaproximação presencial.
A confiança no desfecho judicial
De acordo com o jornal Correio da Manhã, José Castelo Branco acredita que os factos acabarão por ser esclarecidos em tribunal e mostra-se confiante num desfecho favorável. O arguido afirma que tem seguido as orientações da sua defesa e que respeita os tempos do processo.
Segundo a mesma fonte, o socialite explica que apenas regressará a Portugal se tal lhe for solicitado formalmente, garantindo disponibilidade para colaborar com a justiça sempre que necessário.
A opção pela distância
Escreve o jornal que Castelo Branco se encontra atualmente no Quénia, mantendo atividade profissional fora de Portugal. O arguido refere que trabalha nos Estados Unidos e que depende do seu salário, razão pela qual não considera viável uma mudança imediata para território nacional.
Acrescenta a publicação que a decisão de não visitar Betty Grafstein durante este período teve como objetivo evitar qualquer tipo de pressão emocional, assegurando que o contacto presencial acontecerá após existir uma sentença.
Pedido de perdão assumido
Apesar de negar comportamentos violentos, José Castelo Branco admite a possibilidade de ter magoado a companheira de forma involuntária ao longo da relação. Nesse contexto, deixou um pedido de perdão público dirigido a Betty Grafstein.
“Peço perdão à Betty se alguma vez lhe fiz mal. Nós sempre vivemos de excessos”, afirmou ao mesmo jornal, acrescentando que nunca teve consciência de estar a agir contra a vontade da mulher.
Relação marcada por intensidade
Conforme a mesma fonte, o socialite descreve a relação como intensa e construída num registo de excessos partilhados, referindo-se ao casal como “almas gémeas”. Castelo Branco admite que a idade avançada de Betty Grafstein poderá tê-la tornado mais vulnerável.
O arguido acrescenta que o seu principal desejo é que a companheira saiba que nunca foi abandonada, sublinhando que a reconciliação emocional continua a ser uma prioridade pessoal.
Período de rutura social
Escreve ainda o Correio da Manhã que José Castelo Branco reconhece que os últimos meses foram particularmente difíceis a nível pessoal e social. O socialite afirma que sentiu o afastamento de várias pessoas do seu círculo após o início do processo.
Apesar desse contexto, Castelo Branco diz estar num processo de reconstrução pessoal, assegurando que se reinventou para lidar com a nova realidade, sem perder a esperança de que a situação seja clarificada judicialmente.
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