Circular nas autoestradas portuguesas passou a ser mais caro a partir de hoje, com a atualização anual e consequente aumento dos preços das portagens a refletir a inflação e os mecanismos previstos nos contratos de concessão. O aumento médio situa-se nos 2,3%, embora o impacto final varie consoante o percurso e a classe do veículo.
A atualização dos preços aplica-se a praticamente toda a rede concessionada e resulta das fórmulas contratuais que indexam as portagens à evolução da inflação. Para muitos condutores, a diferença pode parecer pequena em viagens curtas, mas torna-se mais evidente nos percursos longos e frequentes, de acordo com o portal especializado maioritariamente em tecnologia Pplware.
Subida média ronda os 2,3%
De forma global, as concessionárias aplicaram um aumento médio na ordem dos 2,3%. No entanto, este valor não é uniforme. Algumas autoestradas registam subidas ligeiramente inferiores, enquanto noutras o agravamento é mais significativo, sobretudo nos trajetos mais extensos.
O valor final pago depende também da classe do veículo, sendo os automóveis ligeiros de Classe 1 os mais afetados em termos absolutos, por serem os mais utilizados.
Principais aumentos nos percursos mais usados
Entre as autoestradas com maior tráfego diário, há subidas que, em alguns casos, ultrapassam os 40 cêntimos para veículos ligeiros. Na A1, que liga Lisboa ao Porto, o valor total da portagem aumenta cerca de 45 cêntimos, passando a rondar os 25,05 euros no percurso completo.
Na A2, principal ligação entre Lisboa e o Algarve, o agravamento é ainda mais visível, com uma subida próxima dos 50 cêntimos. A viagem integral passa agora a custar cerca de 23,80 euros, de acordo com a mesma fonte.
Já no eixo A2/A6, entre Marateca e Caia, a travessia fica aproximadamente 35 cêntimos mais cara do que em 2025, atingindo um valor próximo dos 15,40 euros.
Confira a lista dos troços que tiveram subida de preços:

Impacto sentido no dia a dia dos condutores
De acordo com o Pplware, apesar de os aumentos estarem dentro dos valores previstos contratualmente, o novo preço das portagens representa mais um encargo para quem utiliza as autoestradas de forma regular, seja em deslocações profissionais ou pessoais.
















