NATO diz que China não pode ser “cúmplice” da Rússia e avisa: “A nossa segurança vai custar mais”
No final da cimeira extraordinária da NATO, Jens Stoltenberg disse que os aliados vão “continuar a reforçar as zonas de fronteira” com apoio militar à Ucrânia. O secretário-geral da Aliança Atlântica acrescentou que os líderes dos Estados-membros chegaram a acordo para fornecer um “apoio sem precedentes” aos ucranianos, e também pediu à China que use a sua influência para dissuadir as motivações bélicas da Rússia.
















































