“Cada casa que é vendida na ilha da Culatra para segunda habitação é um soldado perdido”
“As casas que vão ficando livres têm de ser transferidas para descendentes de pescadores a viver cá. Se o Estado português quiser pode retirar a casa a quem não cumprir, porque o terreno é público”, refere Sílvia Padinha, presidente da Associação de Moradores da Ilha da Culatra















































