Vinte e um portugueses estão retidos na República Dominicana depois de um incêndio ter destruído parte de um hotel em Bayahibe. Os hóspedes foram retirados do resort e todos os cidadãos nacionais conseguiram escapar às chamas, estando bem de saúde.
A informação sobre o número de portugueses afetados foi confirmada por fonte próxima do processo de repatriamento. De acordo com a SIC Notícias, o Ministério dos Negócios Estrangeiros informou que está a acompanhar a situação.
Família perdeu todos os bens
Entre os portugueses afetados está uma família de quatro pessoas que perdeu todos os bens que tinha levado para a viagem, incluindo documentos de identificação. A situação deverá obrigar a apoio consular para permitir o regresso em segurança.
Segundo o Correio da Manhã, os portugueses estavam hospedados no hotel atingido pelo incêndio, o resort Viva Wyndham Dominicus Beach, em Bayahibe, uma zona turística da República Dominicana.
O Governo português deverá agora avaliar qual a melhor solução para o repatriamento dos cidadãos nacionais afetados. Para já, a prioridade passa por garantir assistência e documentação a quem ficou sem bens pessoais.
Incêndio obrigou à retirada de turistas
O incêndio deflagrou na sexta-feira e levou à retirada de cerca de 1.700 turistas da unidade hoteleira. As autoridades locais confirmaram a morte de uma mulher italiana de 46 anos.
Além da vítima mortal, nove pessoas ficaram feridas. Até ao momento, não há indicação de portugueses feridos no incêndio.
As imagens divulgadas mostram um rasto de destruição no resort, que recebeu vários turistas de diferentes nacionalidades. A operação de evacuação mobilizou meios locais e obrigou ao realojamento dos hóspedes.
Causas ainda por apurar
As causas do incêndio continuam por determinar. As autoridades da República Dominicana deverão investigar como começou o fogo e de que forma se propagou na unidade hoteleira.
O caso está a ser acompanhado também pelas autoridades portuguesas, através dos canais diplomáticos e consulares. O Ministério dos Negócios Estrangeiros assegurou que está a seguir a situação dos cidadãos nacionais afetados.
Em casos deste tipo, o apoio consular pode incluir emissão de documentos de viagem de emergência, contactos com familiares e articulação com companhias aéreas ou operadores turísticos.
Regresso ainda em avaliação
Para os 21 portugueses retidos, o regresso dependerá agora das condições logísticas e da documentação disponível. A família que perdeu os documentos deverá necessitar de procedimentos adicionais antes de poder viajar.
O incêndio ocorreu numa altura de forte movimento turístico nas Caraíbas, onde muitos viajantes europeus se encontram em férias. A destruição no hotel obrigou à retirada rápida dos hóspedes e deixou várias pessoas sem pertences.
Para já, a informação mais importante é que os portugueses escaparam às chamas e estão bem de saúde. O processo de apoio e eventual repatriamento deverá continuar a ser acompanhado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.
















