Depois de semanas marcadas por preços elevados, os condutores têm finalmente uma boa notícia. A partir da próxima semana, tanto o gasóleo como a gasolina deverão registar uma forte descida, com reduções que podem ultrapassar os 10 cêntimos por litro e aliviar significativamente o custo de cada abastecimento.
As previsões apontam para uma das maiores descidas dos últimos meses. Segundo informações do setor, o gasóleo simples deverá ficar cerca de 11 cêntimos mais barato por litro, enquanto a gasolina simples 95 poderá descer aproximadamente 12 cêntimos.
O site Contas Poupança aponta mesmo para reduções ainda mais expressivas, estimando uma queda de 12 cêntimos no gasóleo e de 12,5 cêntimos na gasolina.
Governo ainda pode alterar os valores
As previsões conhecidas são provisórias e poderão sofrer pequenos ajustes antes de entrarem em vigor.
Isso porque o Governo poderá voltar a alterar o desconto aplicado ao Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP), como tem acontecido nas últimas semanas.
Caso não existam alterações fiscais de última hora, a descida deverá refletir-se nos preços praticados pelos postos de abastecimento já no início da próxima semana.
Quanto custam atualmente os combustíveis?
De acordo com os preços médios diários divulgados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), o gasóleo simples está atualmente nos 2,051 euros por litro, enquanto a gasolina simples 95 custa, em média, 1,980 euros por litro.
Estes valores correspondem a médias nacionais ponderadas e podem variar consoante a marca, a localização do posto e os descontos comerciais disponíveis.
Alívio para quem abastece todas as semanas
A redução prevista representa um alívio significativo para famílias e empresas que dependem diariamente do automóvel.
Num depósito de 50 litros, a descida poderá traduzir-se numa poupança próxima dos 5,50 euros para veículos a gasóleo e de cerca de 6 euros para veículos a gasolina, caso as previsões se confirmem.
Apesar da descida, os preços continuam acima dos registados no início do ano, pelo que a evolução do mercado internacional e das medidas fiscais continuará a ser determinante para os valores praticados nas próximas semanas.
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