A Junta de Freguesia de Quarteira associa-se à implementação do I3G – Centro de Investigação e Ciência da Terceira Geração, um projeto inovador que aposta no envolvimento ativo da população sénior em processos de investigação participativa, com o objetivo de combater o isolamento social e o sentimento de solidão na freguesia.
No âmbito do I3G, os seniores são convidados a partilhar experiências, identificar desafios, propor soluções e contribuir diretamente para a produção de conhecimento científico sobre o envelhecimento e a realidade social da sua comunidade, assumindo um papel central no processo de investigação.
O projeto é promovido pela ANGES – Associação Nacional de Gerontologia Social e conta com o apoio e envolvimento da Junta de Freguesia de Quarteira, que assume um papel central enquanto investidor social público e parceiro local. A iniciativa está integrada no programa Quarteira Longevidade com Qualidade e é dinamizada pelo Gabinete Sociocultural – Longevidade e Parcerias.
Com duração prevista até dezembro de 2028, o I3G estrutura-se em quatro eixos fundamentais: investigação científica, promoção da saúde e bem-estar, inter-relação comunitária e disseminação pública de resultados. Esta abordagem permitirá envolver cerca de 200 seniores em situação de vulnerabilidade, reforçando a participação ativa, a autonomia e o bem-estar, e servindo de inspiração para políticas públicas e projetos semelhantes noutros territórios.
A operação “I3G – Centro de Investigação e Ciência da Terceira Geração” é apoiada pelo Portugal Inovação Social, pelo Programa Regional do Algarve 2030, pelo Portugal 2030 e pela União Europeia, no âmbito dos Fundos Europeus Mais Próximos de Si.
A Sessão de Apresentação do I3G realiza-se no dia 13 de fevereiro, às 14:30, no Auditório do Centro Autárquico da Junta de Freguesia de Quarteira, e destina-se a dar a conhecer o projeto à população e aos parceiros locais.
Segundo a entidade promotora, a implementação desta iniciativa representa “uma oportunidade que dá a conhecer um modelo inovador de envelhecimento ativo, onde os seniores deixam de ser apenas beneficiários e passam a ser protagonistas no processo de investigação”.
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