O Verdelago assinalou, em fevereiro, a conclusão da estrutura do futuro hotel de cinco estrelas, fase da obra conhecida no setor da construção como “pau de fileira”. A cerimónia contou com a presença das equipas envolvidas no projeto e de entidades locais.
O hotel representa um investimento global de 80 milhões de euros e deverá estar concluído na primavera de 2028. A unidade contará com 197 quartos, incluindo seis suites isoladas (Forest Suites), sob a insígnia Marriott. De acordo com a promotora, o projeto integra uma forte componente de sustentabilidade ao nível arquitetónico, construtivo, energético, de abastecimento de água e futura operação turística, alinhando-se com as premissas ambientais do resort.
O momento simbólico do “pau de fileira” contou com a presença da presidente da Câmara de Castro Marim, Filomena Sintra, e do presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, José Apolinário.
Segundo Paulo Monteiro, diretor-geral de desenvolvimento do Verdelago, “O Verdelago tem-se revelado como um projeto capaz de fomentar a atratividade desta zona do Algarve, que atualmente carece de alojamento de luxo com capacidade para acomodar o crescimento da procura e atrair mercados emissores de turismo com elevado nível de rendimentos”.
A conclusão do hotel, prevista para 2028, deverá contribuir para a criação de mais de 200 postos de trabalho diretos, que se somam aos cerca de 300 já associados à exploração turística do resort.
Empreendimento integra-se no Verdelago Resort
O empreendimento integra-se no Verdelago Resort, que ocupa 86 hectares, dos quais 8,7% correspondem a área edificada. Setenta hectares são compostos por vegetação, incluindo um Parque Verde de Recreio e Lazer com cerca de 42 hectares, uma reserva natural junto ao mar com 24 hectares, áreas de interpretação ambiental e um lago com dois hectares.
O Verdelago Resort é apresentado como o primeiro resort turístico em Portugal a aderir à certificação Green Globe, certificação internacional de turismo sustentável com afiliação da Organização das Nações Unidas para o Turismo.
O espaço inclui ainda passadiços de madeira com cerca de dois quilómetros e torres de observação com vista panorâmica. Paralelamente, o projeto contempla uma componente residencial com 340 unidades – entre apartamentos, villas e townhouses -, das quais mais de duas centenas já se encontram em exploração turística.
















