A definição de objetivos para a Seleção Nacional no Campeonato do Mundo ficou marcada por uma posição clara de exigência por parte de Pedro Proença, que fixou a fasquia mínima nos quartos-de-final. O presidente da Federação Portuguesa de Futebol sublinhou ainda que qualquer desempenho abaixo desse patamar será considerado insuficiente, num contexto em que a equipa orientada por Roberto Martínez se prepara para uma competição de elevada pressão competitiva.
Pedro Proença afirmou em declarações à RTP que “um mau Mundial será obviamente não chegar acima dos quartos-de-final”, enquadrando a avaliação da participação portuguesa nesse patamar competitivo. O dirigente destacou que o formato curto da prova aumenta a imprevisibilidade, sobretudo na fase a eliminar.
Torneio curto e com margem para surpresas
O presidente da FPF sublinhou que a competição pode ser influenciada por pequenos erros na fase inicial, abrindo espaço a resultados inesperados nos jogos de eliminação direta. Ainda assim, reforçou a confiança no desempenho da equipa nacional, assumindo que existe expectativa positiva em relação ao percurso de Portugal.
“É a qualidade da nossa seleção que nos permite, obviamente, estar muito esperançosos de que este ano podem acontecer coisas boas”, referiu Pedro Proença ao canal público. O dirigente acrescentou que a preparação tem sido intensa e que existe um forte compromisso por parte dos jogadores, muitos dos quais poderão estar perante uma das últimas oportunidades de conquistar um grande título internacional.
Roberto Martínez e a continuidade do projeto
O futuro de Roberto Martínez foi também abordado no mesmo contexto, numa altura em que têm surgido especulações sobre a continuidade do selecionador após o torneio. Conforme a mesma fonte, Pedro Proença garantiu existir alinhamento total entre a estrutura federativa e a equipa técnica, sublinhando a estabilidade do projeto em curso.
“Há um alinhamento total entre a Direção Técnica e o seu Presidente”, afirmou o líder da FPF, acrescentando que o foco está exclusivamente no Mundial. Ainda assim, deixou claro que a avaliação global do ciclo será feita após a competição, indicando que o resultado final terá peso decisivo nas conclusões a retirar sobre o projeto desportivo.
















