Um incidente envolvendo uma influenciadora digital e a companhia aérea Ryanair está a gerar forte repercussão nas redes sociais, depois de a passageira ter sido impedida de embarcar num voo a partir do Aeroporto do Porto. O episódio ocorreu pouco antes da partida e acabou por ser partilhado pela própria, que relatou o sucedido a milhões de seguidores.
De acordo com o jornal New York Post, Joleen Weiss foi barrada na porta de embarque após um confronto verbal com uma funcionária. A situação desenvolveu-se num contexto de tensão crescente, numa fase já próxima do fecho da porta de embarque, e acabou por culminar numa decisão imediata por parte da companhia.
Tudo começou com um vídeo
Segundo a mesma fonte, a influenciadora encontrava-se a gravar imagens no aeroporto para partilhar nas redes sociais quando foi abordada por uma funcionária da companhia aérea. A gravação terá motivado a primeira intervenção por parte da equipa no local.
A passageira afirmou que lhe foi exigido que apagasse o conteúdo gravado, sob ameaça de intervenção policial. “Ela disse-me que tinha de apagar o vídeo ou chamava a polícia”, contou, acrescentando que acabou por cumprir o pedido naquele momento.
Exigências antes do embarque
Para além disso, a funcionária terá solicitado não apenas a eliminação do vídeo principal, mas também a remoção do ficheiro da pasta de conteúdos apagados. A influenciadora diz ter seguido todas as instruções para evitar complicações adicionais.
Depois desse momento, escreve o jornal, surgiu uma nova exigência. Um outro elemento da companhia terá obrigado a passageira a pagar uma taxa extra de 65 euros por bagagem não registada, valor que acabou por liquidar.
O momento que mudou tudo
Já depois de cumprir as exigências e com o embarque praticamente assegurado, a situação alterou-se de forma repentina. Segundo o New York Post, a influenciadora dirigiu um insulto à funcionária no momento final antes de entrar no avião.
“Não custa nada ser simpática”, terá dito depois de ter proferido um insulto, numa frase que acabou por desencadear a reação imediata da equipa. A mesma fonte refere que este momento foi determinante para o desfecho do caso.
Decisão imediata da companhia
Perante o insulto, a funcionária terá recusado a entrada da passageira no avião. “É isso. Não vai entrar no voo”, terá afirmado, segundo o relato partilhado pela própria influenciadora. Apesar de já ter pago a taxa adicional e de estar prestes a embarcar, a decisão manteve-se. Acrescenta a publicação que a companhia optou por impedir o embarque com base no comportamento registado naquele momento.
Após o incidente, a influenciadora partilhou vários vídeos onde surge visivelmente emocionada e crítica em relação ao tratamento recebido. “Foi a experiência menos profissional que já tive”, afirmou, citada pelo jornal. Contudo, segundo a mesma fonte, a maioria das reações online não lhe foi favorável. Vários utilizadores consideraram que a atitude da passageira justificava a decisão tomada pela companhia aérea.
Opiniões divididas, mas tendência é clara
Entre os comentários destacados, surgiram críticas diretas ao comportamento descrito. “Nunca fui impedido de embarcar, mas também nunca insultei funcionários”, escreveu um utilizador, citado pelo mesmo jornal. Outros reforçaram a mesma ideia com mensagens, como “abuso verbal não é aceitável”, enquanto alguns apontaram incoerência entre o comportamento e a imagem pública assumida pela influenciadora.
O episódio está agora a ser discutido como exemplo dos limites de comportamento em contexto aeroportuário. A decisão da companhia surgiu após um momento concreto de confronto verbal direto. A situação ocorreu no Aeroporto do Porto e continua a circular nas redes sociais, alimentando um debate mais alargado sobre responsabilidade individual, regras de conduta e atuação das companhias aéreas.
















