Um avião da SATA que descolou de Ponta Delgada com destino a Toronto foi obrigado a realizar uma aterragem de emergência na ilha Terceira, nos Açores, depois de ter sido detetado fumo na cabine, situação que levou ao acionamento dos meios de socorro e à assistência de vários passageiros. De acordo com a SIC Notícias, a aeronave levantou voo de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, na terça-feira, 7 de julho, mas a viagem foi interrompida pouco tempo depois devido a um problema registado a bordo.
A fonte do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores indicou que foi detetado fumo na cabine. Já a companhia aérea explicou que a situação esteve relacionada com a “deteção de odores não caracterizados a bordo”, motivo que levou a tripulação a optar por uma aterragem de emergência no Aeroporto das Lajes, na ilha Terceira.
Passageiros assistidos após a aterragem
Depois de o avião aterrar em segurança, foram mobilizados vários meios de emergência para prestar assistência aos ocupantes da aeronave. Ao todo, seis pessoas necessitaram de cuidados médicos. Três foram transportadas para o Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, em Angra do Heroísmo, enquanto outras três seguiram para o Centro de Saúde da Praia da Vitória para avaliação clínica.
No momento do incidente viajavam na aeronave 136 passageiros, além de sete elementos da tripulação. O voo tinha como destino final a cidade canadiana de Toronto. Apesar da ocorrência, a informação disponível indica que a aterragem decorreu em segurança, permitindo a evacuação dos passageiros e o acompanhamento das pessoas que apresentavam necessidade de assistência médica.
Operação mobilizou vários meios de socorro
Para responder ao incidente foram destacados elementos dos Bombeiros Voluntários da Praia da Vitória e de Angra do Heroísmo, bem como uma ambulância de Suporte Imediato de Vida da ilha Terceira. A operação decorreu na pista do aeroporto, onde os meios de emergência acompanharam os passageiros após a chegada da aeronave, avaliando o estado de saúde de quem apresentava sintomas.
A explicação da SATA difere da indicação inicial avançada pelos serviços de proteção civil. Enquanto estes referiram a existência de fumo na cabine, a transportadora aérea optou por descrever a situação como uma “deteção de odores não caracterizados a bordo”.
Independentemente da origem do problema, a decisão de interromper o voo e aterrar na Terceira permitiu acionar rapidamente os meios de emergência e garantir a segurança de passageiros e tripulantes.
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