Skip to content
Postal

Postal

Informação, Opinião e Conteúdos Especiais

Menu
  • Últimas
  • Papel
    • Cultura.Sul
    • Caderno Alcoutim
  • Secções
    • Algarve
    • Nacional
      • Tempo
    • Europa
    • Mundo
    • Europe Direct Algarve
    • Economia
    • Saúde
    • Vida & Lazer
      • Astrologia
      • Animais
      • Gastronomia
    • Utilitários
    • Auto
    • Tech
    • Cultura
      • Ensino
      • Ciência
    • Desporto
    • Política
    • Opinião
    • Video
    • Pub
      • Patrocinado
  • Projetos
    • Postal Studio
    • Branded Content
    • Postal AI
  • ANUNCIAR
  • Sobre nós
    • Contactos e ficha técnica do Postal
    • Política de Privacidade
Menu
Cultura.Sul, Edição Papel

Escritora Tânia Ganho: Só escrevo quando consigo pôr-me na pele das minhas personagens

LETRAS E LEITURAS – Entrevista de Paulo Serra publicada no Caderno de Artes Cultura.Sul de abril

10:00 9 Abril, 2021 11:02 29 Novembro, 2024 | Cristina Mendonça
Definir como fonte de informação preferida
Share this...
  • Facebook
  • Messenger
  • Whatsapp
  • Twitter
  • Telegram
  • Email
  • Threads
  • Linkedin
  • Pinterest
PAULO SERRA
Doutorado em Literatura na Universidade do Algarve
Investigador do CLEPUL

Apneia, o mais recente romance de Tânia Ganho foi publicado o ano passado pela Casa das Letras e é agora um dos nomeados na categoria Melhor Livro de Ficção Lusófona do Prémio Bertrand Livreiros.

Obra de ficção literária que assenta em casos verídicos e experiências reais vividas no Tribunal de Família e Menores de Lisboa e junto do Ministério Público, da Polícia de Segurança Pública, do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e do Departamento de Investigação e Acção Penal.

Através de Adriana e Alessandro, um casal luso-italiano, e do seu filho Edoardo, Tânia Ganho dá voz às vítimas de violência doméstica e de abusos sexuais, sobretudo às crianças que se tornam, muitas vezes, arma de arremesso entre os pais. Numa trama tão densa e asfixiante quanto sóbria, a autora desfia o fio da história de Adriana, conforme ela desce a um labirinto negro em que a sua sanidade se torna cada vez mais ténue (e a arte pode ser a única salvação), enredando o leitor numa teia psicológica de manipulação e medo, em que nem Adriana nem nós conseguimos enxergar a realidade e reconhecer o inimigo.

Tânia Ganho nasceu em 1973, em Coimbra. Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, trabalhou durante vários anos em legendagem para televisão e cinema. Foi assistente convidada na Universidade de Coimbra, onde leccionou tradução literária, área a que se dedica há mais de 20 anos. Traduziu autores como Hervé Le Tellier, Angela Davis, Siri Hustvedt, Maya Angelou, Leila Slimani, Chimamanda Adichie, Amor Towles, David Lodge e Alan Hollinghurst, entre muitos outros. É autora dos romances A Vida sem Ti(2005), CubaLibre(2007), A Lucidez do Amor(2010) e AMulher-Casa(2012) e tem vários contos publicados na revista Egoísta.

Através da sua obra, Tânia Ganho dá voz às vítimas de violência doméstica e de abusos sexuais

P – Este é um livro denso, pesado. Diria mesmo que pode custar ao leitor lê-lo. Talvez tanto como lhe custou escrevê-lo?
R – Custou-me muito escrever Apneia, não só por abordar questões tão delicadas e complexas como a violência psicológica e o abuso de menores, mas também por sentir que tinha de encontrar o tom certo, o tom justo. Não queria que o livro parecesse um manifesto contra a guarda partilhada, nem um texto sensacionalista sobre o sofrimento de uma criança e de uma mulher. Queria que a narrativa fosse sóbria, sem cair no melodrama. Creio que tinha em mente livros como Os Níveis da Vida do Julian Barnes e O Ano do Pensamento MágicoeNoites Azuisda Joan Didion, que se destacam pela contenção. A Didion consegue comover-nos sem nunca ser histriónica, e eu tinha esse objectivo em mente.

P – O processo de escrita levou anos? Quase tantos como os do tempo durante o qual o processo de Adriana se arrasta?
R – Demorei cerca de sete anos a concluir o livro, porque levei muito tempo a decidir como é que ia contar a história, de que ponto de vista. Cheguei a pensar escrever da perspectiva do Alessandro, ou do Edoardo, mas foi a voz da Adriana que acabou por se impor e, a partir daí, o processo tornou-se mais fluído. O tema era tão avassalador, que precisei de anos para processar o material que tinha recolhido e as emoções que me havia suscitado.

P – Até porque o livro denota muita pesquisa, inclusivamente no trabalho artístico de Adriana, assim como nas constantes citações de autoras-mulheres.
R – A pesquisa ocupou-me mais tempo do que a escrita. Só escrevo quando consigo pôr-me na pele das minhas personagens, ter a certeza do que pensam, sentem, fazem… Para criar a personagem do Alessandro e conseguir compreendê-lo, tive de ler muito sobre perversos-narcisistas e manipuladores, queria que ele fosse plausível e não a caricatura de um monstro. E a Adriana só ganhou realmente forma quando mergulhei a fundo na pintura da Cristina Troufa e na obra de outras artistas, como Cindy Sherman, Frida Kahlo, Marina Abramovic, Helena Almeida, Francesca Woodman… Li a poesia completa de Anne Sexton, li biografias de Sexton e Plath.

P – Dessas autoras, foca-se, sobretudo na obra de Sexton que cita recorrentemente.
R – Os versos de Anne Sexton que vou citando ao longo de Apneiadão voz aos sentimentos que, por vezes, Adriana não consegue exprimir. E na sua poesia confessional, Sexton faz exactamente o mesmo que Adriana pretende fazer na pintura: diluir as fronteiras entre o público e o privado, virar a intimidade do avesso e expô-la, contar histórias pessoais dando-lhes um carácter universal. Os poemas de Sexton são janelas que se abrem para o interior de Adriana e nos mostram o que ela sente: “Estou a afundar-me um pouco, mas sempre nadando”. Ilustram o desespero e, ao mesmo tempo, a tenacidade desta mulher. Além de que Sexton dá o mote para o tema da doença mental que começa a cercar Adriana, durante o processo litigioso. Sexton e Plath escreveram e viveram no limiar entre a sanidade e a loucura, e toda a história de Adriana é um aproximar constante da beira do precipício. Julgo que o leitor sente, muitas vezes, que basta um empurrão para que Adriana caia e se afogue. Nestes processos judiciais tão longos, que se arrastam durante anos, é preciso uma enorme resistência física e mental para não baixar os braços e desistir de lutar.

Obra de ficção literária de Tânia Ganho assenta em casos verídicos e experiências reais

P – Ao ler Apneiafica a sensação de que a autora se esconde atrás de um narrador frio, objetivo, distante até. No entanto, o sentimento é de tal forma opressivo, conforme entramos na pele de Adriana, que as duas se parecem confundir mais do que aparenta…
R –Quando escrevo, vivo dentro das personagens e as personagens habitam-me, é natural que as fronteiras se esbatam. Criei a personagem da Mara, de A Mulher-Casa, enquanto vivia em Paris e, a dada altura, já dava por mim a ver tudo através dos olhos dela. Ia a exposições que achava que ela gostaria de ver, visitava lojas de tecidos e chapelarias, porque era isso que ela faria. O meu trabalho de construção das personagens é muito semelhante ao de um actor que se prepara para um papel num filme. Cheguei a ir a uma loja Dior, em Paris, provar vestidos que a Mara adorava. Para dar vida à Adriana de Apneia, passei horas a olhar para os quadros da Cristina Troufa, fui ao Porto visitar o atelier dela, estudei a sua tese de mestrado que dá uma série de pistas para outras artistas, li muitos acórdãos e textos sobre guarda partilhada, alienação parental…

“No tribunal de família e menores, quando a nossa vida e a dos nossos filhos está nas mãos de desconhecidos, o sentimento de impotência é avassalador”

P – Falando em objetividade e imparcialidade, a própria Adriana consegue muitas vezes ser estóica, como forma de proteger Edoardo, o filho. Porque, como a Tânia já teve oportunidade de manifestar, numa luta de custódia parental a criança é sempre vítima. A força da protagonista chega a ser impressionante.
R – Como escreveu a Maggie O’Farrell, «nunca subestimem uma mãe em guerra». O’Farrell usa esta expressão em Estou Viva, Estou Viva, Estou Viva, referindo-se à sua luta, enquanto mãe, contra a doença da filha. Adriana não está em guerra com Alessandro, está numa espécie de missão para proteger o filho da maldade do pai e da inépcia do tribunal. Tem de ser forte (estóica, como dizes), senão fica sem o filho, ou porque o tribunal lho tira, ou porque Alessandro o rapta, ou simplesmente porque o próprio Edoardo se vira contra ela. Acima de tudo, tem de ser lúcida, para não ferir ainda mais o filho. Ela não quer ser igual a Alessandro, ela faz ponto de honra em ser verdadeira e correcta, caso contrário Edoardo enlouqueceria debaixo de fogo cruzado.

P – Contudo, o mais desconcertante, e aflitivo do livro, é assistir a momentos-chave em que Adriana perde a capacidade de expressão. Foi intencional fazer a protagonista ficar quase sempre sem palavras quando a acusam de coisas inconcebíveis?
R – Foi, foi intencional. Estamos habituados a ver séries e filmes com cenas de tribunal, em que nos julgamentos os advogados são sempre brilhantes e toda a gente faz discursos longos e comoventes. Eu quis mostrar precisamente o oposto: no tribunal de família e menores, quando a nossa vida e a dos nossos filhos está nas mãos de desconhecidos, o sentimento de impotência é avassalador, sobretudo para as vítimas de violência doméstica. Foram «programadas» durante toda a relação para serem submissas, acatarem ordens, calarem os seus sentimentos, não protestarem sob pena de sofrerem as consequências; portanto, terem de se exprimir perante os magistrados, na presença do agressor, e de se defender de acusações horríveis, sabendo que podem perder os filhos, é de uma violência brutal. São poucas as pessoas que, nestas circunstâncias, conseguem manter o dom da palavra. Adriana balbucia, mete os pés pelas mãos, repete o que a advogada lhe disse… é incapaz de um discurso coerente, firme, porque está desfeita. Ela vê a sua própria vida como que através de um vidro, como se estivesse dentro de um aquário, e as palavras têm dificuldade em atravessar a barreira da água.

A escritora Tânia Ganho

P – Curiosamente o livro dá a sensação, por vezes, de poder ser tomado como um guia. Como se revelasse estratégias relativas a casos deste género, de violência doméstica e abusos sexuais.
R – Cada caso é um caso, mas há conselhos que se repetem nos consultórios dos bons psicólogos e psiquiatras: nunca dizer mal do outro progenitor aos filhos, nunca lhes mentir deliberadamente, nunca manipular as crianças, nunca comprar afectos e lealdades com prendas, nunca escrever e-mails a quente… O livro não pretende ser um guia, mas as situações que descrevo são muito comuns e se o que descrevo em Apneiaajudar algumas pessoas a não entrarem em guerra e a não magoarem os filhos, óptimo. Mas é um romance e pode ser lido só pelas peripécias do enredo e não nessa óptica mais «pedagógica».

P – Ainda acerca da violência, foi uma opção deliberada focar-se num casal cuja relação é pautada não pela agressão física mas pela violência psicológica? Esta é aliás tão subtil que nem Adriana se parece aperceber, apenas em relances desconexos do passado que parecem quase inocentes.
R – Quis explorar a violência psicológica, porque é subtil e insidiosa, infiltra-se nas nossas vidas e quando damos por ela, por vezes já ela nos tirou a auto-estima e despojou da força suficiente para a enfrentarmos. É uma violência ministrada a conta-gotas, é um constante jogo de dominação. O agressor avança e recua, sabe perfeitamente como dar com uma mão e tirar com a outra. Por isso vemos pessoas que nos pareciam fortes e luminosas tornarem-se apagadas e fracas sob o domínio de alguém: porque é um processo lento e discreto. A violência física, pelo contrário, é óbvia, não há nada de ambíguo num estalo ou num pontapé.

P – A cronologia aparenta ser um pouco desordenada na primeira parte do livro. Há avanços e recuos na idade da criança.
R – A cronologia só se torna «ordenada» quando Adriana perde o medo e recupera o controlo sobre a sua vida. Até aí, a narrativa acompanha o estado tumultuoso e toldado de Adriana, que não tem uma noção muito clara do que lhe está a acontecer, ela tem dificuldade em raciocinar com clareza. Os pensamentos de Adriana são como legosespalhados pelo chão e ela tropeça neles, magoa-se, apanha alguns, esquece outros.

“Não fazia ideia de que acabaria por abordar um tema tão doloroso como o do abuso de menores”

P – Como já falámos, este livro leva-nos a uma apneia, deixando-nos quase sem respiração em certos momentos. O único instante de acalmia é quando somos transportados para a Ilha, onde até o tom narrativo se altera, a combinar com o cenário idílico. Ilha essa, algures a 6 milhas de distância da cidade, mas nunca nomeada…
R – Os momentos na ilha são bolhas de oxigénio. A ilha é o espaço onde o tempo se suspende e onde Adriana consegue respirar, deixar para trás a violência da sua relação com Alessandro. Gosto muito de ilhas, sempre foram sinónimo, para mim, de serenidade e lentidão. Correspondem a uma imagem idealizada (e ingénua) de refúgio. Quando visitei a Berlenga pela primeira vez, percebi que era o cenário ideal para encarnar essa ideia de porto seguro, mas queria que fosse uma espécie de lugar mítico e não uma referência específica no mapa, por isso nunca lhe dou nome.

Romance é um dos nomeados na categoria Melhor Livro de Ficção Lusófona do Prémio Bertrand Livreiros

P – Num projeto com este fôlego, e com o desfecho imprevisto da história, esse horizonte já estava previsto quando começou a escrever? Ou os sinais presentes ao longo do livro (a misoginia de Alessandro, a multitude de crianças, …), que tão subtilmente desconcertam o leitor, ao mesmo tempo que nunca o deixam deter-se por muito tempo a reflectir, foram depois interligados e originaram um desfecho imprevisto?
R – Quando comecei a escrever o livro sabia que queria falar sobre violência psicológica em contexto familiar, mas não fazia ideia de que acabaria por abordar um tema tão doloroso como o do abuso de menores. As pistas estão lá todas, desde as primeiras páginas, e há um crescendo que só podia desembocar neste desfecho, mas eu própria demorei a perceber que estava tudo interligado. A partir do momento em que tomei consciência disso, voltei ao princípio e só depois de confirmar que havia ali um fio condutor e coerente é que escrevi os dois últimos capítulos. Quase que por imposição das próprias personagens.

P – O comportamento de Edoardo, que nos primeiros dois terços do livro, é dual, quase bipolar, com a mãe, só se torna estável quando dirige toda a raiva contra uma só pessoa. Testemunhou ou ouviu casos similares?
R – O comportamento de Edoardo torna-se estável quando ele pára de ser submetido a uma lavagem cerebral regular. Era esse constante ouvir dizer mal da mãe que suscitava tanta violência nele; Edoardo era uma criança esgaçada, forçada a escolher entre o pai e a mãe, como se não pudesse amar ambos, ser leal a ambos. Alessandro obrigou-o a «matar» a mãe dentro de si. As crianças que sofrem este tipo de pressão por parte de um progenitor sentem-se destroçadas e, quando ainda não têm capacidade de se exprimir com maturidade, reagem de maneira visceral, por vezes violenta. Li muito sobre este tema e ouvi vários relatos de casos semelhantes, em que as crianças se tornam «órfãs» de pais vivos («pais» no sentido de pai ou mãe).

P – Hoje, à luz das várias leituras e conversas em torno do livro, mudaria o final de Apneia?
R – Não, não mudava. Cheguei a delinear dois finais diferentes, ambos de um realismo que deixaria os leitores desfeitos e, depois, deixei-os de molho e não pensei nisso durante uns tempos. No fim, foram as personagens que elegeram o seu destino, foram elas que exigiram justiça poética. Por vezes, a literatura oferece-nos o final que a realidade não nos dá. Creio que todas as personagens precisavam de paz, até Alessandro.

Carta de condução. Crédito: Foto DR
Auto Nacional

Há uma nova medida para condutores a partir desta idade que têm de renovar a carta de condução: preços ainda não são conhecidos

10:10 26 Agosto, 2026 10:03 26 Agosto, 2026 | Miguel Frazão

Emissão dos atestados necessários para renovar a carta de condução tem um novo modelo que já entrou em vigor

Pine Cliffs Resort.
Algarve

Idoso alemão passa férias neste hotel no Algarve há 34 anos e oferece um jantar aos funcionários por achar que será a última visita

14:15 26 Agosto, 2026 14:16 26 Agosto, 2026 | Miguel Frazão

Cliente alemão de 85 anos despediu-se deste hotel no Algarve, depois de mais de três décadas de férias no mesmo resort

Avião da Ryanair no aeroporto.
Algarve

Faro liga dois dos três destinos mais procurados nas rotas portuguesas da Ryanair

13:28 26 Agosto, 2026 13:15 26 Agosto, 2026 | Henrique Dias Freire

Edimburgo e Viena, com voos a partir de Faro, integram os três destinos de verão destacados pela companhia, a par da cidade siciliana de Trapani

Homem a entregar dinheiro.
Economia Nacional

Está a caminho um novo apoio do Estado de 1.075€ que será pago numa única prestação: saiba quem tem direito

17:10 24 Agosto, 2026 16:07 24 Agosto, 2026 | Miguel Frazão

Mais de 600 portugueses já pediram o novo apoio de 1.075 euros do Estado, mas há requisitos a cumprir para ter acesso

Idosas na rua com frio. Crédito: Freepik AI
Tempo

Frio ‘de rachar’ está de volta: ar polar regressa a Portugal e estas regiões vão ter temperaturas abaixo dos 10 ºC

16:00 26 Agosto, 2026 16:07 25 Agosto, 2026 | Gonçalo Viegas

Massa de ar polar chega a Portugal nos próximos dias e vai afetar sobretudo duas regiões, com madrugadas com temperaturas abaixo dos 10 ºC

Dia de chuva. Crédito: Lusa
Tempo

Vem aí uma ‘tormenta’: chuva forte coloca estes 7 distritos sob aviso amarelo e estas serão as horas mais críticas

06:00 26 Agosto, 2026 12:41 25 Agosto, 2026 | João Luís

Tempo volta a agravar-se, com uma nova frente atlântica a trazer chuva intensa: IPMA coloca 7 distritos sob aviso amarelo e há horas a reter

Homem reformado. Crédito: Foto AI
Economia Europa

Reformado recupera casa após saída de ‘okupas’: recusa pagar 12.000 euros de imposto de uma habitação que não pôde usar

19:30 25 Agosto, 2026 20:01 25 Agosto, 2026 | João Luís

Depois de anos sem conseguir entrar na própria casa, um reformado francês recuperou finalmente o imóvel e encontrou-o parcialmente destruído

Vista da lua. Crédito: Magnific
Ciência Europa Nacional

Fenómeno raro vai ‘esconder’ quase toda a Lua esta madrugada: saiba a que horas olhar para o céu e onde terá as melhores vistas em Portugal

11:50 26 Agosto, 2026 12:30 26 Agosto, 2026 | Tiago Alcobia

Quem acordar cedo poderá assistir a um fenómeno raro no céu. Descubra a melhor hora para ver o eclipse lunar em Portugal

Algarve Nacional Política

Eduardo Teixeira passa a coordenar autarcas do Chega e Rui Cristina integra comissão

18:40 26 Agosto, 2026 17:48 26 Agosto, 2026 | Henrique Dias Freire

Presidente da Câmara de Albufeira, Rui Cristina, integra a comissão nacional de autarcas do Chega, agora coordenada por Eduardo Teixeira

Nacional Tech

É oficial: nova lei entra em vigor hoje em Portugal e traz novas regras para estes portugueses

18:00 25 Agosto, 2026 15:47 25 Agosto, 2026 | Rubén Gonçalves

Nova lei entra em vigor esta terça-feira em Portugal e altera as regras para os radioamadores, com mudanças no acesso à atividade, certificados e autorizações

Pessoa a avaliar o desgaste dos pneus. Crédito: Freepik
Auto Europa

Espanhóis revelam: saiba como perceber se um carro usado esconde avarias antes de o comprar

13:00 26 Agosto, 2026 13:57 26 Agosto, 2026 | João Luís

Um carro em segunda mão pode parecer estar em bom estado mas esconder problemas: há sinais que convém verificar antes de fechar negócio

Economia Mundo Tech

Meta aceita pagar até 14,3 mil milhões de euros por processos sobre dependência de menores

18:20 26 Agosto, 2026 17:29 26 Agosto, 2026 | Henrique Dias Freire

Após um acordo com 29 estados norte-americanos, a Meta comprometeu-se a alterar Facebook e Instagram e poderá pagar até 14,3 mil milhões de euros

Ilha de Formentera. Crédito: Freepik
Europa

Ilha paradisíaca ‘pacífica’ fica a 2 horas de Portugal e tem praias de água cristalina onde a água chega quase aos 30 graus

17:50 25 Agosto, 2026 15:32 25 Agosto, 2026 | Gonçalo Viegas

Com praias de águas cristalinas que chegam quase aos 30 ºC, esta ilha a cerca de 2 horas de Portugal pode ser uma opção a considerar para as próximas férias

Idosa a mexer em dinheiro na carteira. Crédito: Freepik
Economia Nacional

Já recebe reforma? Pode ter direito a uma segunda pensão (mas tem um prazo para o fazer sem perder dinheiro)

07:00 24 Agosto, 2026 17:11 23 Agosto, 2026 | João Luís

Recebe reforma? Em determinadas situações pode acumular outra pensão, mas deixar passar o prazo pode significar perder pagamentos

Supermercado da Mercadona. Crédito: Foto DR
Economia Nacional

Mercadona ‘acelera’ e já abriu nova loja em Portugal: conheça a sua localização

19:00 25 Agosto, 2026 19:23 25 Agosto, 2026 | Daniel Fallows

Um novo supermercado Mercadona abriu em Portugal, numa localização que passa a integrar a rede da cadeia espanhola

Mulher no Multibanco. Crédito: Freepik AI
Economia Nacional

Banco de Portugal ‘avisa’: é proibido efetuar pagamentos em dinheiro acima deste valor em Portugal

18:20 23 Agosto, 2026 16:37 23 Agosto, 2026 | Gonçalo Viegas

Teto máximo para pagamentos em dinheiro em Portugal situa-se abaixo do novo teto europeu, que entra em vigor no próximo ano

Carta de condução. Crédito: Foto DR
Auto, Nacional

Há uma nova medida para condutores a partir desta idade que têm de renovar a carta de condução: preços ainda não são conhecidos

10:10 26 Agosto, 2026 10:03 26 Agosto, 2026 | Miguel Frazão

Emissão dos atestados necessários para renovar a carta de condução tem um novo modelo que já entrou em vigor

Pine Cliffs Resort.
Algarve

Idoso alemão passa férias neste hotel no Algarve há 34 anos e oferece um jantar aos funcionários por achar que será a última visita

14:15 26 Agosto, 2026 14:16 26 Agosto, 2026 | Miguel Frazão

Cliente alemão de 85 anos despediu-se deste hotel no Algarve, depois de mais de três décadas de férias no mesmo resort

Avião da Ryanair no aeroporto.
Algarve

Faro liga dois dos três destinos mais procurados nas rotas portuguesas da Ryanair

13:28 26 Agosto, 2026 13:15 26 Agosto, 2026 | Henrique Dias Freire

Edimburgo e Viena, com voos a partir de Faro, integram os três destinos de verão destacados pela companhia, a par da cidade siciliana de Trapani

Homem a entregar dinheiro.
Economia, Nacional

Está a caminho um novo apoio do Estado de 1.075€ que será pago numa única prestação: saiba quem tem direito

17:10 24 Agosto, 2026 16:07 24 Agosto, 2026 | Miguel Frazão

Mais de 600 portugueses já pediram o novo apoio de 1.075 euros do Estado, mas há requisitos a cumprir para ter acesso

Idosas na rua com frio. Crédito: Freepik AI
Tempo

Frio ‘de rachar’ está de volta: ar polar regressa a Portugal e estas regiões vão ter temperaturas abaixo dos 10 ºC

16:00 26 Agosto, 2026 16:07 25 Agosto, 2026 | Gonçalo Viegas

Massa de ar polar chega a Portugal nos próximos dias e vai afetar sobretudo duas regiões, com madrugadas com temperaturas abaixo dos 10 ºC

Dia de chuva. Crédito: Lusa
Tempo

Vem aí uma ‘tormenta’: chuva forte coloca estes 7 distritos sob aviso amarelo e estas serão as horas mais críticas

06:00 26 Agosto, 2026 12:41 25 Agosto, 2026 | João Luís

Tempo volta a agravar-se, com uma nova frente atlântica a trazer chuva intensa: IPMA coloca 7 distritos sob aviso amarelo e há horas a reter

Homem reformado. Crédito: Foto AI
Economia, Europa

Reformado recupera casa após saída de ‘okupas’: recusa pagar 12.000 euros de imposto de uma habitação que não pôde usar

19:30 25 Agosto, 2026 20:01 25 Agosto, 2026 | João Luís

Depois de anos sem conseguir entrar na própria casa, um reformado francês recuperou finalmente o imóvel e encontrou-o parcialmente destruído

Vista da lua. Crédito: Magnific
Ciência, Europa, Nacional

Fenómeno raro vai ‘esconder’ quase toda a Lua esta madrugada: saiba a que horas olhar para o céu e onde terá as melhores vistas em Portugal

11:50 26 Agosto, 2026 12:30 26 Agosto, 2026 | Tiago Alcobia

Quem acordar cedo poderá assistir a um fenómeno raro no céu. Descubra a melhor hora para ver o eclipse lunar em Portugal

Algarve, Nacional, Política

Eduardo Teixeira passa a coordenar autarcas do Chega e Rui Cristina integra comissão

18:40 26 Agosto, 2026 17:48 26 Agosto, 2026 | Henrique Dias Freire

Presidente da Câmara de Albufeira, Rui Cristina, integra a comissão nacional de autarcas do Chega, agora coordenada por Eduardo Teixeira

Nacional, Tech

É oficial: nova lei entra em vigor hoje em Portugal e traz novas regras para estes portugueses

18:00 25 Agosto, 2026 15:47 25 Agosto, 2026 | Rubén Gonçalves

Nova lei entra em vigor esta terça-feira em Portugal e altera as regras para os radioamadores, com mudanças no acesso à atividade, certificados e autorizações

Pessoa a avaliar o desgaste dos pneus. Crédito: Freepik
Auto, Europa

Espanhóis revelam: saiba como perceber se um carro usado esconde avarias antes de o comprar

13:00 26 Agosto, 2026 13:57 26 Agosto, 2026 | João Luís

Um carro em segunda mão pode parecer estar em bom estado mas esconder problemas: há sinais que convém verificar antes de fechar negócio

Economia, Mundo, Tech

Meta aceita pagar até 14,3 mil milhões de euros por processos sobre dependência de menores

18:20 26 Agosto, 2026 17:29 26 Agosto, 2026 | Henrique Dias Freire

Após um acordo com 29 estados norte-americanos, a Meta comprometeu-se a alterar Facebook e Instagram e poderá pagar até 14,3 mil milhões de euros

Ilha de Formentera. Crédito: Freepik
Europa

Ilha paradisíaca ‘pacífica’ fica a 2 horas de Portugal e tem praias de água cristalina onde a água chega quase aos 30 graus

17:50 25 Agosto, 2026 15:32 25 Agosto, 2026 | Gonçalo Viegas

Com praias de águas cristalinas que chegam quase aos 30 ºC, esta ilha a cerca de 2 horas de Portugal pode ser uma opção a considerar para as próximas férias

Idosa a mexer em dinheiro na carteira. Crédito: Freepik
Economia, Nacional

Já recebe reforma? Pode ter direito a uma segunda pensão (mas tem um prazo para o fazer sem perder dinheiro)

07:00 24 Agosto, 2026 17:11 23 Agosto, 2026 | João Luís

Recebe reforma? Em determinadas situações pode acumular outra pensão, mas deixar passar o prazo pode significar perder pagamentos

Supermercado da Mercadona. Crédito: Foto DR
Economia, Nacional

Mercadona ‘acelera’ e já abriu nova loja em Portugal: conheça a sua localização

19:00 25 Agosto, 2026 19:23 25 Agosto, 2026 | Daniel Fallows

Um novo supermercado Mercadona abriu em Portugal, numa localização que passa a integrar a rede da cadeia espanhola

Mulher no Multibanco. Crédito: Freepik AI
Economia, Nacional

Banco de Portugal ‘avisa’: é proibido efetuar pagamentos em dinheiro acima deste valor em Portugal

18:20 23 Agosto, 2026 16:37 23 Agosto, 2026 | Gonçalo Viegas

Teto máximo para pagamentos em dinheiro em Portugal situa-se abaixo do novo teto europeu, que entra em vigor no próximo ano

Últimas Notícias

  • Governo ‘abre a porta’ a dinheiro extra para estes pensionistas em 2026: tudo depende desta condição
    Governo ‘abre a porta’ a dinheiro extra para estes pensionistas em 2026: tudo depende desta condição
  • “Tudo errado”: empresária defende que teria de treinar um funcionário que não responde a mensagens fora do horário de trabalho e gera polémica
    “Tudo errado”: empresária defende que teria de treinar um funcionário que não responde a mensagens fora do horário de trabalho e gera polémica
  • Eduardo Teixeira passa a coordenar autarcas do Chega e Rui Cristina integra comissão
    Eduardo Teixeira passa a coordenar autarcas do Chega e Rui Cristina integra comissão
  • Espanhóis rendem-se a esta pequena localidade do Algarve: dizem que aqui está a região “reduzida ao essencial”
    Espanhóis rendem-se a esta pequena localidade do Algarve: dizem que aqui está a região “reduzida ao essencial”
  • Meta aceita pagar até 14,3 mil milhões de euros por processos sobre dependência de menores
    Meta aceita pagar até 14,3 mil milhões de euros por processos sobre dependência de menores

Opinião

  • Corpo, saúde e modernidade | Por José Figueiredo Santos
    Corpo, saúde e modernidade | Por José Figueiredo Santos
  • Como manter a pele hidratada | Por Isabel Conceição
    Como manter a pele hidratada | Por Isabel Conceição
  • Portugal lidera a Europa nas praias com bandeira azul
    Portugal lidera a Europa nas praias com bandeira azul

Europe Direct Algarve

  • Para breve em Portugal? Neste país da UE atravessar a estrada ao telemóvel pode passar a dar multa
    Para breve em Portugal? Neste país da UE atravessar a estrada ao telemóvel pode passar a dar multa
  • Portugal falhou prazos de diretivas europeias: saiba quando pode invocar regras mesmo sem lei portuguesa
    Portugal falhou prazos de diretivas europeias: saiba quando pode invocar regras mesmo sem lei portuguesa
Há um novo Postal nas bancas com o Expresso
Seguir
Configurações de privacidade
©2026 Postal

Subscreva a newsletter
do POSTAL

Pode sempre cancelar a qualquer momento