A mulher suspeita de matar a mãe e de esconder o corpo na habitação onde ambas viviam, em Olhão, foi transportada de urgência para o hospital depois de as guardas prisionais terem suspeitado de um surto psicótico.
O episódio aconteceu na noite de sexta-feira, 17 de julho, no Estabelecimento Prisional de Tires, onde Sandra Gregório, de 40 anos, se encontra detida.
Segundo o Correio da Manhã, a mulher começou a sentir-se mal no interior da prisão, levando as guardas a alertarem os meios de emergência.
INEM transportou suspeita para o hospital
Perante a possibilidade de se tratar de um surto psicótico, o Instituto Nacional de Emergência Médica foi chamado ao estabelecimento prisional.
Sandra Gregório foi transportada para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde foi observada por uma equipa médica.
A suspeita não ficou internada, tendo recebido alta pouco tempo depois e regressado ao Estabelecimento Prisional de Tires.
Mulher é suspeita de matar a mãe em Olhão
Sandra Gregório é suspeita de matar a mãe, Rogélia Dimas, de 69 anos, na cidade de Olhão.
O cadáver da vítima terá sido escondido num espaço exterior da habitação, depois de alegadamente ter sido alvo de agressões por parte da filha.
A mulher encontrava-se em fuga à Justiça há mais de dois anos quando o crime foi descoberto.
Já tinha sido condenada por atacar a mãe
Antes deste caso, Sandra Gregório já tinha sido condenada por tentar estrangular a própria mãe, segundo o mesmo jornal.
A relação entre ambas seria marcada por episódios de violência, tendo a vítima sido alegadamente agredida em várias ocasiões.
As circunstâncias do homicídio continuam a ser investigadas pelas autoridades.
Sindicato alerta para falta de médicos à noite
Na sequência do episódio ocorrido em Tires, Frederico Morais, presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional, alertou para a falta de acompanhamento médico durante os períodos noturnos nas prisões.
O responsável defende a presença de profissionais de saúde nos estabelecimentos prisionais durante a noite, de forma a permitir uma resposta mais rápida a situações clínicas urgentes.
Leia também: Eletrificação da Linha do Algarve aumenta oferta e liberta automotoras para Oeste e Alentejo















