O Festival Emersivo regressa em 2026 para a sua segunda edição e já abriu as candidaturas destinadas a artistas emergentes, através de uma open call que decorre até ao dia 22 de março. Criado em 2025, o projeto afirmou-se desde a primeira edição como um festival itinerante dedicado à valorização da cultura emergente e à descentralização da criação artística em Portugal.
No ano de estreia, o Festival Emersivo percorreu o país de norte a sul, apresentando uma programação marcada por “contrastes, antagonismos e cruzamentos inesperados”, que reuniu música, palavra, performance e práticas artísticas híbridas. Segundo a organização, mais do que um alinhamento artístico, o festival assumiu-se como “um espaço de encontro entre artistas e públicos, territórios e linguagens, risco e descoberta”.
A primeira edição passou por Louro, no concelho de Vila Nova de Famalicão, Vila Ruiva, no concelho de Cuba, e terminou em Faro. Ao longo do percurso, o palco Emersivo acolheu uma diversidade de artistas emergentes, promovendo uma comunhão interdisciplinar de descoberta. David Garcez, Evaya, Jacaréu, JUG, Marta Lima, Mirage People, Mutu e Recante foram alguns dos nomes que integraram a programação apresentada.
Open call para integrar a edição de 2026
Após o balanço positivo da edição inaugural, o Festival Emersivo prepara agora um novo ciclo, mantendo a missão de dar visibilidade a criadores emergentes e de construir pontes entre territórios, linguagens e públicos. Nesse sentido, está aberta uma open call destinada a artistas que pretendam integrar a programação de 2026.
Embora exista primazia por projetos nas áreas da música e da poesia, o festival aceita também propostas de outras expressões artísticas, desde que “originais, disruptivas e diferenciadoras”. As candidaturas decorrem até 22 de março e devem ser submetidas através do site oficial emersivo.pt.
Nova edição arranca em Vila Nova de Famalicão
A organização revelou ainda a primeira paragem da segunda edição. Nos dias 22 e 23 de maio, o Festival Emersivo regressa à Casa do Artista Amador, em Vila Nova de Famalicão, dando início a um novo ciclo de programação.
A segunda edição pretende consolidar o festival enquanto plataforma itinerante de cultura emergente, reforçando a qualidade das experiências artísticas e alargando o seu alcance, sem perder o espírito de proximidade, abertura e experimentação que o caracteriza.
O Festival Emersivo é organizado pela associação A Tal Emersa e produzido pela Epopeia Records.
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