A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve seis suspeitos por roubos agravados e furtos qualificados nos concelhos de Olhão e Faro, no âmbito de duas operações policiais realizadas nos dias 6 e 8 de julho, anunciou o Comando Territorial de Faro.
As operações foram conduzidas pelo Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Faro, na sequência de investigações desenvolvidas ao longo dos últimos meses.
Segundo a GNR, as diligências permitiram apurar a existência de uma rede organizada suspeita de se dedicar a roubos com recurso a violência física grave contra idosos e pessoas vulneráveis.
Operações decorreram em Olhão e Faro
A investigação culminou no cumprimento de seis mandados de detenção fora de flagrante delito, seis mandados de busca domiciliária e cinco mandados de busca não domiciliária.
A primeira operação, realizada no dia 6 de julho, permitiu deter três homens, dois de 19 anos e um de 23, fortemente indiciados pela prática de vários roubos e furtos qualificados.
Na segunda operação, realizada esta quarta-feira e ainda em curso à data da comunicação da GNR, foram detidos dois homens, de 27 e 46 anos, e uma mulher, de 44, suspeitos da prática de roubos com recurso a violência física grave, dirigidos sobretudo contra pessoas vulneráveis e idosas.
Dois suspeitos em prisão preventiva
Na sequência das operações, três dos suspeitos já foram presentes a primeiro interrogatório judicial no Tribunal Judicial de Faro.
A dois dos detidos, ambos de 19 anos, foi aplicada a medida de coação de prisão preventiva. Ao suspeito de 23 anos foi determinada a obrigação de apresentações diárias perante as autoridades.
Os restantes detidos serão presentes à autoridade judiciária competente para aplicação das respetivas medidas de coação.
A Guarda Nacional Republicana reafirma “o seu compromisso no combate à criminalidade violenta, em especial àquela que afeta pessoas particularmente vulneráveis, prosseguindo diariamente a sua missão de proteção das populações, de reforço do sentimento de segurança e de preservação da tranquilidade pública”.
A investigação contou com o reforço da estrutura de Investigação Criminal do Comando Territorial de Faro e do Destacamento Territorial de Faro, bem como com o apoio da Polícia de Segurança Pública.
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