Último classificado da II Liga, o Portimonense falhou o controlo salarial de novembro realizado pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) e foi notificado para, no prazo de 15 dias, demonstrar a inexistência de dívidas relativas aos últimos três meses.
Segundo uma nota divulgada na quarta-feira pela LPFP, 32 das 33 sociedades desportivas que competem nos dois escalões profissionais, incluindo três equipas B, cumpriram a obrigação de comprovar, até segunda-feira, a ausência de dívidas referentes aos meses de outubro, novembro e dezembro.
O Portimonense foi a única exceção, tendo sido notificado para apresentar a documentação que comprove o cumprimento das obrigações salariais nesse período, bem como para atestar a regularidade das suas obrigações contributivas e tributárias.
Também num período de 15 dias, o Rio Ave, do escalão principal, terá de complementar as informações já submetidas à LPFP em relação a obrigações contributivas e tributárias.
Em setembro, no controlo referente a maio, junho, julho e agosto, o Portimonense já não tinha apresentado inicialmente toda a documentação sobre o cumprimento de obrigações contributivas e tributárias, situação resolvida no prazo adicional atribuído pelo organismo.
Ao fim de 14 jornadas, os algarvios ocupam o último lugar da II Liga, com 12 pontos, três abaixo do último posto de manutenção e da vaga de acesso ao play-off de permanência.
Além dos problemas salariais, o Portimonense está impedido de registar novos jogadores por determinação da FIFA, que aplicou quatro sanções de outubro a dezembro – três são válidas por três períodos de inscrição, enquanto a outra apresenta uma duração ilimitada.
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