Ana Cruz foi reeleita presidente das Mulheres Socialistas do Algarve, nas eleições realizadas no passado sábado, 20 de junho, para a nova direção regional da estrutura.
A empresária, natural e residente em Vila do Bispo, encabeçou a candidatura “Mais Futuro, Mais Igualdade”, que obteve 92,3% dos votos. A lista para a Comissão Política Regional alcançou uma aprovação de 93,8%, reunindo militantes de todos os concelhos algarvios.
Segundo a estrutura, o resultado assegura “uma forte coesão territorial” e reforça a legitimidade da nova direção para o próximo mandato.
Novo mandato aposta na igualdade e participação cívica
A moção estratégica que sustenta o novo mandato defende políticas públicas centradas na dignidade humana, na igualdade de oportunidades e nos direitos das mulheres, assumindo estes temas como prioridades da ação política regional.
O plano de trabalho assenta em quatro eixos fundamentais, começando pelo empoderamento feminino e pelo incentivo a uma participação mais ativa das mulheres na vida pública e cívica do Algarve.
A estrutura pretende ainda reforçar a sua presença na sociedade, através da criação de novos espaços de debate e reflexão, orientados para a construção de respostas progressistas no domínio da igualdade.
A agenda política das Mulheres Socialistas do Algarve irá também dar prioridade aos temas considerados mais urgentes para o quotidiano e bem-estar das populações algarvias.
No plano interno, a organização pretende tornar-se mais próxima, aberta e participativa, com a realização regular de encontros temáticos, fóruns e colóquios.
Ana Cruz reafirmou a determinação coletiva em combater as assimetrias sociais e manter o trabalho de proximidade no terreno.
“Ainda precisamos de lutar pela igualdade para que ninguém fique para trás. A igualdade não é um acessório, é uma condição essencial para alcançarmos a tão ambicionada justiça social”, afirmou a presidente reeleita.
Com este resultado, as Mulheres Socialistas do Algarve iniciam o novo mandato com uma equipa representativa de todo o território algarvio e com o objetivo de se afirmarem como uma estrutura ativa, participativa e focada no futuro da região.
Leia também: Unidade de biometano já abastece parte de Olhão e Portimão, diz nova associação
















