A Comissão Coordenadora de Castro Marim da CDU – Coligação Democrática Unitária anunciou os nomes dos seus primeiros cabeças de lista aos órgãos autárquicos do concelho, apresentando Maria José Madeira à Câmara Municipal e João Francisco Dias à Assembleia Municipal.
Segundo a CDU, Maria José de Jesus Fernandes Madeira, de 51 anos, é a candidata à presidência da autarquia. Natural de Tavira, reside em Altura há 50 anos e é gerente comercial numa cadeia de supermercados da empresa Alisuper/N&F, onde representa a Comissão de Trabalhadores. Com formação em Técnicas Administrativas e frequência do curso superior de Contabilidade e Gestão, a candidata é ainda dirigente sindical do CESP – Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, cargo que acumula com a função de coordenadora regional.

Maria José Madeira integra também a União dos Sindicatos do Algarve (USAL), da qual é dirigente e membro da Comissão Executiva, bem como a Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens da CGTP-IN, em que exerce funções a nível nacional. Militante do PCP, faz parte da Comissão Concelhia de Castro Marim do partido.
À Assembleia Municipal, a CDU apresenta João Francisco Valente Lopes Dias, de 67 anos, engenheiro técnico agrário. Natural de Alcoutim, frequentou a antiga Escola de Regentes Agrícolas de Évora, tendo trabalhado na Direção Regional de Agricultura do Algarve, em várias zonas do sotavento, bem como na Estação Agrária de Tavira e no Instituto da Conservação da Natureza e Florestas. Atualmente reformado, João Dias já foi candidato em anteriores eleições autárquicas pela CDU nos concelhos de Alcoutim e Castro Marim, onde chegou a ser eleito. Também ele é militante do PCP e membro da Comissão Concelhia de Castro Marim.

Na nota enviada, a CDU sublinha que, “com esta divulgação, avança na preparação das eleições autárquicas de outubro, procurando alcançar representação nos órgãos municipais”. A coligação reforça ainda que “a presença da CDU faz falta a Castro Marim, ao concelho, às suas freguesias e às suas populações”.
A Comissão Coordenadora acrescenta que a CDU é reconhecida pelo seu “projeto distintivo”, contando com “gente séria ao serviço das populações”. “É a voz que não cala injustiças e exige respostas para a vida da maioria, é a força em que todos podem confiar”, conclui a estrutura concelhia.
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