O Centro Cultural de Lagos inaugura, este sábado, 18 de julho, às 17:30, o terceiro ciclo expositivo de 2026, composto pelas exposições “Entre o Invisível e o Essencial”, de Joana Varatojo e Clara Buser, e “Core Cuore”, apresentada pela associação cultural casaBranca.
As duas mostras poderão ser visitadas gratuitamente até 26 de setembro, de terça-feira a sábado, entre as 10:00 e as 18:00.

Instalada nas salas de exposições 2 e 3, “Entre o Invisível e o Essencial” reúne trabalhos de Joana Varatojo e Clara Buser, duas artistas que abordam a transformação através de linguagens distintas, mas complementares.
Entre a observação da natureza e a descoberta do mundo interior, a exposição estabelece um diálogo entre o visível e o invisível, recorrendo à cor, à abstração e ao universo simbólico para refletir sobre a mudança, as emoções e os processos de renovação.
Atividades convidam o público a participar
A programação associada à exposição inclui a pintura coletiva “Sementes para o Futuro”, orientada por Joana Varatojo e aberta à participação do público durante a inauguração e, novamente, no dia 19 de setembro.
Clara Buser promove um workshop de pintura e colagem no dia 25 de julho, às 15:00, e orienta um círculo de voz e canto de mantras a 26 de setembro.
As inscrições para estas atividades devem ser efetuadas através do endereço eletrónico [email protected].
“Core Cuore” reflete sobre vida digital e redes sociais
Na sala de exposições 1, “Core Cuore” é apresentada pela associação cultural casaBranca, com curadoria de Ana Borralho e João Galante, na sequência da 12.ª edição do Festival Verão Azul.
A mostra reúne trabalhos de Andy Thomas, Jordan Stone, Molly Soda, John Rising e Noper e parte da estética digital “corecore”, caracterizada pela combinação de imagens, sons e referências da cultura online.

A exposição aborda temas como a hiperconectividade, a saturação de informação, a alienação e a construção da identidade nas redes sociais. Através de propostas audiovisuais e ambientes imersivos, convida o público a refletir sobre as contradições de um mundo permanentemente ligado, mas nem sempre verdadeiramente próximo.
Promovido pelo Município de Lagos, com o apoio da Direção-Geral das Artes, através da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses, o ciclo estará patente até 26 de setembro, com entrada gratuita.
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