Tavira irá dispor em breve do mais moderno Teatro a Sul do país.
O impacto na adormecida vida cultural da cidade irá ser certamente notável.
O tecido social da cidade, tem vindo nos últimos anos, a sofrer profunda alteração.
Os tradicionais tavirenses, tem vindo paulatinamente, a dar lugar a uma população cosmopolita, culta, de mais elevado nível económico e, consequentemente, com maior exigência no que respeita à fruição de bens culturais.

Presidente da Direção da Casa das Artes de Tavira
O magnifico espaço do Quartel da Atalaia, praticamente sem utilização, ofereceria condições para uma rápida e economicamente viável instalação de tal espaço museológico
Sucede que, para além do Palácio da Galeria, Museu Islâmico e Biblioteca Municipal, a nível institucional e da Casa Álvaro de Campos, Clube de Tavira e Casa das Artes, no campo privado, a cidade pouco mais tem a oferecer.
A urgência da entrada em funcionamento do Teatro, torna-se assim manifesta.
Tavira dispõe das melhores condições para assumir maior protagonismo na vida cultural do Algarve.
Pelo que muito há que fazer neste campo, haja vontade política para tal.
Para além do Centro Cultural (Museu de Arte Contemporânea/Escola de Artes Visuais), há muito desejado, apresenta-se como uma prioridade prestar homenagem ao ilustre arqueólogo, autor de imensa obra, onde avulta a Carta Arqueológica do Algarve, Sebastião Philipes Martins Estácio da Veiga, nascido em 06 de maio de 1828, em Tavira.
A reunião num espaço museológico do vasto e disperso património inventariado, por este ilustre Tavirense, em grande parte desconhecido do grande publico, constitui um novo projeto, viável e ao alcance da Autarquia.
O magnifico espaço do Quartel da Atalaia, praticamente sem utilização, ofereceria condições para uma rápida e economicamente viável instalação de tal espaço museológico.
A sua inauguração, em 06 maio de 2028, quando do bicentenário do nascimento deste iminente tavirense, é mais uma sugestão que aqui deixamos para reflexão publica.
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