Os dois agentes da PSP detidos na quinta-feira por suspeitas do crime de tortura ficaram em prisão preventiva, afirmou este domingo a Procuradoria-Geral da República (PGR).
Os dois agentes da PSP “ficaram sujeitos à medida de coação de prisão preventiva”, após interrogatório judicial, disse a PGR, em resposta à agência Lusa, não esclarecendo quais os crimes de que estão indiciados os dois arguidos.
Aquando da detenção, a PGR afirmava que havia suspeitas da prática de crimes de tortura, ofensas à integridade física qualificadas, peculato e falsificações.
“Até ao momento, encontram-se denunciados cerca de uma dezena de ilícitos”, acrescentou a PGR, numa nota publicada na quinta-feira no seu ‘site’, referindo ainda que foi a PSP que denunciou os factos em investigação.
As buscas decorreram em algumas esquadras da primeira Divisão Policial de Lisboa e fonte policial adiantou à Lusa que aconteceram, pelo menos, nas esquadras do Bairro Alto e do Rato.
Além das buscas feitas nas esquadras, o Ministério Público fez também buscas domiciliárias.
Na sexta-feira, a Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) disse que foi aberto um processo administrativo ao caso das suspeitas de tortura em esquadras da PSP, em Lisboa, e que aguarda o envio de informações desta polícia.
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PJ detém dois homens suspeitos de homicídio em Mangualde
A Polícia Judiciária (PJ) deteve dois homens suspeitos de matar uma pessoa em Mangualde, na sexta-feira, afirmou este domingo aquela força de investigação criminal.
Os dois detidos são suspeitos de matar um homem de 59 anos “por motivo fútil”, na sequência de um desentendimento em Mangualde, no distrito de Viseu, disse a PJ, em comunicado enviado hoje à agência Lusa.
Segundo a nota, os dois homens terão agredido “brutalmente a vítima”, com recurso a murros e pontapés em várias partes do corpo, “com especial incidência na zona da cabeça”.
De acordo com a PJ, após as agressões, a assistência médica foi acionada, tendo confirmado a morte da vítima no local.
“No decurso da investigação, foi possível reunir elementos probatórios que permitiram avançar para a detenção dos agressores”, acrescentou.
Os dois detidos, com 39 e 60 anos, irão ser presentes a primeiro interrogatório judicial para definição das medidas de coação.
















