O Conversas de Alpendre, unidade de turismo rural situada em Vila Nova de Cacela, apresenta neste verão um conjunto de experiências centradas na natureza, na gastronomia regional e na descoberta do sotavento algarvio.
Instalado numa antiga casa familiar recuperada, o espaço conjuga elementos da arquitetura tradicional algarvia, peças de artesanato local e soluções contemporâneas, procurando preservar a ligação à paisagem envolvente.

A proposta inclui, entre outras atividades, uma deslocação num veículo UMM por caminhos rurais, seguida de uma travessia de barco até à Praia da Fábrica. No local, são disponibilizados equipamentos de praia e uma cesta de piquenique preparada de acordo com as preferências dos participantes.
Gastronomia assente em produtos locais
A alimentação integra igualmente a experiência apresentada pela unidade, desde os pequenos-almoços, preparados com produtos frescos e locais, até aos jantares confecionados pelo chefe residente.
Pão acabado de cozer, fruta da época, requeijão artesanal, granola caseira, mel e sumos naturais encontram-se entre os produtos referidos pelo Conversas de Alpendre. A cozinha procura ainda acompanhar a sazonalidade e recorrer a produtores da região.

“Criámos o Conversas de Alpendre para ser uma casa onde as pessoas se sintam verdadeiramente acolhidas. Acreditamos que a felicidade está nas coisas simples: numa conversa sem horas, numa refeição feita com produtos da terra, no silêncio da natureza ou num pôr do sol partilhado. Receber bem é cuidar de cada detalhe com autenticidade e deixar que cada hóspede viva o Algarve de forma genuína e sem pressa”, afirma Marta Guevara, proprietária do Conversas de Alpendre.
Alojamento inclui casa construída sobre uma alfarrobeira
A propriedade dispõe de diferentes tipologias de alojamento, entre suites com terraço, suites superiores e standard, uma cabana com chuveiro exterior, um apartamento independente e um antigo armazém convertido num loft destinado a famílias.

A oferta inclui ainda a Casa da Árvore, uma estrutura construída em madeira sobre uma alfarrobeira, a cerca de 6,5 metros de altura. O alojamento dispõe de dois terraços privados, vistas sobre o campo e o oceano e um chuveiro com cromoterapia.
Segundo a unidade, o projeto procura proporcionar estadias associadas à tranquilidade, ao contacto com a natureza e à valorização da identidade e dos recursos locais.
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