A madrugada desta quarta-feira, 2 de outubro, ficou marcada por um novo sismo ao largo do Algarve. O abalo, registado às 1:12 h, atingiu a magnitude 3,3 na escala de Richter e teve epicentro a cerca de 50 quilómetros a sul-sudoeste de Olhão, no distrito de Faro. A informação foi divulgada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
“Até à elaboração deste comunicado não foi recebida nenhuma informação confirmando que este sismo tenha sido sentido”, sublinhou o IPMA.
Um segundo registo em poucos dias
De acordo com a mesma fonte, o abalo desta madrugada sucede a outro registado na madrugada de segunda-feira, 29 de setembro, também ao largo da costa algarvia. Esse sismo, de magnitude 2,8, verificou-se pelas 03:55 h, a cerca de 30 quilómetros a sul-sudoeste de Albufeira, conforme noticiou o Algarve Marafado.
Escreve a RTP que o sismo de Olhão se enquadra na categoria de “pequeno” segundo a escala de Richter, que classifica magnitudes entre 3,0 e 3,9.
Recomendações em caso de sismo
Acrescenta o portal Porto. que, perante situações de risco sísmico, é essencial manter a calma e procurar abrigo imediato. Entre as medidas indicadas estão permanecer em casa até o tremor cessar, resguardar-se debaixo de uma mesa resistente ou junto a uma parede interior sólida e evitar correr para o exterior ou utilizar elevadores.
Em espaço público é aconselhado procurar áreas abertas, afastadas de edifícios, árvores, postes de eletricidade e do mar.
Posições de segurança e cuidados após o abalo
Durante um sismo é recomendado executar os gestos de autoproteção: baixar, proteger e aguardar. A orientação é ajoelhar-se, cobrir a cabeça e o pescoço com as mãos ou permanecer debaixo de uma estrutura robusta até ao fim do tremor.
Conforme a mesma fonte, após um abalo devem ser verificados possíveis danos estruturais, ruturas ou fugas de gás, e evitada a utilização de elevadores. Se for detetado algum cheiro a gás, deve abandonar o local e alertar de imediato as autoridades.
Note que os dois sismos registados no espaço de dois dias não tiveram impacto assinalado na população, mas serviram para reforçar as orientações de segurança em situações de risco sísmico. O IPMA sublinha que, apesar de magnitudes reduzidas, é fundamental conhecer e aplicar as regras de autoproteção.
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