
A Escola Pinheiro e Rosa, em Faro, foi encerrada no passado dia 18 de junho depois de ter sido detetado um caso de covid-19 positivo na instituição, neste caso, numa das funcionárias.
Em conversa com o diretor do agrupamento, Francisco Soares, o POSTAL confirmou o caso e apurou que todos os funcionários iriam ficar em quarentena. Depois de detetado o primeiro caso, “testaram positivo ao covid-19 mais duas funcionárias da nossa escola”, confirmou o diretor em comunicado. Ambas estavam assintomáticas e, portanto, desconheciam que tinham a doença.
O responsável escreveu ontem que “vamos terminar imediatamente com as aulas presenciais e substituí-las a partir [de hoje] por aulas síncronas, para que os professores tenham a oportunidade de terminar processos em curso com os alunos”.
Francisco Soares revelou agora “boas notícias”. O diretor do agrupamento afirmou que todos os testes deram negativo e, deste modo, o pequeno foco de contágio na Escola Pinheiro e Rosa foi controlado.
Logo após a deteção do primeiro caso, foram tomadas as devidas medidas de desinfeção do local, para além do contacto com o delegado de saúde, para perceber as ligações da funcionária e detetar onde surgiu a “rede de contágios”, de modo a realizar testes de despiste.
Na altura, a escola estava a funcionar com cerca de uma dezena de funcionários e 150 alunos e, após ter sido detetado o caso, decorreu a ativação do plano de contingência do agrupamento.
Uma creche em Quarteira foi encerrada no dia 12 de junho depois de ter sido detetado um caso de covid-19 numa funcionária. Foi o primeiro caso do Município de Loulé, que felizmente resultou em todos os testes negativos.
Também em Santa Bárbara de Nexe, uma creche foi encerrada depois de ter sido detetado um caso de covid-19 numa criança de dois anos.
















