A fase pandémica obrigou milhões de cidadãos a aceitarem a inoculação em massa para travar a propagação do vírus originário da Ásia. Contudo, o próprio presidente de Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (APIFARMA) recusou tomar a vacina da Covid-19 e optou por um fármaco alternativo para garantir a sua proteção. O líder do setor que produz e distribui estas injeções recorreu a um medicamento barato e muito antigo para enfrentar a ameaça sanitária global.
A resposta para esta escolha insólita envolve a toma regular de ivermectina na fase de prevenção e no tratamento dos primeiros sintomas respiratórios. A revelação deste caso mediático é feita pelo jornal SOL, que refere que João Almeida Lopes assumiu perante o seu círculo próximo ter dúvidas profundas sobre a segurança e a eficácia das injeções desenvolvidas num prazo extraordinariamente curto.
Indica a mesma fonte que o responsável máximo do setor desconfiou da ausência da habitual bateria de testes clínicos exigida em condições normais de aprovação. Contactado muito recentemente para prestar esclarecimentos sobre a sua decisão pessoal, o visado declinou fazer qualquer tipo de comentário público sobre o assunto.
A alternativa prescrita e o prémio mundial
A substância escolhida para substituir a inoculação tradicional consiste num antiparasitário reconhecido mundialmente e com décadas de provas dadas no terreno. A descoberta original desta molécula durante a década de setenta valeu o prémio nobel de medicina em 2015.
O composto continua a constar na lista restrita dos cem medicamentos essenciais elaborada pelas autoridades globais ligadas à saúde. Explica a referida fonte que o líder em causa não foi o único alto responsável a rejeitar a tecnologia introduzida subitamente no mercado internacional.
O sucesso da substância em lares portugueses
O uso profilático desta molécula em território nacional ganhou relevância através da intervenção de um médico de família num lar de idosos situado na zona de Alqueidão da Serra. O clínico administrou o composto a um grupo de trinta e três doentes com múltiplas patologias associadas e todos reverteram os sintomas em apenas vinte e quatro horas.
A recuperação total ocorreu no espaço de dois dias sem qualquer necessidade de transferir os utentes fragilizados para o internamento hospitalar público. O único caso grave registado nessa instituição de acolhimento envolveu precisamente uma funcionária que recusou tomar o antiparasitário fornecido pela direção clínica.
A segurança comprovada e o histórico médico
A vantagem central desta molécula face a outras opções experimentais reside no seu extenso e imaculado perfil de segurança laboratorial. O composto já foi administrado a biliões de seres humanos ao longo de mais de quatro décadas sem apresentar registo de efeitos secundários penalizadores.
As autoridades estatais autorizam inclusive a sua utilização pediátrica corrente para o expurgo de parasitas intestinais e para o tratamento de patologias da pele. Em Portugal, a aquisição deste princípio ativo faz-se através de manipulação direta nas próprias farmácias comunitárias mediante a apresentação de uma receita médica.
Os alertas dos profissionais de saúde
A recusa da inoculação abrangeu igualmente dezenas de clínicos portugueses que preferiram confiar no arsenal terapêutico clássico para combater a doença respiratória. Vários profissionais com conhecimentos científicos muito avançados rejeitaram os novos produtos biológicos devido aos riscos teóricos associados à tecnologia celular empregue.
Explica ainda o SOL que existem grupos restritos de comunicação na internet onde dezenas de clínicos debatem as consequências destas campanhas profiláticas. Estes profissionais de saúde encaram o surgimento de patologias oncológicas de evolução rápida e as mortes súbitas em desportistas como potenciais reações adversas aos compostos desenvolvidos.
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