Há um detalhe especial que une todos os jogadores da Seleção Nacional durante o Mundial 2026. A comitiva portuguesa está a usar uma pulseira simbólica em homenagem a Diogo Jota, antigo internacional português que morreu em julho de 2025, num acidente de viação em Espanha.
O significado do acessório foi revelado por Vitinha durante uma conferência de imprensa em Miami, nos Estados Unidos. O médio explicou que a pulseira foi oferecida pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, antes da partida da seleção para o Mundial.
Uma pulseira com significado
Segundo Vitinha, a pulseira inclui os nomes dos elementos da Seleção Nacional e uma referência especial a Diogo Jota. O gesto pretende manter viva a memória do antigo avançado durante a competição.
A homenagem surge quase um ano depois da morte de Diogo Jota e do irmão, André Silva, num acidente de viação ocorrido em Espanha. A notícia marcou profundamente o futebol português e deixou forte impacto entre colegas, adeptos e antigos clubes.
Nas redes sociais, várias imagens dos jogadores portugueses a treinar com as pulseiras começaram a ser partilhadas pelos adeptos. A expressão “26+1” ganhou destaque, numa alusão ao grupo de convocados e à presença simbólica de Jota junto da seleção.
Jota continua presente no grupo
Diogo Jota somou 49 internacionalizações pela Seleção Nacional e marcou 14 golos. O antigo jogador do Liverpool era uma figura acarinhada dentro e fora do balneário, pela entrega em campo e pela relação próxima com vários colegas.
Para os jogadores portugueses, a pulseira representa mais do que um acessório. É uma forma discreta de levar Jota para o Mundial e de recordar o seu papel na história recente da seleção.
De acordo com a SIC, a homenagem também tem sido bem recebida pelos adeptos, que veem no gesto uma demonstração de união e respeito. Num momento de grande pressão competitiva, a memória de Jota surge como um ponto emocional dentro da comitiva.
Portugal prepara estreia no Mundial
A seleção portuguesa encontra-se nos Estados Unidos para disputar o Mundial 2026. A equipa estreia-se hoje frente à República Democrática do Congo, no Grupo K, antes de defrontar o Uzbequistão e a Colômbia.
O ambiente em torno da equipa mistura expectativa desportiva e emoção. Portugal entra na competição com ambição elevada, mas também com a memória de um jogador que marcou a seleção nos últimos anos.
A pulseira usada pela comitiva mostra que Diogo Jota continua presente no grupo, mesmo não estando em campo. Para muitos adeptos, é uma homenagem simples, mas com forte significado.
No Mundial, Portugal jogará por objetivos desportivos, mas também carregará consigo uma memória especial. A de um internacional que continua simbolicamente ligado à equipa nacional.
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