A WWF Portugal apresentou uma campanha que convida os cidadãos a deixarem um legado à Natureza através do testamento, procurando mostrar que a proteção do planeta pode também fazer parte das decisões de futuro de cada pessoa.
Inspirada numa iniciativa promovida pela WWF Espanha, a campanha pretende sensibilizar para a possibilidade de incluir a organização no testamento, permitindo apoiar, de forma simples e segura, a proteção dos oceanos, das florestas, da biodiversidade, da água e de um planeta saudável para as próximas gerações.
Segundo a WWF Portugal, “proteger a natureza é o melhor legado”, numa mensagem que procura aproximar os cidadãos de uma forma de contribuição solidária, consciente e duradoura.
Apoio jurídico gratuito para esclarecer dúvidas
A organização explica que qualquer pessoa maior de idade pode destinar parte dos seus bens, valores ou património à WWF, respeitando sempre os direitos dos herdeiros legais.
Através da página da campanha, a WWF Portugal apresenta as diferentes formas de incluir a organização no testamento e disponibiliza apoio jurídico gratuito a quem pretenda esclarecer dúvidas ou formalizar o processo.
Este gesto é considerado especialmente relevante para quem não tem descendentes diretos, embora esteja aberto também a quem, tendo herdeiros, queira partilhar o seu legado com a Natureza.
Para a WWF Portugal, deixar um testamento solidário é “um ato de gratidão, consciência e compromisso com o futuro do planeta”.
“Acreditamos que cada pessoa pode deixar uma marca positiva no mundo. Ao incluir a WWF e a restaurar a natureza em Portugal. É um gesto de generosidade e visão para o futuro”, afirma Ângela Morgado, diretora executiva da WWF Portugal.
Com esta campanha, a WWF Portugal reforça o apelo a um compromisso duradouro com a Natureza, lembrando que qualquer contribuição, por mais pequena que seja, pode fazer a diferença.
A WWF é uma das maiores organizações independentes de conservação do mundo, com mais de cinco milhões de apoiantes e uma rede global ativa em mais de 100 países. Em Portugal, a organização tem presença desde os anos 90 e mantém atualmente cerca de 30 projetos ativos.
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