A atriz Rita Pereira falou sobre maternidade, vida familiar e a relação com o companheiro durante a sua passagem pelo Rock in Rio Lisboa, onde participou no “Glitter Podcast”, e acabou por partilhar um episódio com a filha que rapidamente captou a atenção do público. A atriz recordou uma situação recente num restaurante que a levou a rever antigas opiniões sobre o comportamento de outras crianças.
A conversa aconteceu no palco Bacana Play Digital Stage e começou com um dos temas que mais vezes lhe é colocado pelos seguidores: o casamento com Guillaume Lalung, companheiro de longa data e pai dos seus dois filhos, Lonô e Lowê. A atriz foi clara ao explicar que não tem o casamento como objetivo pessoal.
Casamento sem pressa nem tradição
Rita Pereira explicou que nunca alimentou o desejo de casar nos moldes tradicionais. “Não tenho esse sonho”, afirmou, deixando claro que a ideia de uma cerimónia religiosa nunca esteve nos seus planos. A mesma fonte escreve que a atriz admitiu, no entanto, gostar da ideia de celebrar de outra forma.
Essa possibilidade passa por um modelo bem diferente. “Penso futuramente vir a fazer um festão de arromba de três dias”, disse, afastando a necessidade de formalizar legalmente a relação. A atriz acrescentou ainda que não vê utilidade em “assinar um papel” para validar a vida a dois.
Maternidade trouxe outra perspetiva
Mas foi ao falar sobre os filhos que a conversa ganhou outro ritmo. Rita Pereira abordou as diferenças entre Lonô e Lowê e explicou que a experiência com a filha tem sido bastante distinta da que viveu com o filho mais velho.
É que a atriz aproveitou para fazer um pedido de ‘desculpas’ público a outros pais. “Peço imensa desculpa a todos os pais que eu um dia olhei de lado”, confessou, admitindo que antes julgava certas situações em espaços públicos sem perceber totalmente o contexto.
Episódio no restaurante
A história que contou acabou por arrancar gargalhadas no recinto. Rita explicou que estava a mudar a fralda à filha num restaurante quando tudo se complicou. “Ela faz-me um escândalo, começa a gritar aos altos berros, a bater com as pernas”, relatou.
Foi nesse momento que percebeu que nem tudo depende da educação ou da forma como os pais gerem os filhos. “Isto não é uma questão de educação”, disse, reconhecendo que há comportamentos difíceis de controlar, sobretudo em idades mais pequenas.
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