A doença de Parkinson afeta milhares de pessoas em Portugal e milhões em todo o mundo, dificultando tarefas simples do dia a dia, como segurar um copo ou uma chávena sem entornar líquidos. Foi precisamente ao observar essas dificuldades no avô que Lily Born, uma jovem norte-americana, decidiu criar uma solução inovadora. Segundo o jornal digital HuffPost, tinha apenas 11 anos quando inventou uma chávena com três pés de apoio, que acabou por mudar vidas e, segundo a mesma publicação, torná-la milionária.
O início de uma ideia com impacto
A história remonta a 2014, quando Lily tinha apenas 9 anos. Preocupada com os problemas do avô, diagnosticado com Parkinson, procurou uma forma de lhe facilitar a vida. O resultado foi um protótipo de chávena com três apoios, que oferecia estabilidade extra e evitava que os líquidos se entornassem.
Dois anos depois, já com 11 anos, o pai lançou uma campanha de crowdfunding para apoiar a produção e comercialização do invento. A iniciativa foi um sucesso e permitiu melhorar o design e utilizar materiais mais resistentes, conforme aponta a mesma fonte.
Do protótipo ao sucesso internacional
Segundo a própria Lily, a nova versão, batizada Kangaroo Cup, mostrou-se útil não apenas para pessoas com mobilidade reduzida, mas também para crianças e adultos que procuram um copo mais resistente. A jovem afirmou: “Lançámos uma versão inquebrável, que se adapta a diferentes necessidades.”
Comercializada através de plataformas como Indiegogo e Kickstarter, a chávena conquistou o mercado internacional. Até hoje já foram vendidas dezenas de milhares de chávenas.
O produto destaca-se não só pela funcionalidade, mas também pela variedade de modelos e designs disponíveis, de acordo com a fonte acima citada, permitindo ao consumidor escolher a opção que melhor se adapta ao seu quotidiano.
De criança inventora a jovem empresária
Agora com 21 anos, Lily Born é diretora e responsável de inovação da Imagiroo, a empresa que criou para dar continuidade ao projeto. Segundo aponta o jornal digital HuffPost, a marca consolidou-se e tornou-a milionária, mas sobretudo contribuiu para melhorar a vida de milhares de pessoas que enfrentam diariamente os desafios do Parkinson.
A história de Lily é hoje um exemplo de como a empatia pode transformar-se em inovação e de como uma ideia nascida dentro de casa pode ganhar dimensão global.
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