A Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) participou recentemente na primeira reunião do projeto FIREPOCTEP AVANZA, realizada na Lousã, iniciativa que reforça a cooperação entre Portugal e Espanha na prevenção e gestão de incêndios florestais extremos.
O projeto dá continuidade às ações desenvolvidas no âmbito do FIREPOCTEP e FIREPOCTEP+, mantendo como prioridades o reforço da capacitação técnica, a coordenação operacional, a sensibilização das populações e a implementação de soluções sustentáveis para os territórios mais vulneráveis ao risco de incêndio.

Segundo a AMAL, a participação nesta nova fase pretende consolidar a cooperação transfronteiriça num dos principais riscos naturais identificados pelo Programa Operacional POCTEP 2021-2027.
O FIREPOCTEP AVANZA surge na sequência das iniciativas anteriormente concebidas pelo projeto FIREPOCTEP e desenvolvidas através do FIREPOCTEP+, aprofundando o trabalho realizado em diferentes territórios da fronteira ibérica.
Projeto reforça cooperação ibérica na prevenção de incêndios
No âmbito do projeto inicial, do qual a AMAL também foi parceira, foram alcançados avanços significativos ao nível da governação e da implementação de ações estratégicas para aumentar a resiliência aos incêndios florestais.
Entre os principais resultados destacam-se “uma parceria equilibrada entre administrações regionais, centros académicos e/ou de inovação e fundações especializadas” distribuídas ao longo da área transfronteiriça.
O projeto assentou igualmente “na estruturação do projeto em Áreas Piloto representativas de toda a região fronteiriça”, permitindo a transferência de ações demonstrativas entre os diferentes territórios envolvidos.
Na nova fase FIREPOCTEP AVANZA, a parceria foi alargada, passando a incluir como beneficiários os governos regionais da Junta da Extremadura, Junta de Castela e Leão e Junta da Galiza, além da Junta da Andaluzia e das Comunidades Intermunicipais portuguesas presentes em Áreas Protegidas.
Segundo a AMAL, este ajustamento permite consolidar “a participação de todas as administrações com impacto na região fronteiriça”.















