Skip to content
Postal

Postal

Informação, Opinião e Conteúdos Especiais

Menu
  • Últimas
  • Papel
    • Cultura.Sul
    • Caderno Alcoutim
  • Secções
    • Algarve
    • Nacional
      • Tempo
    • Europa
    • Mundo
    • Europe Direct Algarve
    • Economia
    • Saúde
    • Vida & Lazer
      • Astrologia
      • Animais
      • Gastronomia
    • Utilitários
    • Auto
    • Tech
    • Cultura
      • Ensino
      • Ciência
    • Desporto
    • Política
    • Opinião
    • Video
    • Pub
      • Patrocinado
  • Projetos
    • Postal Studio
    • Branded Content
    • Postal AI
  • ANUNCIAR
  • Sobre nós
    • Contactos e ficha técnica do Postal
    • Política de Privacidade
Menu
Cultura.Sul, Edição Papel

Escritor João de Melo: “Este livro quer provocar o clamor, trazer de volta a palavra, a dor e a revolta”

LETRAS E LEITURAS – Entrevista de Paulo Serra publicada no Caderno de Artes Cultura.Sul de janeiro

11:20 14 Janeiro, 2021 11:10 29 Novembro, 2024
Cristina MendonçaCristina MendonçaJornalista
Definir como fonte de informação preferida
Share this...
  • Facebook
  • Messenger
  • Whatsapp
  • Twitter
  • Telegram
  • Email
  • Threads
  • Linkedin
  • Pinterest
PAULO SERRA
Doutorado em Literatura na Universidade do Algarve
Investigador do CLEPUL

Livro de Vozes e Sombras”, o mais recente romance de João de Melo, editado pela Dom Quixote, é um dos mais importantes romances de 2020. Um livro que acredito ter sido escrito ao longo de vários anos, até pela sua arquitectura complexa. Uma prosa torrentosa, ainda barroca e hiperrealista, mas onde a linguagem sempre poética é mais depurada.

Cláudia Lourenço, jornalista, é enviada de Lisboa à ilha de São Miguel ao serviço do jornal “Quotidiano” para entrevistar um conhecido ex-operacional da Frente de Libertação dos Açores. A partir dessa narrativa condensa-se gradualmente a história da Ditadura, do fim das guerras em África, a descolonização, a diáspora portuguesa e o “retorno” a casa, quase sempre intranquilo.

P – A jornalista Cláudia Lourenço, mais confidente do que protagonista, pertence a uma nova geração pouco conhecedora da história não muito remota de Portugal. É um ajuste de contas com o passado, mas também parece constituir um final de um ciclo na sua obra para, naturalmente, abrir novo ciclo.
R – Quando olho para trás, para os livros que até hoje escrevi, nunca vejo ciclos nem outros caminhos programáticos da minha escrita. O meu passado decide-se entre boa ou má literatura. Daí ter repudiado os primeiros livros: de quando absorvia o mundo dos outros através da leitura. Só me senti “escritor” a partir de O Meu Mundo Não é Deste Reino, um romance que você conhece muito bem. Porquê? Se descobrimos uma linguagem dentro de nós, associamos-lhe uma geografia íntima e uma possibilidade existencial para o mundo dos outros. Este de agora é um livro que se explica e justifica a si mesmo: tinha de ser escrito, só eu podia fazê-lo. Não o concebo de outra maneira. Nem faço ideia, ainda, do que irei escrever a seguir.

O escritor gostaria de ver na juventude mais cultura, mais livros, um sentido crítico e sobretudo auto-crítico do seu inconformismo

P – Este é também o seu romance mais metaficcional, aliado à reflexividade da história, que cruza Açores, Portugal e África colonial. Não será por acaso que a jovem jornalista vem da metrópole, capaz de oferecer um olhar crítico externo às ilhas.
R – Concordo. Houve a preocupação de contextualizar no mesmo tempo narrativo a memória de três lugares distintos entre si, todos eles complementares em relação à “crónica” e à recuperação da memória histórica ainda recente. Açores, Lisboa e África são geografias muito próprias, ainda que tangidas pela mesma vitalidade da mudança política. O golpe de Estado e a Revolução de Lisboa abriram portas às “independências contraditórias” dos Açores e das Colónias africanas. Se me tivesse cingido ao caso da FLA, haveria a ilusão de pensar-se que tudo acontecera como por geração espontânea, não como causa e consequência do fim da Ditadura e do Processo Revolucionário. Da mesma forma que se concertam três geografias narrativas, também pretendi opor duas gerações no conhecimento desse passado ainda tão recente, porém ignorado pela nova juventude portuguesa. Aproveito para acrescentar o seguinte: este livro abre-se a todas as gerações de leitores. Só elas o podem entender e completar à sua maneira e à medida de cada uma.

“Gosto dos livros que suscitam diversas leituras”

P – A escrita deste livro representa um acto de coragem, o risco de confundir a ironia com a sua opinião dos factos. Nomeadamente quando tece toda uma crítica à guerra colonial pela óptica de um branco colonizador que a defende (p. 51), ou na pessoa de Mariano, que por lá combateu, quer na de Custódio, latifundiário, explorador colonialista com características próximas do animalesco (descrito como “touro” na pág. 156). Este é um ponto de vista que se reparte entre vencedores e vencidos, uma visão crítica dicotómica a apontar a complexidade histórica da mudança: “a história mudava de uma margem para outra da razão” ( pág. 360).
R – Podemos, antes, falar de uma espécie de “jogo”. O jogo da ficção sobre as verdades históricas, em que ambas (ficção e realidade) se invocam e provocam com frequência. Mas eu pertenço a uma ideia ou escola de literatura quase sempre motivada na ousadia social e na ética do compromisso com o mundo. Gosto dos livros que suscitam diversas leituras. Não me interessa a unanimidade. Uma das coisas que mais me atrai na literatura é, como no meu caso, criar narradores. Que se contradigam, que sejam como que um inventário de ideologias opostas.

P – Como o título indica, as vozes têm um peso imenso neste romance polifónico. O lexema vozes é recorrente na narrativa: as vozes do povo, dos Açores, etc. A perspectiva muda diversas vezes entre a primeira e a terceira personagem, temos diversas personagens que em algum momento se tornam centrais e a perspectiva da voz narrativa oscila de acordo com o ponto de vista de cada uma dessas personagens, recorrendo ao discurso indirecto livre e acedendo à sua voz interna. Temos ainda um narrador que de vez em quando fala directamente com o leitor (p. 83), ao mesmo tempo que percebemos como a entrevista de Cláudia a Mariano dará origem a um livro feito a partir das histórias deste mosaico.
R – A minha ideia era justamente acordar as vozes portuguesas que tudo viveram até ao 25 de Abril e depois, e que aos poucos foram recuando no meio de nós, a ponto de se calarem. Este livro quer provocar o clamor, trazer de volta a palavra, a dor e a revolta. E a justiça, também. Refiro-me a um processo português global. Não se trata de um livro “açoriano” strictu senso, mas de uma paisagem protegida da nossa vida colectiva – em Lisboa, na África e nos Açores ao tempo em que conceberam um sonho independentista à direita de toda a política. Qualquer leitor que entre no livro entra também nesse jogo narrativo. Creio que a linguagem flui, que não se ocorre no obscurantismo nem num mero exercício de estilo. Concorda?

P – Claro. Tanto que a própria entrevista rapidamente se torna uma conversa, uma narrativa com vida própria e cronologia desfasada, em que, como convém, a voz da jornalista se silencia. Apenas sabemos das suas questões através da voz de Mariano.
R – Quem é Mariano? Quem é a jornalista Cláudia Lourenço? Podia dizer, como Flaubert disse da sua Madame Bovary, “sou eu”. Esses os ingredientes e mistérios da ficção. Tal como eu, cada um pode ir buscar a este Livro de Vozes e Sombrasa voz e a sombra da própria pessoa.

P – Não só volta ao Rosário (p. 79), como retoma a atmosfera do seu romance sobre o Rosário. Ele representa aqui, uma vez mais, o arquipélago?
R – A povoação do Rosário pode ser, tanto neste como noutros livros que escrevi, o meu Macondo (salvo seja); ou o masculino simbólico de Achadinha, a terra açoriana em que nasci, para melhor se identificar com Portugal (nome masculino). Será sempre um lugar inserido na corrente contínua do tempo histórico. Nessa medida, já o referi como “Rozario”, “Rozário” e na sua grafia actual. A sua descrição não é muito distinta de outras aldeias açorianas. Interessa é que a sua representação seja endossada ao leitor. Não tenho nenhum sentido de posse sobre os lugares da minha ficção.

“Não me escondo daquilo que escrevo; mas só em parte o revelo em termos pessoais”

P – Nova Roma parece ser igualmente um cenário atópico, entre a ficção e o real, ao jeito do Rosário. Ou mesmo Munakala. A África colonialista, uma África nunca nomeada (porque será?) mas que se toma por Angola (na referência aos musseques).
R – Tem razão. Aparentemente, Nova Roma não existe, mas pode intuir-se sob outros nomes: como a “Nova Lisboa” de Angola, por exemplo. Por outro lado, talvez que Munakala seja o eco perdido de Calambata, o aldeamento em que se situava o quartel da minha guerra colonial. Assim sendo, não me escondo daquilo que escrevo; mas só em parte o revelo em termos pessoais. Nunca pretendi ser um autor autobiográfico. Sou apenas uma peça e um enigma do jogo. Acrescento: no livro nunca se menciona o nome de “Angola”; é sempre a Colónia. O propósito era identificar o colonialismo português. Mariano, sim, conta a sua paixão pela Guiné-Bissau: esse capítulo é fulcral para a caracterização ideológica dele.

João de Melo traz para a literatura temas da História portuguesa, como o fim das guerras em África e a descolonização

P – Além dos temas que lhe são recorrentes, e do léxico que lhe é caro, este livro parece subsumir anteriores títulos seus… quase como um mosaico do conjunto da sua obra. A começar pelo Rosário, passando pela guerra colonial, temos ainda o vinho como estimulante da verdade, os anjos, os vencidos.
R –Isso pode ser claro como água corrente; ou ser uma parte fictiva da chamada “unidade da obra”. Tenho formação em Filologia Românica, fui professor da hermenêutica textual. Podia muito bem escrever uma tese em sede própria. A quem interessaria? Nem ao próprio eu. Já estou numa fase da vida em que cada vez me interessam mais as leituras múltiplas dos outros. Fico-me com a minha pequena, quem sabe se inútil, “mitologia” literária. Só isso me pode individualizar entre outros escritores e ser eu próprio “uma voz” literária.

P – Uma das personagens, combatente da guerra colonial, tenta purgar-se do trauma da guerra transferindo a sua memória para “cinco cadernos escritos à mão” (p. 57). Foi isso que de certa forma deu origem aos seus dois primeiros romances, depois reescritos em “Autópsia”?
R – Não, nada. A personagem Mariano deste livro oscila entre o linear pessoal e a complexidade do ser, do carácter e sobretudo da ideologia colonialista. Quanto a mim, o chamado “stress pós-traumático de guerra” levou-me a escrever tudo o que vivi em tempo de guerra em Angola. Vim de lá desiludido, cheio de mágoa e muito perturbado. Só a literatura me pôde valer. Costumo dizer, aliás, que nós, os da geração da guerra colonial, fomos para África uns e voltámos outros, diferentes de nós mesmos. Nesse sentido, foi um privilégio assumir a condição da escrita e regressar à vida verdadeira depois da guerra. Trago-a ainda na pele e nos ossos, pois como disse o poeta René Char, “há guerras que não acabam nunca”.

O “Livro de Vozes e Sombras” é um dos mais importantes romances de 2020

P – Ângela Mendes Pinto parece ser a personagem central ou fio condutor destas histórias. Uma espécie de anjo cego da História, que nos guia pelo livro, mesmo quando parece desaparecer dele para depois regressar. É esta cega – de visão clarividente e sentidos sobreapurados – uma metáfora da necessidade de olharmos mais para dentro face ao ruído dos tempos?
R – Ora aí está! O nosso povo diz que “a verdade vem da boca dos inocentes”. Também eu quis acreditar na cegueira de Ângela como mecanismo de uma visão outra do nosso mundo. A cegueira dela é, simultaneamente, a sua inocência e a descoberta de novas formas de verdade. Lembra-se de quando, ao abandonar Nova Roma com a família de regresso a Portugal, ela jura ver milhões de mortos espalhados pela cidade? Essa é a Ângela histórica a falar. A consciência e a culpa. Fala pelo lado avesso da epopeia portuguesa. Só ela “vê” a derrocada histórica de um império que afinal nunca existiu.

“Os nossos jovens não têm consciência dos sacrifícios que marcaram a vida dos avós e dos pais”

P – Para um leitor mais atento, o apelido Mendes Pinto é claramente um piscar de olhos que reforça este livro como uma antiepopeia da história portuguesa das últimas décadas, a partir da descolonização e da revolução de Abril. E tal como Fernão Mendes Pinto que procura contar o reverso da expansão portuguesa, este seu livro é dedicado à sua neta para quando ela o puder ler e compreender.
R – Nós, portugueses, precisamos de sair de “Os Lusíadas” heróicos e assumir o pícaro da nossa “Peregrinação”, dentro e ao redor de nós mesmos. É por complexo de inferioridade que nos exaltamos no heroísmo do passado; nunca por nunca nos referimos à nossa condição de piratas do mar e da terra; nem nos penitenciamos da feroz Inquisição que tanta gente torturou brutalmente e mandou arder nas suas fogueiras; nem do tráfego de escravos de África para o Brasil, aos milhões. Na minha ideia, cabe à literatura nomear a vítima e resgatá-la do esquecimento. Faço-o por sistema, de livro para livro. Também tenho uma ideologia histórica.

O “stress pós-traumático de guerra” levou João de Melo a escrever tudo o que viveu em tempo de guerra em Angola

P – A certa altura Mariano diz à jovem jornalista: “– É muito jovem, vive num mundo novo, não tem obrigação de o saber. O seu tempo português resulta dos fardos que nós carregámos, para que a sua geração se risse dos excessos de memória e de uma experiência que a geração seguinte julga ser coisa de taralhoucos: velhos a matutar em utopias que já não servem para nada.” (p. 52). Partilha desta visão desencantada?
R – À minha maneira sim, nunca à de Mariano. Acontecem perdas contínuas entre nós, de geração para geração. Refiro-me ao caso português. Os nossos jovens não têm consciência dos sacrifícios que marcaram a vida dos avós e dos pais. E não fazem ideia de como Portugal subiu da miséria miserável e da exploração laboral para a libertação do 25 de Abril, para um talvez notável progresso económico, a liberdade individual e a democracia social. Conheço os novos problemas da nossa juventude, com a qual sou sempre solidário. Mas gostaria de ver nela mais cultura, mais livros, um sentido crítico e sobretudo auto-crítico do seu inconformismo.

P – Em jeito de conclusão, qual é hoje a sua relação com os Açores? É um local onde ainda regressa por imperiosa necessidade ou sente que nunca de lá saiu?
R – Os Açores são o que sempre foram para mim. O lugar que me completa. O sítio do regresso perfeito. Devo a essa idealização a fonte de onde mana o meu desejo de criação pela literatura. O propósito foi sempre o mesmo: impor as ilhas como imaginário da Literatura Portuguesa, não como regionalismo, antes como simbologia do humano universal. Se olhar para um planisfério, verá que todo o Mundo é um arquipélago, sendo os continentes ilhas muito grandes e as outras fragmentos verdadeiros da mesma natureza. O humano não tem de ser geográfico, e sim global, ontológico, no sentido em que todo o ser apenas tem sentido quando visto à escala ou à medida do planeta Terra. Daí para baixo, é o chão, o barro, a pedra, a contingência da nossa passagem por aqui.

(Entrevista publicada no Caderno Cultura.Sul de janeiro)

Cristiano Ronaldo e Jorge Jesus. Crédito: DR
Desporto Nacional

Porque é que a despedida de Cristiano Ronaldo emocionou tantos portugueses? Psicóloga explica o que está por detrás desta reação

14:40 7 Novembro, 2026 14:24 7 Novembro, 2026

Cristiano Ronaldo despediu-se da Seleção Nacional e despertou emoções entre os adeptos

Fachada loja Continente. Crédito: Foto DR
Algarve Economia Nacional

Procura trabalho perto de casa? Continente vai criar mais de 500 empregos e abrir 14 lojas nos próximos 3 meses

16:30 7 Novembro, 2026 16:12 7 Novembro, 2026

Continente vai abrir 14 lojas em três meses e criar mais de 500 postos de trabalho, com prioridade ao recrutamento local. Faro está entre os distritos abrangidos

Algarve Edição Papel Política

Graça Mira: Monchique admite ponderar transmissões da Assembleia nas redes sociais

17:00 7 Novembro, 2026 14:48 5 Novembro, 2026

ESPECIAL ASSEMBLEIAS MUNICIPAIS: diálogo político e aprovação do orçamento marcam o balanço de Graça Mira

Trabalhos na rede elétrica. Crédito: Magnific
Nacional

E-REDES confirma cortes de luz este domingo em 8 concelhos: saiba quais as freguesias e os horários

16:10 6 Novembro, 2026 14:17 6 Novembro, 2026

A E-REDES programou interrupções no fornecimento de eletricidade para domingo, 8 de novembro

Nacional

Supremo reduz pena para 16 anos: corpo de Josielly Fontes foi encontrado carbonizado

11:00 7 Novembro, 2026 10:54 7 Novembro, 2026

Tribunal passou a considerar o crime como homicídio simples. Homem tinha sido condenado a 25 anos em Faro e a pena já fora reduzida para 22 anos

Algarve Edição Papel Política

Macário Correia: “Faro deve afirmar sempre a sua função relevante no contexto do Algarve”

14:00 7 Novembro, 2026 11:52 7 Novembro, 2026

ESPECIAL ASSEMBLEIAS MUNICIPAIS: capitalidade do Algarve, diálogo entre partidos e participação dos cidadãos marcam o balanço de Macário Correia

Supermercado Mercadona. Crédito: Foto DR
Economia Nacional

Mercadona abre novo supermercado em Portugal: investimento supera os 11 milhões de euros e cria 64 empregos

16:30 6 Novembro, 2026 14:33 6 Novembro, 2026

A cadeia espanhola Mercadona continua a expandir-se em Portugal e inaugurou mais uma loja, com 1.900 metros quadrados e 152 lugares de estacionamento

Dia de chuva e vento forte. Crédito: DR
Tempo

Depressão Bruna traz chuva forte e vento intenso a Portugal continental

11:30 7 Novembro, 2026 15:51 6 Novembro, 2026

Bruna deverá agravar o tempo em Portugal continental no domingo, com chuva forte, rajadas até 70 km/h e instabilidade durante vários dias

Pub

12 a 13 novembro

06:01 27 Outubro, 2026 12:17 31 Outubro, 2026

Centro de Congressos de Lagoa

Edição Papel Opinião

A revolta de uma geração | Por Miguel Freitas

07:30 7 Novembro, 2026 20:48 4 Novembro, 2026

"Uma sociedade pode sobreviver à contestação; dificilmente sobreviverá, sem consequências, à perda prolongada de esperança"

Nacional

Proteção Civil alerta para risco de grande sismo em Portugal e identifica as regiões que podem ser mais afetadas

16:40 4 Novembro, 2026 14:59 4 Novembro, 2026

Portugal está numa zona de particular vulnerabilidade sísmica e a Proteção Civil alerta que um grande sismo pode acontecer a qualquer momento

Algarve Economia

Moradias de 3,75 milhões de euros na Ria Formosa geram revolta, mas Câmara de Faro diz que não pode impedir construção

14:50 6 Novembro, 2026 14:27 6 Novembro, 2026

Um empreendimento com 28 moradias de luxo está a gerar polémica em Faro. Apesar da contestação da população, a autarquia garante que não pode impedir o projeto

Pessoas à porta de um autocarro.
Europa Nacional

O autocarro atrasou-se? Pode ter direito a uma indemnização que muitos passageiros desconhecem

15:20 6 Novembro, 2026 11:58 6 Novembro, 2026

As regras europeias permitem pedir o reembolso do bilhete e uma indemnização de 50% em determinadas situações de atraso dos autocarros

Europe Direct Algarve

Castro Marim inicia obras no Centro de Saúde e garante manutenção dos serviços durante intervenção

15:00 4 Novembro, 2026 14:52 4 Novembro, 2026

Requalificação do Centro de Saúde de Castro Marim avança com apoio do Algarve 2030. Atendimento será assegurado em instalações alternativas

Mulher a retirar dinheiro de uma caixa Multibanco.
Economia Nacional

Tem um filho com doença crónica ou oncológica? Segurança Social passou a pagar até 100% da remuneração de referência em alguns casos

19:40 6 Novembro, 2026 14:08 6 Novembro, 2026

Pais que têm de deixar de trabalhar para acompanhar filhos com doença crónica ou oncológica podem receber um subsídio da Segurança Social

Camião preso numa curva.
Nacional

Camião fica entalado numa curva no Gerês

10:10 6 Novembro, 2026 09:59 6 Novembro, 2026

No Gerês, um camião ficou preso numa curva da Estrada de Albergaria, obrigando ao corte da circulação nos dois sentidos

Cristiano Ronaldo e Jorge Jesus. Crédito: DR
Desporto, Nacional

Porque é que a despedida de Cristiano Ronaldo emocionou tantos portugueses? Psicóloga explica o que está por detrás desta reação

14:40 7 Novembro, 2026 14:24 7 Novembro, 2026

Cristiano Ronaldo despediu-se da Seleção Nacional e despertou emoções entre os adeptos

Fachada loja Continente. Crédito: Foto DR
Algarve, Economia, Nacional

Procura trabalho perto de casa? Continente vai criar mais de 500 empregos e abrir 14 lojas nos próximos 3 meses

16:30 7 Novembro, 2026 16:12 7 Novembro, 2026

Continente vai abrir 14 lojas em três meses e criar mais de 500 postos de trabalho, com prioridade ao recrutamento local. Faro está entre os distritos abrangidos

Algarve, Edição Papel, Política

Graça Mira: Monchique admite ponderar transmissões da Assembleia nas redes sociais

17:00 7 Novembro, 2026 14:48 5 Novembro, 2026

ESPECIAL ASSEMBLEIAS MUNICIPAIS: diálogo político e aprovação do orçamento marcam o balanço de Graça Mira

Trabalhos na rede elétrica. Crédito: Magnific
Nacional

E-REDES confirma cortes de luz este domingo em 8 concelhos: saiba quais as freguesias e os horários

16:10 6 Novembro, 2026 14:17 6 Novembro, 2026

A E-REDES programou interrupções no fornecimento de eletricidade para domingo, 8 de novembro

Nacional

Supremo reduz pena para 16 anos: corpo de Josielly Fontes foi encontrado carbonizado

11:00 7 Novembro, 2026 10:54 7 Novembro, 2026

Tribunal passou a considerar o crime como homicídio simples. Homem tinha sido condenado a 25 anos em Faro e a pena já fora reduzida para 22 anos

Algarve, Edição Papel, Política

Macário Correia: “Faro deve afirmar sempre a sua função relevante no contexto do Algarve”

14:00 7 Novembro, 2026 11:52 7 Novembro, 2026

ESPECIAL ASSEMBLEIAS MUNICIPAIS: capitalidade do Algarve, diálogo entre partidos e participação dos cidadãos marcam o balanço de Macário Correia

Supermercado Mercadona. Crédito: Foto DR
Economia, Nacional

Mercadona abre novo supermercado em Portugal: investimento supera os 11 milhões de euros e cria 64 empregos

16:30 6 Novembro, 2026 14:33 6 Novembro, 2026

A cadeia espanhola Mercadona continua a expandir-se em Portugal e inaugurou mais uma loja, com 1.900 metros quadrados e 152 lugares de estacionamento

Dia de chuva e vento forte. Crédito: DR
Tempo

Depressão Bruna traz chuva forte e vento intenso a Portugal continental

11:30 7 Novembro, 2026 15:51 6 Novembro, 2026

Bruna deverá agravar o tempo em Portugal continental no domingo, com chuva forte, rajadas até 70 km/h e instabilidade durante vários dias

Pub

12 a 13 novembro

06:01 27 Outubro, 2026 12:17 31 Outubro, 2026

Centro de Congressos de Lagoa

Edição Papel, Opinião

A revolta de uma geração | Por Miguel Freitas

07:30 7 Novembro, 2026 20:48 4 Novembro, 2026

"Uma sociedade pode sobreviver à contestação; dificilmente sobreviverá, sem consequências, à perda prolongada de esperança"

Nacional

Proteção Civil alerta para risco de grande sismo em Portugal e identifica as regiões que podem ser mais afetadas

16:40 4 Novembro, 2026 14:59 4 Novembro, 2026

Portugal está numa zona de particular vulnerabilidade sísmica e a Proteção Civil alerta que um grande sismo pode acontecer a qualquer momento

Algarve, Economia

Moradias de 3,75 milhões de euros na Ria Formosa geram revolta, mas Câmara de Faro diz que não pode impedir construção

14:50 6 Novembro, 2026 14:27 6 Novembro, 2026

Um empreendimento com 28 moradias de luxo está a gerar polémica em Faro. Apesar da contestação da população, a autarquia garante que não pode impedir o projeto

Pessoas à porta de um autocarro.
Europa, Nacional

O autocarro atrasou-se? Pode ter direito a uma indemnização que muitos passageiros desconhecem

15:20 6 Novembro, 2026 11:58 6 Novembro, 2026

As regras europeias permitem pedir o reembolso do bilhete e uma indemnização de 50% em determinadas situações de atraso dos autocarros

Europe Direct Algarve

Castro Marim inicia obras no Centro de Saúde e garante manutenção dos serviços durante intervenção

15:00 4 Novembro, 2026 14:52 4 Novembro, 2026

Requalificação do Centro de Saúde de Castro Marim avança com apoio do Algarve 2030. Atendimento será assegurado em instalações alternativas

Mulher a retirar dinheiro de uma caixa Multibanco.
Economia, Nacional

Tem um filho com doença crónica ou oncológica? Segurança Social passou a pagar até 100% da remuneração de referência em alguns casos

19:40 6 Novembro, 2026 14:08 6 Novembro, 2026

Pais que têm de deixar de trabalhar para acompanhar filhos com doença crónica ou oncológica podem receber um subsídio da Segurança Social

Camião preso numa curva.
Nacional

Camião fica entalado numa curva no Gerês

10:10 6 Novembro, 2026 09:59 6 Novembro, 2026

No Gerês, um camião ficou preso numa curva da Estrada de Albergaria, obrigando ao corte da circulação nos dois sentidos

Últimas Notícias

  • Meteored avisa: chuva ‘a potes’ pode deixar até 250 litros por metro quadrado nestes 10 distritos até quinta-feira
    Meteored avisa: chuva ‘a potes’ pode deixar até 250 litros por metro quadrado nestes 10 distritos até quinta-feira
  • Graça Mira: Monchique admite ponderar transmissões da Assembleia nas redes sociais
    Graça Mira: Monchique admite ponderar transmissões da Assembleia nas redes sociais
  • Procura trabalho perto de casa? Continente vai criar mais de 500 empregos e abrir 14 lojas nos próximos 3 meses
    Procura trabalho perto de casa? Continente vai criar mais de 500 empregos e abrir 14 lojas nos próximos 3 meses
  • PS exige explicações a Montenegro sobre duas mortes no hospital de Portimão
    PS exige explicações a Montenegro sobre duas mortes no hospital de Portimão
  • Obras condicionam trânsito numa das ruas mais movimentadas de Faro durante quatro meses: saiba o que muda e até quando
    Obras condicionam trânsito numa das ruas mais movimentadas de Faro durante quatro meses: saiba o que muda e até quando

Opinião

  • A MORTE DESCEU AO HOSPITAL. Ou quando a espera se torna uma forma de morrer | Por José Figueiredo Santos
    A MORTE DESCEU AO HOSPITAL. Ou quando a espera se torna uma forma de morrer | Por José Figueiredo Santos
  • A revolta de uma geração | Por Miguel Freitas
    A revolta de uma geração | Por Miguel Freitas
  • Cheira a ditadura: Terrorismo de Estado ou meia dúzia de safanões dados a tempo | Por Cobramor
    Cheira a ditadura: Terrorismo de Estado ou meia dúzia de safanões dados a tempo | Por Cobramor

Europe Direct Algarve

  • A sua reforma vai chegar para pagar as contas? Quanto pode precisar de poupar por mês em Portugal
    A sua reforma vai chegar para pagar as contas? Quanto pode precisar de poupar por mês em Portugal
  • Isilda Gomes pede fundos para a habitação e alerta para “Europa falhada”
    Isilda Gomes pede fundos para a habitação e alerta para “Europa falhada”
Há um novo Postal nas bancas com o Expresso
Seguir
  • Ficha técnica e contactos
  • Estatuto editorial e política de privacidade
Configurações de privacidade
©2026 Postal