Skip to content
Postal

Postal

Informação, Opinião e Conteúdos Especiais

Menu
  • Últimas
  • Papel
    • Cultura.Sul
    • Caderno Alcoutim
  • Secções
    • Algarve
    • Nacional
      • Tempo
    • Europa
    • Mundo
    • Europe Direct Algarve
    • Economia
    • Saúde
    • Vida & Lazer
      • Astrologia
      • Animais
      • Gastronomia
    • Utilitários
    • Auto
    • Tech
    • Cultura
      • Ensino
      • Ciência
    • Desporto
    • Política
    • Opinião
    • Video
    • Pub
      • Patrocinado
  • Projetos
    • Postal Studio
    • Branded Content
    • Postal AI
  • ANUNCIAR
  • Sobre nós
    • Contactos e ficha técnica do Postal
    • Política de Privacidade
Menu
Cultura.Sul, Edição Papel

Escritor João de Melo: “Este livro quer provocar o clamor, trazer de volta a palavra, a dor e a revolta”

LETRAS E LEITURAS – Entrevista de Paulo Serra publicada no Caderno de Artes Cultura.Sul de janeiro

11:20 14 Janeiro, 2021 11:10 29 Novembro, 2024
Cristina MendonçaCristina MendonçaJornalista
Definir como fonte de informação preferida
Share this...
  • Facebook
  • Messenger
  • Whatsapp
  • Twitter
  • Telegram
  • Email
  • Threads
  • Linkedin
  • Pinterest
PAULO SERRA
Doutorado em Literatura na Universidade do Algarve
Investigador do CLEPUL

Livro de Vozes e Sombras”, o mais recente romance de João de Melo, editado pela Dom Quixote, é um dos mais importantes romances de 2020. Um livro que acredito ter sido escrito ao longo de vários anos, até pela sua arquitectura complexa. Uma prosa torrentosa, ainda barroca e hiperrealista, mas onde a linguagem sempre poética é mais depurada.

Cláudia Lourenço, jornalista, é enviada de Lisboa à ilha de São Miguel ao serviço do jornal “Quotidiano” para entrevistar um conhecido ex-operacional da Frente de Libertação dos Açores. A partir dessa narrativa condensa-se gradualmente a história da Ditadura, do fim das guerras em África, a descolonização, a diáspora portuguesa e o “retorno” a casa, quase sempre intranquilo.

P – A jornalista Cláudia Lourenço, mais confidente do que protagonista, pertence a uma nova geração pouco conhecedora da história não muito remota de Portugal. É um ajuste de contas com o passado, mas também parece constituir um final de um ciclo na sua obra para, naturalmente, abrir novo ciclo.
R – Quando olho para trás, para os livros que até hoje escrevi, nunca vejo ciclos nem outros caminhos programáticos da minha escrita. O meu passado decide-se entre boa ou má literatura. Daí ter repudiado os primeiros livros: de quando absorvia o mundo dos outros através da leitura. Só me senti “escritor” a partir de O Meu Mundo Não é Deste Reino, um romance que você conhece muito bem. Porquê? Se descobrimos uma linguagem dentro de nós, associamos-lhe uma geografia íntima e uma possibilidade existencial para o mundo dos outros. Este de agora é um livro que se explica e justifica a si mesmo: tinha de ser escrito, só eu podia fazê-lo. Não o concebo de outra maneira. Nem faço ideia, ainda, do que irei escrever a seguir.

O escritor gostaria de ver na juventude mais cultura, mais livros, um sentido crítico e sobretudo auto-crítico do seu inconformismo

P – Este é também o seu romance mais metaficcional, aliado à reflexividade da história, que cruza Açores, Portugal e África colonial. Não será por acaso que a jovem jornalista vem da metrópole, capaz de oferecer um olhar crítico externo às ilhas.
R – Concordo. Houve a preocupação de contextualizar no mesmo tempo narrativo a memória de três lugares distintos entre si, todos eles complementares em relação à “crónica” e à recuperação da memória histórica ainda recente. Açores, Lisboa e África são geografias muito próprias, ainda que tangidas pela mesma vitalidade da mudança política. O golpe de Estado e a Revolução de Lisboa abriram portas às “independências contraditórias” dos Açores e das Colónias africanas. Se me tivesse cingido ao caso da FLA, haveria a ilusão de pensar-se que tudo acontecera como por geração espontânea, não como causa e consequência do fim da Ditadura e do Processo Revolucionário. Da mesma forma que se concertam três geografias narrativas, também pretendi opor duas gerações no conhecimento desse passado ainda tão recente, porém ignorado pela nova juventude portuguesa. Aproveito para acrescentar o seguinte: este livro abre-se a todas as gerações de leitores. Só elas o podem entender e completar à sua maneira e à medida de cada uma.

“Gosto dos livros que suscitam diversas leituras”

P – A escrita deste livro representa um acto de coragem, o risco de confundir a ironia com a sua opinião dos factos. Nomeadamente quando tece toda uma crítica à guerra colonial pela óptica de um branco colonizador que a defende (p. 51), ou na pessoa de Mariano, que por lá combateu, quer na de Custódio, latifundiário, explorador colonialista com características próximas do animalesco (descrito como “touro” na pág. 156). Este é um ponto de vista que se reparte entre vencedores e vencidos, uma visão crítica dicotómica a apontar a complexidade histórica da mudança: “a história mudava de uma margem para outra da razão” ( pág. 360).
R – Podemos, antes, falar de uma espécie de “jogo”. O jogo da ficção sobre as verdades históricas, em que ambas (ficção e realidade) se invocam e provocam com frequência. Mas eu pertenço a uma ideia ou escola de literatura quase sempre motivada na ousadia social e na ética do compromisso com o mundo. Gosto dos livros que suscitam diversas leituras. Não me interessa a unanimidade. Uma das coisas que mais me atrai na literatura é, como no meu caso, criar narradores. Que se contradigam, que sejam como que um inventário de ideologias opostas.

P – Como o título indica, as vozes têm um peso imenso neste romance polifónico. O lexema vozes é recorrente na narrativa: as vozes do povo, dos Açores, etc. A perspectiva muda diversas vezes entre a primeira e a terceira personagem, temos diversas personagens que em algum momento se tornam centrais e a perspectiva da voz narrativa oscila de acordo com o ponto de vista de cada uma dessas personagens, recorrendo ao discurso indirecto livre e acedendo à sua voz interna. Temos ainda um narrador que de vez em quando fala directamente com o leitor (p. 83), ao mesmo tempo que percebemos como a entrevista de Cláudia a Mariano dará origem a um livro feito a partir das histórias deste mosaico.
R – A minha ideia era justamente acordar as vozes portuguesas que tudo viveram até ao 25 de Abril e depois, e que aos poucos foram recuando no meio de nós, a ponto de se calarem. Este livro quer provocar o clamor, trazer de volta a palavra, a dor e a revolta. E a justiça, também. Refiro-me a um processo português global. Não se trata de um livro “açoriano” strictu senso, mas de uma paisagem protegida da nossa vida colectiva – em Lisboa, na África e nos Açores ao tempo em que conceberam um sonho independentista à direita de toda a política. Qualquer leitor que entre no livro entra também nesse jogo narrativo. Creio que a linguagem flui, que não se ocorre no obscurantismo nem num mero exercício de estilo. Concorda?

P – Claro. Tanto que a própria entrevista rapidamente se torna uma conversa, uma narrativa com vida própria e cronologia desfasada, em que, como convém, a voz da jornalista se silencia. Apenas sabemos das suas questões através da voz de Mariano.
R – Quem é Mariano? Quem é a jornalista Cláudia Lourenço? Podia dizer, como Flaubert disse da sua Madame Bovary, “sou eu”. Esses os ingredientes e mistérios da ficção. Tal como eu, cada um pode ir buscar a este Livro de Vozes e Sombrasa voz e a sombra da própria pessoa.

P – Não só volta ao Rosário (p. 79), como retoma a atmosfera do seu romance sobre o Rosário. Ele representa aqui, uma vez mais, o arquipélago?
R – A povoação do Rosário pode ser, tanto neste como noutros livros que escrevi, o meu Macondo (salvo seja); ou o masculino simbólico de Achadinha, a terra açoriana em que nasci, para melhor se identificar com Portugal (nome masculino). Será sempre um lugar inserido na corrente contínua do tempo histórico. Nessa medida, já o referi como “Rozario”, “Rozário” e na sua grafia actual. A sua descrição não é muito distinta de outras aldeias açorianas. Interessa é que a sua representação seja endossada ao leitor. Não tenho nenhum sentido de posse sobre os lugares da minha ficção.

“Não me escondo daquilo que escrevo; mas só em parte o revelo em termos pessoais”

P – Nova Roma parece ser igualmente um cenário atópico, entre a ficção e o real, ao jeito do Rosário. Ou mesmo Munakala. A África colonialista, uma África nunca nomeada (porque será?) mas que se toma por Angola (na referência aos musseques).
R – Tem razão. Aparentemente, Nova Roma não existe, mas pode intuir-se sob outros nomes: como a “Nova Lisboa” de Angola, por exemplo. Por outro lado, talvez que Munakala seja o eco perdido de Calambata, o aldeamento em que se situava o quartel da minha guerra colonial. Assim sendo, não me escondo daquilo que escrevo; mas só em parte o revelo em termos pessoais. Nunca pretendi ser um autor autobiográfico. Sou apenas uma peça e um enigma do jogo. Acrescento: no livro nunca se menciona o nome de “Angola”; é sempre a Colónia. O propósito era identificar o colonialismo português. Mariano, sim, conta a sua paixão pela Guiné-Bissau: esse capítulo é fulcral para a caracterização ideológica dele.

João de Melo traz para a literatura temas da História portuguesa, como o fim das guerras em África e a descolonização

P – Além dos temas que lhe são recorrentes, e do léxico que lhe é caro, este livro parece subsumir anteriores títulos seus… quase como um mosaico do conjunto da sua obra. A começar pelo Rosário, passando pela guerra colonial, temos ainda o vinho como estimulante da verdade, os anjos, os vencidos.
R –Isso pode ser claro como água corrente; ou ser uma parte fictiva da chamada “unidade da obra”. Tenho formação em Filologia Românica, fui professor da hermenêutica textual. Podia muito bem escrever uma tese em sede própria. A quem interessaria? Nem ao próprio eu. Já estou numa fase da vida em que cada vez me interessam mais as leituras múltiplas dos outros. Fico-me com a minha pequena, quem sabe se inútil, “mitologia” literária. Só isso me pode individualizar entre outros escritores e ser eu próprio “uma voz” literária.

P – Uma das personagens, combatente da guerra colonial, tenta purgar-se do trauma da guerra transferindo a sua memória para “cinco cadernos escritos à mão” (p. 57). Foi isso que de certa forma deu origem aos seus dois primeiros romances, depois reescritos em “Autópsia”?
R – Não, nada. A personagem Mariano deste livro oscila entre o linear pessoal e a complexidade do ser, do carácter e sobretudo da ideologia colonialista. Quanto a mim, o chamado “stress pós-traumático de guerra” levou-me a escrever tudo o que vivi em tempo de guerra em Angola. Vim de lá desiludido, cheio de mágoa e muito perturbado. Só a literatura me pôde valer. Costumo dizer, aliás, que nós, os da geração da guerra colonial, fomos para África uns e voltámos outros, diferentes de nós mesmos. Nesse sentido, foi um privilégio assumir a condição da escrita e regressar à vida verdadeira depois da guerra. Trago-a ainda na pele e nos ossos, pois como disse o poeta René Char, “há guerras que não acabam nunca”.

O “Livro de Vozes e Sombras” é um dos mais importantes romances de 2020

P – Ângela Mendes Pinto parece ser a personagem central ou fio condutor destas histórias. Uma espécie de anjo cego da História, que nos guia pelo livro, mesmo quando parece desaparecer dele para depois regressar. É esta cega – de visão clarividente e sentidos sobreapurados – uma metáfora da necessidade de olharmos mais para dentro face ao ruído dos tempos?
R – Ora aí está! O nosso povo diz que “a verdade vem da boca dos inocentes”. Também eu quis acreditar na cegueira de Ângela como mecanismo de uma visão outra do nosso mundo. A cegueira dela é, simultaneamente, a sua inocência e a descoberta de novas formas de verdade. Lembra-se de quando, ao abandonar Nova Roma com a família de regresso a Portugal, ela jura ver milhões de mortos espalhados pela cidade? Essa é a Ângela histórica a falar. A consciência e a culpa. Fala pelo lado avesso da epopeia portuguesa. Só ela “vê” a derrocada histórica de um império que afinal nunca existiu.

“Os nossos jovens não têm consciência dos sacrifícios que marcaram a vida dos avós e dos pais”

P – Para um leitor mais atento, o apelido Mendes Pinto é claramente um piscar de olhos que reforça este livro como uma antiepopeia da história portuguesa das últimas décadas, a partir da descolonização e da revolução de Abril. E tal como Fernão Mendes Pinto que procura contar o reverso da expansão portuguesa, este seu livro é dedicado à sua neta para quando ela o puder ler e compreender.
R – Nós, portugueses, precisamos de sair de “Os Lusíadas” heróicos e assumir o pícaro da nossa “Peregrinação”, dentro e ao redor de nós mesmos. É por complexo de inferioridade que nos exaltamos no heroísmo do passado; nunca por nunca nos referimos à nossa condição de piratas do mar e da terra; nem nos penitenciamos da feroz Inquisição que tanta gente torturou brutalmente e mandou arder nas suas fogueiras; nem do tráfego de escravos de África para o Brasil, aos milhões. Na minha ideia, cabe à literatura nomear a vítima e resgatá-la do esquecimento. Faço-o por sistema, de livro para livro. Também tenho uma ideologia histórica.

O “stress pós-traumático de guerra” levou João de Melo a escrever tudo o que viveu em tempo de guerra em Angola

P – A certa altura Mariano diz à jovem jornalista: “– É muito jovem, vive num mundo novo, não tem obrigação de o saber. O seu tempo português resulta dos fardos que nós carregámos, para que a sua geração se risse dos excessos de memória e de uma experiência que a geração seguinte julga ser coisa de taralhoucos: velhos a matutar em utopias que já não servem para nada.” (p. 52). Partilha desta visão desencantada?
R – À minha maneira sim, nunca à de Mariano. Acontecem perdas contínuas entre nós, de geração para geração. Refiro-me ao caso português. Os nossos jovens não têm consciência dos sacrifícios que marcaram a vida dos avós e dos pais. E não fazem ideia de como Portugal subiu da miséria miserável e da exploração laboral para a libertação do 25 de Abril, para um talvez notável progresso económico, a liberdade individual e a democracia social. Conheço os novos problemas da nossa juventude, com a qual sou sempre solidário. Mas gostaria de ver nela mais cultura, mais livros, um sentido crítico e sobretudo auto-crítico do seu inconformismo.

P – Em jeito de conclusão, qual é hoje a sua relação com os Açores? É um local onde ainda regressa por imperiosa necessidade ou sente que nunca de lá saiu?
R – Os Açores são o que sempre foram para mim. O lugar que me completa. O sítio do regresso perfeito. Devo a essa idealização a fonte de onde mana o meu desejo de criação pela literatura. O propósito foi sempre o mesmo: impor as ilhas como imaginário da Literatura Portuguesa, não como regionalismo, antes como simbologia do humano universal. Se olhar para um planisfério, verá que todo o Mundo é um arquipélago, sendo os continentes ilhas muito grandes e as outras fragmentos verdadeiros da mesma natureza. O humano não tem de ser geográfico, e sim global, ontológico, no sentido em que todo o ser apenas tem sentido quando visto à escala ou à medida do planeta Terra. Daí para baixo, é o chão, o barro, a pedra, a contingência da nossa passagem por aqui.

(Entrevista publicada no Caderno Cultura.Sul de janeiro)

Automobilistas aguardam para abastecer as suas viaturas num posto de combustível. Crédito: Lusa
Auto Nacional

Há uma nova regra nos postos de combustível a partir de hoje e todos os condutores devem conhecê-la

16:50 17 Outubro, 2026 15:33 17 Outubro, 2026

Desde este sábado, 17 de outubro, os postos de combustível em Portugal estão obrigados a apresentar uma nova informação junto das bombas de abastecimento

A produtora de conteúdos digitais, Mia, de 26 anos | Crédito: Reprodução TikTok
Algarve Nacional

Influenciadora algarvia detida por suspeita de encomendar rapto de seguidor. Pensou que tinha sido burlada

13:10 17 Outubro, 2026 13:15 17 Outubro, 2026

Disputa por 3.500 euros de uma viagem à Grécia terá motivado o alegado rapto. Os dois suspeitos ficaram sujeitos a apresentações três vezes por semana

Nacional

Maria Teresa Faleiro, 81 anos, vive há 22 na mesma casa em Lisboa e recebeu ordem de despejo: “Os velhos não têm proteção alguma. Este país não é para velhos”

20:10 17 Outubro, 2026 20:06 17 Outubro, 2026

A idosa de 81 anos, Maria Teresa Faleiro, recebeu uma ordem de despejo e tem até 6 de novembro para abandonar a casa onde vive há 22 anos, em Lisboa

Algarve

Despiste de motociclo em localidade de Faro deixa um morto

00:30 17 Outubro, 2026 00:30 17 Outubro, 2026

Segundo o oficial de dia ao Comando Nacional da GNR, morreu uma pessoa neste acidente que "era o condutor do motociclo"

Chuva e trovoada em Portugal. Crédito: Foto AI
Tempo

Chuva forte e trovoada este sábado: IPMA emite aviso amarelo nestes cinco distritos e há risco de granizo

08:35 17 Outubro, 2026 08:35 17 Outubro, 2026

Cinco distritos têm aviso amarelo este sábado devido à possibilidade de trovoada, chuva forte e granizo. Saiba os horários

Ernesto Nuno Cabrita | Fotos DR
Algarve

Faro despede-se de Ernesto Cabrita, o guia que dava a conhecer a cidade

19:35 17 Outubro, 2026 19:41 17 Outubro, 2026

Autarquia, associações e amigos recordam Ernesto Cabrita, guia turístico de Faro, após o acidente mortal de mota ocorrido esta sexta-feira, em Caliços

Guarda-chuva vermelho. Crédito: Freepik
Tempo

Chuva está de regresso a Portugal a partir desta data

17:10 17 Outubro, 2026 15:13 17 Outubro, 2026

A partir de 21 de outubro, duas frentes atlânticas poderão trazer chuva a várias regiões, acompanhadas por uma descida das temperaturas

Opinião Política

Lideranças políticas que temos | Por José Figueiredo Santos

16:10 17 Outubro, 2026 16:05 17 Outubro, 2026

"Continuamos a assistir ao desfile dos que bem dominam a arte de não desagradar a ninguém. Falam sem se comprometer (...) salienta José Figueiredo Santos

Mulher a carregar um carro elétrico.
Auto

Elétrico mais vendido do mundo já chegou a Portugal: custa menos de 22 mil euros e tem até 345 km de autonomia

15:10 17 Outubro, 2026 14:55 17 Outubro, 2026

Geely E2 é o elétrico mais vendido do mundo e já está disponível para encomenda em Portugal, com preços a partir de 21.900 euros

Mulher a usar multibanco. Crédito: Foto AI
Nacional Tech

Cliente do Banco CTT? App, homebanking e transferências MB Way ficam indisponíveis até esta data

20:20 16 Outubro, 2026 17:20 16 Outubro, 2026

Os clientes do Banco CTT vão ficar temporariamente sem acesso a vários serviços digitais

Direito à habitação. Crédito: Lusa
Algarve Economia Nacional

Movimento pela habitação destaca mobilização em Faro e promete continuar protestos

14:47 17 Outubro, 2026 14:47 17 Outubro, 2026

Cristiana Leal fala num “despertar de um povo” e diz que a luta pela habitação continuará após 20 de outubro, limite da autorização municipal no Porto

Mulher organizou o seu funeral em vida. Crédito: DR
Mundo

“Adorava estar presente”: mulher organizou o próprio funeral aos 80 anos para ouvir as homenagens

11:20 17 Outubro, 2026 12:13 17 Outubro, 2026

Mulher reuniu cerca de 100 convidados para celebrar a vida num funeral antecipado, com discursos, um caixão e um bolo de aniversário

Política

A curiosa cidadania dos cidadãos que não devem fazer política | Por Luís Ganhão

10:30 17 Outubro, 2026 15:47 16 Outubro, 2026

"Quando se diz que uma manifestação de cidadãos se tornou uma manifestação política, o que muitas vezes se pretende dizer é que ela se tornou incómoda"

Mulher a lavar o cabelo no duche. Crédito: POSTAL AI – imagem gerada por IA
Saúde Vida & Lazer

Lavar o cabelo todos os dias aumenta a queda? A resposta dos dermatologistas

09:00 17 Outubro, 2026 09:13 17 Outubro, 2026

Encontrar cabelos no ralo nem sempre significa queda excessiva. Saiba quando pode lavar diariamente e que cuidados ajudam a proteger os fios

Cultura Opinião

Bilhete Postal: Os adultos ‘do futuro’ e os ecrãs | Por Eduardo Costa

19:40 16 Outubro, 2026 19:32 16 Outubro, 2026

“Parece que as prejudiciais telas de um ecrã refletem nas crianças a ideia de que são imagens que passam e ninguém recorda. Enquanto no papel ‘fica ali’ e todos vão vendo”

Europa

Álex, eletricista de 29 anos: “Ter 40 anos no setor não significa fazer bem durante 40 anos”

18:40 16 Outubro, 2026 16:58 16 Outubro, 2026

O jovem eletricista espanhol considera que a falta de profissionais não se resolve apenas com a contratação de novos trabalhadores

Automobilistas aguardam para abastecer as suas viaturas num posto de combustível. Crédito: Lusa
Auto, Nacional

Há uma nova regra nos postos de combustível a partir de hoje e todos os condutores devem conhecê-la

16:50 17 Outubro, 2026 15:33 17 Outubro, 2026

Desde este sábado, 17 de outubro, os postos de combustível em Portugal estão obrigados a apresentar uma nova informação junto das bombas de abastecimento

A produtora de conteúdos digitais, Mia, de 26 anos | Crédito: Reprodução TikTok
Algarve, Nacional

Influenciadora algarvia detida por suspeita de encomendar rapto de seguidor. Pensou que tinha sido burlada

13:10 17 Outubro, 2026 13:15 17 Outubro, 2026

Disputa por 3.500 euros de uma viagem à Grécia terá motivado o alegado rapto. Os dois suspeitos ficaram sujeitos a apresentações três vezes por semana

Nacional

Maria Teresa Faleiro, 81 anos, vive há 22 na mesma casa em Lisboa e recebeu ordem de despejo: “Os velhos não têm proteção alguma. Este país não é para velhos”

20:10 17 Outubro, 2026 20:06 17 Outubro, 2026

A idosa de 81 anos, Maria Teresa Faleiro, recebeu uma ordem de despejo e tem até 6 de novembro para abandonar a casa onde vive há 22 anos, em Lisboa

Algarve

Despiste de motociclo em localidade de Faro deixa um morto

00:30 17 Outubro, 2026 00:30 17 Outubro, 2026

Segundo o oficial de dia ao Comando Nacional da GNR, morreu uma pessoa neste acidente que "era o condutor do motociclo"

Chuva e trovoada em Portugal. Crédito: Foto AI
Tempo

Chuva forte e trovoada este sábado: IPMA emite aviso amarelo nestes cinco distritos e há risco de granizo

08:35 17 Outubro, 2026 08:35 17 Outubro, 2026

Cinco distritos têm aviso amarelo este sábado devido à possibilidade de trovoada, chuva forte e granizo. Saiba os horários

Ernesto Nuno Cabrita | Fotos DR
Algarve

Faro despede-se de Ernesto Cabrita, o guia que dava a conhecer a cidade

19:35 17 Outubro, 2026 19:41 17 Outubro, 2026

Autarquia, associações e amigos recordam Ernesto Cabrita, guia turístico de Faro, após o acidente mortal de mota ocorrido esta sexta-feira, em Caliços

Guarda-chuva vermelho. Crédito: Freepik
Tempo

Chuva está de regresso a Portugal a partir desta data

17:10 17 Outubro, 2026 15:13 17 Outubro, 2026

A partir de 21 de outubro, duas frentes atlânticas poderão trazer chuva a várias regiões, acompanhadas por uma descida das temperaturas

Opinião, Política

Lideranças políticas que temos | Por José Figueiredo Santos

16:10 17 Outubro, 2026 16:05 17 Outubro, 2026

"Continuamos a assistir ao desfile dos que bem dominam a arte de não desagradar a ninguém. Falam sem se comprometer (...) salienta José Figueiredo Santos

Mulher a carregar um carro elétrico.
Auto

Elétrico mais vendido do mundo já chegou a Portugal: custa menos de 22 mil euros e tem até 345 km de autonomia

15:10 17 Outubro, 2026 14:55 17 Outubro, 2026

Geely E2 é o elétrico mais vendido do mundo e já está disponível para encomenda em Portugal, com preços a partir de 21.900 euros

Mulher a usar multibanco. Crédito: Foto AI
Nacional, Tech

Cliente do Banco CTT? App, homebanking e transferências MB Way ficam indisponíveis até esta data

20:20 16 Outubro, 2026 17:20 16 Outubro, 2026

Os clientes do Banco CTT vão ficar temporariamente sem acesso a vários serviços digitais

Direito à habitação. Crédito: Lusa
Algarve, Economia, Nacional

Movimento pela habitação destaca mobilização em Faro e promete continuar protestos

14:47 17 Outubro, 2026 14:47 17 Outubro, 2026

Cristiana Leal fala num “despertar de um povo” e diz que a luta pela habitação continuará após 20 de outubro, limite da autorização municipal no Porto

Mulher organizou o seu funeral em vida. Crédito: DR
Mundo

“Adorava estar presente”: mulher organizou o próprio funeral aos 80 anos para ouvir as homenagens

11:20 17 Outubro, 2026 12:13 17 Outubro, 2026

Mulher reuniu cerca de 100 convidados para celebrar a vida num funeral antecipado, com discursos, um caixão e um bolo de aniversário

Política

A curiosa cidadania dos cidadãos que não devem fazer política | Por Luís Ganhão

10:30 17 Outubro, 2026 15:47 16 Outubro, 2026

"Quando se diz que uma manifestação de cidadãos se tornou uma manifestação política, o que muitas vezes se pretende dizer é que ela se tornou incómoda"

Mulher a lavar o cabelo no duche. Crédito: POSTAL AI – imagem gerada por IA
Saúde, Vida & Lazer

Lavar o cabelo todos os dias aumenta a queda? A resposta dos dermatologistas

09:00 17 Outubro, 2026 09:13 17 Outubro, 2026

Encontrar cabelos no ralo nem sempre significa queda excessiva. Saiba quando pode lavar diariamente e que cuidados ajudam a proteger os fios

Cultura, Opinião

Bilhete Postal: Os adultos ‘do futuro’ e os ecrãs | Por Eduardo Costa

19:40 16 Outubro, 2026 19:32 16 Outubro, 2026

“Parece que as prejudiciais telas de um ecrã refletem nas crianças a ideia de que são imagens que passam e ninguém recorda. Enquanto no papel ‘fica ali’ e todos vão vendo”

Europa

Álex, eletricista de 29 anos: “Ter 40 anos no setor não significa fazer bem durante 40 anos”

18:40 16 Outubro, 2026 16:58 16 Outubro, 2026

O jovem eletricista espanhol considera que a falta de profissionais não se resolve apenas com a contratação de novos trabalhadores

Últimas Notícias

  • Maria Teresa Faleiro, 81 anos, vive há 22 na mesma casa em Lisboa e recebeu ordem de despejo: “Os velhos não têm proteção alguma. Este país não é para velhos”
    Maria Teresa Faleiro, 81 anos, vive há 22 na mesma casa em Lisboa e recebeu ordem de despejo: “Os velhos não têm proteção alguma. Este país não é para velhos”
  • Americanos perguntaram a 3 especialistas qual é o prato que todos devem provar em Portugal e houve um que se destacou
    Americanos perguntaram a 3 especialistas qual é o prato que todos devem provar em Portugal e houve um que se destacou
  • Faro despede-se de Ernesto Cabrita, o guia que dava a conhecer a cidade
    Faro despede-se de Ernesto Cabrita, o guia que dava a conhecer a cidade
  • Passaporte com novo prazo de validade? Isto é o que precisa de saber antes de renovar
    Passaporte com novo prazo de validade? Isto é o que precisa de saber antes de renovar
  • Horário de inverno está a chegar: relógios vão mudar em Portugal nesta data
    Horário de inverno está a chegar: relógios vão mudar em Portugal nesta data

Opinião

  • Lideranças políticas que temos | Por José Figueiredo Santos
    Lideranças políticas que temos | Por José Figueiredo Santos
  • Bilhete Postal: Os adultos ‘do futuro’ e os ecrãs | Por Eduardo Costa
    Bilhete Postal: Os adultos ‘do futuro’ e os ecrãs | Por Eduardo Costa
  • Inovar no prato para nutrir o amanhã: o desafio da alimentação na hemodiálise | Por Inês Moreira
    Inovar no prato para nutrir o amanhã: o desafio da alimentação na hemodiálise | Por Inês Moreira

Europe Direct Algarve

  • Costuma comprar agora e pagar depois? Há novas regras europeias previstas para antes da Black Friday
    Costuma comprar agora e pagar depois? Há novas regras europeias previstas para antes da Black Friday
  • Jovens querem uma fronteira “apenas nos papéis”. Encontro anual na Eurorregião vai debater Resiliência Democrática | Por Susana Helena de Sousa
    Jovens querem uma fronteira “apenas nos papéis”. Encontro anual na Eurorregião vai debater Resiliência Democrática | Por Susana Helena de Sousa
Há um novo Postal nas bancas com o Expresso
Seguir
  • Ficha técnica e contactos
  • Estatuto editorial e política de privacidade
Configurações de privacidade
©2026 Postal