Skip to content
Postal

Postal

Informação, Opinião e Conteúdos Especiais

Menu
  • Últimas
  • Papel
    • Cultura.Sul
    • Caderno Alcoutim
  • Secções
    • Algarve
    • Nacional
      • Tempo
    • Europa
    • Mundo
    • Europe Direct Algarve
    • Economia
    • Saúde
    • Vida & Lazer
      • Astrologia
      • Animais
      • Gastronomia
    • Utilitários
    • Auto
    • Tech
    • Cultura
      • Ensino
      • Ciência
    • Desporto
    • Política
    • Opinião
    • Video
    • Pub
      • Patrocinado
  • Projetos
    • Postal Studio
    • Branded Content
    • Postal AI
  • ANUNCIAR
  • Sobre nós
    • Contactos e ficha técnica do Postal
    • Política de Privacidade
Menu
Cultura.Sul, Edição Papel

Escritor João de Melo: “Este livro quer provocar o clamor, trazer de volta a palavra, a dor e a revolta”

LETRAS E LEITURAS – Entrevista de Paulo Serra publicada no Caderno de Artes Cultura.Sul de janeiro

11:20 14 Janeiro, 2021 11:10 29 Novembro, 2024 | Cristina Mendonça
Definir como fonte de informação preferida
Share this...
  • Facebook
  • Messenger
  • Whatsapp
  • Twitter
  • Telegram
  • Email
  • Threads
  • Linkedin
  • Pinterest
PAULO SERRA
Doutorado em Literatura na Universidade do Algarve
Investigador do CLEPUL

Livro de Vozes e Sombras”, o mais recente romance de João de Melo, editado pela Dom Quixote, é um dos mais importantes romances de 2020. Um livro que acredito ter sido escrito ao longo de vários anos, até pela sua arquitectura complexa. Uma prosa torrentosa, ainda barroca e hiperrealista, mas onde a linguagem sempre poética é mais depurada.

Cláudia Lourenço, jornalista, é enviada de Lisboa à ilha de São Miguel ao serviço do jornal “Quotidiano” para entrevistar um conhecido ex-operacional da Frente de Libertação dos Açores. A partir dessa narrativa condensa-se gradualmente a história da Ditadura, do fim das guerras em África, a descolonização, a diáspora portuguesa e o “retorno” a casa, quase sempre intranquilo.

P – A jornalista Cláudia Lourenço, mais confidente do que protagonista, pertence a uma nova geração pouco conhecedora da história não muito remota de Portugal. É um ajuste de contas com o passado, mas também parece constituir um final de um ciclo na sua obra para, naturalmente, abrir novo ciclo.
R – Quando olho para trás, para os livros que até hoje escrevi, nunca vejo ciclos nem outros caminhos programáticos da minha escrita. O meu passado decide-se entre boa ou má literatura. Daí ter repudiado os primeiros livros: de quando absorvia o mundo dos outros através da leitura. Só me senti “escritor” a partir de O Meu Mundo Não é Deste Reino, um romance que você conhece muito bem. Porquê? Se descobrimos uma linguagem dentro de nós, associamos-lhe uma geografia íntima e uma possibilidade existencial para o mundo dos outros. Este de agora é um livro que se explica e justifica a si mesmo: tinha de ser escrito, só eu podia fazê-lo. Não o concebo de outra maneira. Nem faço ideia, ainda, do que irei escrever a seguir.

O escritor gostaria de ver na juventude mais cultura, mais livros, um sentido crítico e sobretudo auto-crítico do seu inconformismo

P – Este é também o seu romance mais metaficcional, aliado à reflexividade da história, que cruza Açores, Portugal e África colonial. Não será por acaso que a jovem jornalista vem da metrópole, capaz de oferecer um olhar crítico externo às ilhas.
R – Concordo. Houve a preocupação de contextualizar no mesmo tempo narrativo a memória de três lugares distintos entre si, todos eles complementares em relação à “crónica” e à recuperação da memória histórica ainda recente. Açores, Lisboa e África são geografias muito próprias, ainda que tangidas pela mesma vitalidade da mudança política. O golpe de Estado e a Revolução de Lisboa abriram portas às “independências contraditórias” dos Açores e das Colónias africanas. Se me tivesse cingido ao caso da FLA, haveria a ilusão de pensar-se que tudo acontecera como por geração espontânea, não como causa e consequência do fim da Ditadura e do Processo Revolucionário. Da mesma forma que se concertam três geografias narrativas, também pretendi opor duas gerações no conhecimento desse passado ainda tão recente, porém ignorado pela nova juventude portuguesa. Aproveito para acrescentar o seguinte: este livro abre-se a todas as gerações de leitores. Só elas o podem entender e completar à sua maneira e à medida de cada uma.

“Gosto dos livros que suscitam diversas leituras”

P – A escrita deste livro representa um acto de coragem, o risco de confundir a ironia com a sua opinião dos factos. Nomeadamente quando tece toda uma crítica à guerra colonial pela óptica de um branco colonizador que a defende (p. 51), ou na pessoa de Mariano, que por lá combateu, quer na de Custódio, latifundiário, explorador colonialista com características próximas do animalesco (descrito como “touro” na pág. 156). Este é um ponto de vista que se reparte entre vencedores e vencidos, uma visão crítica dicotómica a apontar a complexidade histórica da mudança: “a história mudava de uma margem para outra da razão” ( pág. 360).
R – Podemos, antes, falar de uma espécie de “jogo”. O jogo da ficção sobre as verdades históricas, em que ambas (ficção e realidade) se invocam e provocam com frequência. Mas eu pertenço a uma ideia ou escola de literatura quase sempre motivada na ousadia social e na ética do compromisso com o mundo. Gosto dos livros que suscitam diversas leituras. Não me interessa a unanimidade. Uma das coisas que mais me atrai na literatura é, como no meu caso, criar narradores. Que se contradigam, que sejam como que um inventário de ideologias opostas.

P – Como o título indica, as vozes têm um peso imenso neste romance polifónico. O lexema vozes é recorrente na narrativa: as vozes do povo, dos Açores, etc. A perspectiva muda diversas vezes entre a primeira e a terceira personagem, temos diversas personagens que em algum momento se tornam centrais e a perspectiva da voz narrativa oscila de acordo com o ponto de vista de cada uma dessas personagens, recorrendo ao discurso indirecto livre e acedendo à sua voz interna. Temos ainda um narrador que de vez em quando fala directamente com o leitor (p. 83), ao mesmo tempo que percebemos como a entrevista de Cláudia a Mariano dará origem a um livro feito a partir das histórias deste mosaico.
R – A minha ideia era justamente acordar as vozes portuguesas que tudo viveram até ao 25 de Abril e depois, e que aos poucos foram recuando no meio de nós, a ponto de se calarem. Este livro quer provocar o clamor, trazer de volta a palavra, a dor e a revolta. E a justiça, também. Refiro-me a um processo português global. Não se trata de um livro “açoriano” strictu senso, mas de uma paisagem protegida da nossa vida colectiva – em Lisboa, na África e nos Açores ao tempo em que conceberam um sonho independentista à direita de toda a política. Qualquer leitor que entre no livro entra também nesse jogo narrativo. Creio que a linguagem flui, que não se ocorre no obscurantismo nem num mero exercício de estilo. Concorda?

P – Claro. Tanto que a própria entrevista rapidamente se torna uma conversa, uma narrativa com vida própria e cronologia desfasada, em que, como convém, a voz da jornalista se silencia. Apenas sabemos das suas questões através da voz de Mariano.
R – Quem é Mariano? Quem é a jornalista Cláudia Lourenço? Podia dizer, como Flaubert disse da sua Madame Bovary, “sou eu”. Esses os ingredientes e mistérios da ficção. Tal como eu, cada um pode ir buscar a este Livro de Vozes e Sombrasa voz e a sombra da própria pessoa.

P – Não só volta ao Rosário (p. 79), como retoma a atmosfera do seu romance sobre o Rosário. Ele representa aqui, uma vez mais, o arquipélago?
R – A povoação do Rosário pode ser, tanto neste como noutros livros que escrevi, o meu Macondo (salvo seja); ou o masculino simbólico de Achadinha, a terra açoriana em que nasci, para melhor se identificar com Portugal (nome masculino). Será sempre um lugar inserido na corrente contínua do tempo histórico. Nessa medida, já o referi como “Rozario”, “Rozário” e na sua grafia actual. A sua descrição não é muito distinta de outras aldeias açorianas. Interessa é que a sua representação seja endossada ao leitor. Não tenho nenhum sentido de posse sobre os lugares da minha ficção.

“Não me escondo daquilo que escrevo; mas só em parte o revelo em termos pessoais”

P – Nova Roma parece ser igualmente um cenário atópico, entre a ficção e o real, ao jeito do Rosário. Ou mesmo Munakala. A África colonialista, uma África nunca nomeada (porque será?) mas que se toma por Angola (na referência aos musseques).
R – Tem razão. Aparentemente, Nova Roma não existe, mas pode intuir-se sob outros nomes: como a “Nova Lisboa” de Angola, por exemplo. Por outro lado, talvez que Munakala seja o eco perdido de Calambata, o aldeamento em que se situava o quartel da minha guerra colonial. Assim sendo, não me escondo daquilo que escrevo; mas só em parte o revelo em termos pessoais. Nunca pretendi ser um autor autobiográfico. Sou apenas uma peça e um enigma do jogo. Acrescento: no livro nunca se menciona o nome de “Angola”; é sempre a Colónia. O propósito era identificar o colonialismo português. Mariano, sim, conta a sua paixão pela Guiné-Bissau: esse capítulo é fulcral para a caracterização ideológica dele.

João de Melo traz para a literatura temas da História portuguesa, como o fim das guerras em África e a descolonização

P – Além dos temas que lhe são recorrentes, e do léxico que lhe é caro, este livro parece subsumir anteriores títulos seus… quase como um mosaico do conjunto da sua obra. A começar pelo Rosário, passando pela guerra colonial, temos ainda o vinho como estimulante da verdade, os anjos, os vencidos.
R –Isso pode ser claro como água corrente; ou ser uma parte fictiva da chamada “unidade da obra”. Tenho formação em Filologia Românica, fui professor da hermenêutica textual. Podia muito bem escrever uma tese em sede própria. A quem interessaria? Nem ao próprio eu. Já estou numa fase da vida em que cada vez me interessam mais as leituras múltiplas dos outros. Fico-me com a minha pequena, quem sabe se inútil, “mitologia” literária. Só isso me pode individualizar entre outros escritores e ser eu próprio “uma voz” literária.

P – Uma das personagens, combatente da guerra colonial, tenta purgar-se do trauma da guerra transferindo a sua memória para “cinco cadernos escritos à mão” (p. 57). Foi isso que de certa forma deu origem aos seus dois primeiros romances, depois reescritos em “Autópsia”?
R – Não, nada. A personagem Mariano deste livro oscila entre o linear pessoal e a complexidade do ser, do carácter e sobretudo da ideologia colonialista. Quanto a mim, o chamado “stress pós-traumático de guerra” levou-me a escrever tudo o que vivi em tempo de guerra em Angola. Vim de lá desiludido, cheio de mágoa e muito perturbado. Só a literatura me pôde valer. Costumo dizer, aliás, que nós, os da geração da guerra colonial, fomos para África uns e voltámos outros, diferentes de nós mesmos. Nesse sentido, foi um privilégio assumir a condição da escrita e regressar à vida verdadeira depois da guerra. Trago-a ainda na pele e nos ossos, pois como disse o poeta René Char, “há guerras que não acabam nunca”.

O “Livro de Vozes e Sombras” é um dos mais importantes romances de 2020

P – Ângela Mendes Pinto parece ser a personagem central ou fio condutor destas histórias. Uma espécie de anjo cego da História, que nos guia pelo livro, mesmo quando parece desaparecer dele para depois regressar. É esta cega – de visão clarividente e sentidos sobreapurados – uma metáfora da necessidade de olharmos mais para dentro face ao ruído dos tempos?
R – Ora aí está! O nosso povo diz que “a verdade vem da boca dos inocentes”. Também eu quis acreditar na cegueira de Ângela como mecanismo de uma visão outra do nosso mundo. A cegueira dela é, simultaneamente, a sua inocência e a descoberta de novas formas de verdade. Lembra-se de quando, ao abandonar Nova Roma com a família de regresso a Portugal, ela jura ver milhões de mortos espalhados pela cidade? Essa é a Ângela histórica a falar. A consciência e a culpa. Fala pelo lado avesso da epopeia portuguesa. Só ela “vê” a derrocada histórica de um império que afinal nunca existiu.

“Os nossos jovens não têm consciência dos sacrifícios que marcaram a vida dos avós e dos pais”

P – Para um leitor mais atento, o apelido Mendes Pinto é claramente um piscar de olhos que reforça este livro como uma antiepopeia da história portuguesa das últimas décadas, a partir da descolonização e da revolução de Abril. E tal como Fernão Mendes Pinto que procura contar o reverso da expansão portuguesa, este seu livro é dedicado à sua neta para quando ela o puder ler e compreender.
R – Nós, portugueses, precisamos de sair de “Os Lusíadas” heróicos e assumir o pícaro da nossa “Peregrinação”, dentro e ao redor de nós mesmos. É por complexo de inferioridade que nos exaltamos no heroísmo do passado; nunca por nunca nos referimos à nossa condição de piratas do mar e da terra; nem nos penitenciamos da feroz Inquisição que tanta gente torturou brutalmente e mandou arder nas suas fogueiras; nem do tráfego de escravos de África para o Brasil, aos milhões. Na minha ideia, cabe à literatura nomear a vítima e resgatá-la do esquecimento. Faço-o por sistema, de livro para livro. Também tenho uma ideologia histórica.

O “stress pós-traumático de guerra” levou João de Melo a escrever tudo o que viveu em tempo de guerra em Angola

P – A certa altura Mariano diz à jovem jornalista: “– É muito jovem, vive num mundo novo, não tem obrigação de o saber. O seu tempo português resulta dos fardos que nós carregámos, para que a sua geração se risse dos excessos de memória e de uma experiência que a geração seguinte julga ser coisa de taralhoucos: velhos a matutar em utopias que já não servem para nada.” (p. 52). Partilha desta visão desencantada?
R – À minha maneira sim, nunca à de Mariano. Acontecem perdas contínuas entre nós, de geração para geração. Refiro-me ao caso português. Os nossos jovens não têm consciência dos sacrifícios que marcaram a vida dos avós e dos pais. E não fazem ideia de como Portugal subiu da miséria miserável e da exploração laboral para a libertação do 25 de Abril, para um talvez notável progresso económico, a liberdade individual e a democracia social. Conheço os novos problemas da nossa juventude, com a qual sou sempre solidário. Mas gostaria de ver nela mais cultura, mais livros, um sentido crítico e sobretudo auto-crítico do seu inconformismo.

P – Em jeito de conclusão, qual é hoje a sua relação com os Açores? É um local onde ainda regressa por imperiosa necessidade ou sente que nunca de lá saiu?
R – Os Açores são o que sempre foram para mim. O lugar que me completa. O sítio do regresso perfeito. Devo a essa idealização a fonte de onde mana o meu desejo de criação pela literatura. O propósito foi sempre o mesmo: impor as ilhas como imaginário da Literatura Portuguesa, não como regionalismo, antes como simbologia do humano universal. Se olhar para um planisfério, verá que todo o Mundo é um arquipélago, sendo os continentes ilhas muito grandes e as outras fragmentos verdadeiros da mesma natureza. O humano não tem de ser geográfico, e sim global, ontológico, no sentido em que todo o ser apenas tem sentido quando visto à escala ou à medida do planeta Terra. Daí para baixo, é o chão, o barro, a pedra, a contingência da nossa passagem por aqui.

(Entrevista publicada no Caderno Cultura.Sul de janeiro)

Transporte público em Portugal. Crédito: Foto DR
Economia Nacional

Transportes passam a ser gratuitos a partir de hoje nesta cidade portuguesa: saiba quem pode viajar sem pagar e o que tem de fazer

09:30 1 Setembro, 2026 17:18 1 Setembro, 2026 | Tiago Alcobia

Entrou hoje em vigor uma medida que permite viajar sem pagar, mas há regras e um requisito obrigatório para ter acesso ao benefício

Algarve

Jovem de 17 anos está desaparecida há uma semana entre Almancil e Tunes

07:50 1 Setembro, 2026 15:24 1 Setembro, 2026 | Cristina Mendonça

Carolina está desaparecida desde a última semana de agosto e familiares e amigos continuam a tentar localizar a jovem

Chuva em Portugal. Crédito: Freepik AI
Tempo

Vem aí uma frente atlântica: chuva volta a Portugal nesta data e estas vão ser as regiões mais afetadas

07:00 1 Setembro, 2026 15:46 31 Agosto, 2026 | Rubén Gonçalves

ECMWF prevê o regresso da chuva a Portugal em duas fases, com Norte e Centro entre as regiões mais expostas

Homem idoso a falar. Crédito: Foto AI
Economia Europa

Ramiro reformou-se com 43 anos de descontos: “Penalizaram-me 24% na pensão, são 53.900 euros em 11 anos”

19:30 30 Agosto, 2026 15:36 30 Agosto, 2026 | João Luís

Depois de mais de quatro décadas de contribuições, um reformado espanhol contesta a redução aplicada à sua pensão

Idosa a observar o mau tempo. Crédito: Freepik AI
Tempo

Mais chuva e trovoadas a caminho de Portugal: setembro pode ficar mais chuvoso a partir deste dia e estas regiões serão as mais afetadas

11:40 1 Setembro, 2026 11:04 1 Setembro, 2026 | João Luís

Mês de setembro deverá começar com tempo de verão, mas a chuva e as trovoadas deverão chegar a Portugal a partir deste dia

Talho.
Europe Direct Algarve

É oficial: UE vai suspender a compra desta carne e tem até esta data para a comer uma última vez

13:00 1 Setembro, 2026 12:36 1 Setembro, 2026 | Miguel Frazão

Há uma carne que vai deixar de entrar no mercado europeu a partir de quinta-feira, após a Comissão Europeia confirmar a decisão

Idosa a contar dinheiro. Crédito: Freepik
Economia Nacional

Segurança Social vai verificar rendimentos de quem recebe este apoio e pode aceder a estes dados

17:30 29 Agosto, 2026 21:26 30 Agosto, 2026 | Rubén Gonçalves

Novas regras da Prestação Social Única reforçam a verificação dos rendimentos dos beneficiários por parte da Segurança Social

Algarve Cultura

Faro recebe exposição “Palíndromo” antes da Festa do Cinema de Animação

17:40 1 Setembro, 2026 17:49 1 Setembro, 2026 | Cristina Mendonça

Exposição coletiva inaugura a 3 de setembro, no IPDJ de Faro, e funciona como antecâmara da 5.ª edição da ANIMAGORIA

Algarve Cultura

Dias Medievais levam milhares a Castro Marim e registam aumento de visitantes

10:28 1 Setembro, 2026 10:28 1 Setembro, 2026 | Cristina Mendonça

O tradicional desfile, os torneios medievais e os banquetes com lotação esgotada estiveram entre os destaques da 27.ª edição

Homem conta dinheiro em casa.
Economia Nacional

Recebe algum destes apoios? Já são conhecidas as datas dos pagamentos da Segurança Social de setembro

09:00 1 Setembro, 2026 09:18 1 Setembro, 2026 | Tiago Alcobia

Setembro traz novas datas para milhares de beneficiários. Conheça o calendário divulgado e evite surpresas no orçamento

Cidade de Lagos. Crédito: Foto DR
Algarve Cultura

Esta cidade algarvia foi em tempos o “centro do mundo” pela sua proximidade com o oceano e foi um mercado de escravos no século XV

17:30 1 Setembro, 2026 17:18 1 Setembro, 2026 | Gonçalo Viegas

Pela sua proximidade com o Oceano Atlântico, esta cidada do Algarve era considerada o 'centro do mundo' na Era dos Descobrimentos

Idosa com animais de estimação. Crédito: Freepik AI
Animais Europe Direct Algarve

É oficial: UE muda as regras para quem tem cães e gatos e há novas obrigações a caminho

18:44 30 Agosto, 2026 21:26 30 Agosto, 2026 | Rubén Gonçalves

Quem tem um cães ou gatos deve conhecer as novas regras europeias que entraram oficialmente em vigor este domingo

Polícia a parar um carro. Crédito: Lusa
Auto Economia

Transporta isto no carro? Prepare-se para multas superiores a 1.500€ e outras consequências graves

10:20 31 Agosto, 2026 09:28 31 Agosto, 2026 | Tiago Alcobia

Ignorar determinadas regras de transporte pode sair caro aos condutores, com multas superiores a 1.500 euros e outras consequências imediatas

Mulher pensativa a olhar pela janela. Crédito: Freepik
Economia Europa

“Tive muita sorte”: mulher com 40 anos de descontos reforma-se aos 62 anos com pensão de 2.700€ e diz estar “satisfeita”

21:20 28 Agosto, 2026 19:24 28 Agosto, 2026 | Gonçalo Viegas

Assistente de bordo em França reformou-se aos 62 anos e recebe hoje em dia valor de pensão correspondente a 87,5% do seu último salário

Praia da Bordeira.
Algarve

“Sem um prédio à vista”: australianos encantados com esta pequena aldeia do Algarve pela sua “beleza selvagem”

18:20 30 Agosto, 2026 17:04 29 Agosto, 2026 | Daniel Fallows

A Lonely Planet destacou esta aldeia do Algarve entre os melhores locais da região pelas paisagens naturais e pela reduzida urbanização

Algarve

Sismos e futuro das cidades juntam especialistas e estudantes em Portimão

17:15 1 Setembro, 2026 17:15 1 Setembro, 2026 | Cristina Mendonça

Iniciativa Erasmus+ reúne especialistas internacionais para estudar sismos, reconstrução, património e futuro das cidades históricas

Transporte público em Portugal. Crédito: Foto DR
Economia, Nacional

Transportes passam a ser gratuitos a partir de hoje nesta cidade portuguesa: saiba quem pode viajar sem pagar e o que tem de fazer

09:30 1 Setembro, 2026 17:18 1 Setembro, 2026 | Tiago Alcobia

Entrou hoje em vigor uma medida que permite viajar sem pagar, mas há regras e um requisito obrigatório para ter acesso ao benefício

Algarve

Jovem de 17 anos está desaparecida há uma semana entre Almancil e Tunes

07:50 1 Setembro, 2026 15:24 1 Setembro, 2026 | Cristina Mendonça

Carolina está desaparecida desde a última semana de agosto e familiares e amigos continuam a tentar localizar a jovem

Chuva em Portugal. Crédito: Freepik AI
Tempo

Vem aí uma frente atlântica: chuva volta a Portugal nesta data e estas vão ser as regiões mais afetadas

07:00 1 Setembro, 2026 15:46 31 Agosto, 2026 | Rubén Gonçalves

ECMWF prevê o regresso da chuva a Portugal em duas fases, com Norte e Centro entre as regiões mais expostas

Homem idoso a falar. Crédito: Foto AI
Economia, Europa

Ramiro reformou-se com 43 anos de descontos: “Penalizaram-me 24% na pensão, são 53.900 euros em 11 anos”

19:30 30 Agosto, 2026 15:36 30 Agosto, 2026 | João Luís

Depois de mais de quatro décadas de contribuições, um reformado espanhol contesta a redução aplicada à sua pensão

Idosa a observar o mau tempo. Crédito: Freepik AI
Tempo

Mais chuva e trovoadas a caminho de Portugal: setembro pode ficar mais chuvoso a partir deste dia e estas regiões serão as mais afetadas

11:40 1 Setembro, 2026 11:04 1 Setembro, 2026 | João Luís

Mês de setembro deverá começar com tempo de verão, mas a chuva e as trovoadas deverão chegar a Portugal a partir deste dia

Talho.
Europe Direct Algarve

É oficial: UE vai suspender a compra desta carne e tem até esta data para a comer uma última vez

13:00 1 Setembro, 2026 12:36 1 Setembro, 2026 | Miguel Frazão

Há uma carne que vai deixar de entrar no mercado europeu a partir de quinta-feira, após a Comissão Europeia confirmar a decisão

Idosa a contar dinheiro. Crédito: Freepik
Economia, Nacional

Segurança Social vai verificar rendimentos de quem recebe este apoio e pode aceder a estes dados

17:30 29 Agosto, 2026 21:26 30 Agosto, 2026 | Rubén Gonçalves

Novas regras da Prestação Social Única reforçam a verificação dos rendimentos dos beneficiários por parte da Segurança Social

Algarve, Cultura

Faro recebe exposição “Palíndromo” antes da Festa do Cinema de Animação

17:40 1 Setembro, 2026 17:49 1 Setembro, 2026 | Cristina Mendonça

Exposição coletiva inaugura a 3 de setembro, no IPDJ de Faro, e funciona como antecâmara da 5.ª edição da ANIMAGORIA

Algarve, Cultura

Dias Medievais levam milhares a Castro Marim e registam aumento de visitantes

10:28 1 Setembro, 2026 10:28 1 Setembro, 2026 | Cristina Mendonça

O tradicional desfile, os torneios medievais e os banquetes com lotação esgotada estiveram entre os destaques da 27.ª edição

Homem conta dinheiro em casa.
Economia, Nacional

Recebe algum destes apoios? Já são conhecidas as datas dos pagamentos da Segurança Social de setembro

09:00 1 Setembro, 2026 09:18 1 Setembro, 2026 | Tiago Alcobia

Setembro traz novas datas para milhares de beneficiários. Conheça o calendário divulgado e evite surpresas no orçamento

Cidade de Lagos. Crédito: Foto DR
Algarve, Cultura

Esta cidade algarvia foi em tempos o “centro do mundo” pela sua proximidade com o oceano e foi um mercado de escravos no século XV

17:30 1 Setembro, 2026 17:18 1 Setembro, 2026 | Gonçalo Viegas

Pela sua proximidade com o Oceano Atlântico, esta cidada do Algarve era considerada o 'centro do mundo' na Era dos Descobrimentos

Idosa com animais de estimação. Crédito: Freepik AI
Animais, Europe Direct Algarve

É oficial: UE muda as regras para quem tem cães e gatos e há novas obrigações a caminho

18:44 30 Agosto, 2026 21:26 30 Agosto, 2026 | Rubén Gonçalves

Quem tem um cães ou gatos deve conhecer as novas regras europeias que entraram oficialmente em vigor este domingo

Polícia a parar um carro. Crédito: Lusa
Auto, Economia

Transporta isto no carro? Prepare-se para multas superiores a 1.500€ e outras consequências graves

10:20 31 Agosto, 2026 09:28 31 Agosto, 2026 | Tiago Alcobia

Ignorar determinadas regras de transporte pode sair caro aos condutores, com multas superiores a 1.500 euros e outras consequências imediatas

Mulher pensativa a olhar pela janela. Crédito: Freepik
Economia, Europa

“Tive muita sorte”: mulher com 40 anos de descontos reforma-se aos 62 anos com pensão de 2.700€ e diz estar “satisfeita”

21:20 28 Agosto, 2026 19:24 28 Agosto, 2026 | Gonçalo Viegas

Assistente de bordo em França reformou-se aos 62 anos e recebe hoje em dia valor de pensão correspondente a 87,5% do seu último salário

Praia da Bordeira.
Algarve

“Sem um prédio à vista”: australianos encantados com esta pequena aldeia do Algarve pela sua “beleza selvagem”

18:20 30 Agosto, 2026 17:04 29 Agosto, 2026 | Daniel Fallows

A Lonely Planet destacou esta aldeia do Algarve entre os melhores locais da região pelas paisagens naturais e pela reduzida urbanização

Algarve

Sismos e futuro das cidades juntam especialistas e estudantes em Portimão

17:15 1 Setembro, 2026 17:15 1 Setembro, 2026 | Cristina Mendonça

Iniciativa Erasmus+ reúne especialistas internacionais para estudar sismos, reconstrução, património e futuro das cidades históricas

Últimas Notícias

  • Faro recebe exposição “Palíndromo” antes da Festa do Cinema de Animação
    Faro recebe exposição “Palíndromo” antes da Festa do Cinema de Animação
  • Esta cidade algarvia foi em tempos o “centro do mundo” pela sua proximidade com o oceano e foi um mercado de escravos no século XV
    Esta cidade algarvia foi em tempos o “centro do mundo” pela sua proximidade com o oceano e foi um mercado de escravos no século XV
  • Sismos e futuro das cidades juntam especialistas e estudantes em Portimão
    Sismos e futuro das cidades juntam especialistas e estudantes em Portimão
  • Visitas ao Castelo de Silves terminam mais cedo nos dias 2 e 3 de setembro
    Visitas ao Castelo de Silves terminam mais cedo nos dias 2 e 3 de setembro
  • Tem este símbolo no seu cartão Multibanco? Há um benefício que muitos não conhecem e pode ‘salvar’ a sua carteira
    Tem este símbolo no seu cartão Multibanco? Há um benefício que muitos não conhecem e pode ‘salvar’ a sua carteira

Opinião

  • Porque é que os músculos são um órgão da longevidade e como preservá-los | Por Kristina Verdilhão
    Porque é que os músculos são um órgão da longevidade e como preservá-los | Por Kristina Verdilhão
  • O dinamismo do mercado imobiliário de gama alta algarvio | Por Marlos Gonçalves
    O dinamismo do mercado imobiliário de gama alta algarvio | Por Marlos Gonçalves
  • A verdadeira arma secreta de Portugal | Por Ana Alexandra Resende
    A verdadeira arma secreta de Portugal | Por Ana Alexandra Resende

Europe Direct Algarve

  • Água e fundos europeus no centro do debate sobre o futuro da agricultura algarvia
    Água e fundos europeus no centro do debate sobre o futuro da agricultura algarvia
  • É oficial: UE vai suspender a compra desta carne e tem até esta data para a comer uma última vez
    É oficial: UE vai suspender a compra desta carne e tem até esta data para a comer uma última vez
Há um novo Postal nas bancas com o Expresso
Seguir
Configurações de privacidade
©2026 Postal

Subscreva a newsletter
do POSTAL

Pode sempre cancelar a qualquer momento