Skip to content
Postal

Postal

Informação, Opinião e Conteúdos Especiais

Menu
  • Últimas
  • Papel
    • Cultura.Sul
    • Caderno Alcoutim
  • Secções
    • Algarve
    • Nacional
      • Tempo
    • Europa
    • Mundo
    • Europe Direct Algarve
    • Economia
    • Saúde
    • Vida & Lazer
      • Astrologia
      • Animais
      • Gastronomia
    • Utilitários
    • Auto
    • Tech
    • Cultura
      • Ensino
      • Ciência
    • Desporto
    • Política
    • Opinião
    • Video
    • Pub
      • Patrocinado
  • Projetos
    • Postal Studio
    • Branded Content
    • Postal AI
  • ANUNCIAR
  • Sobre nós
    • Política de Privacidade
    • Ficha Técnica e Contactos do Postal
Menu
Cultura, Edição Papel, Opinião

Baiôa sem data para morrer, de Rui Couceiro | Por Paulo Serra

LETRAS & LEITURAS: Artigo de Paulo Serra publicado no Caderno de Artes Cultura.Sul de setembro

09:00 23 Setembro, 2022 21:18 22 Setembro, 2022 | Cristina Mendonça
Share this…
  • Facebook
  • Messenger
  • Whatsapp
  • Twitter
  • Telegram
  • Email
  • Threads
  • Linkedin
  • Pinterest
Paulo Serra, doutorado em Literatura na UAlg
e Investigador do CLEPUL

Regresso às origens

Baiôa sem data para morrer, publicado pela Porto Editora, assinala a estreia literária do editor Rui Couceiro.

Dividido em 127 capítulos, além de um capítulo 0 e outro 0.1. em jeito de prólogo, este romance requer tempo e pede ao leitor alguma paciência, pois esta é uma história que se demora a ser contada e se compraz nisso mesmo, levando-nos a desacelerar.

Quando vê as fotos da casa de família, recuperada por um desconhecido, um jovem adulto da cidade muda-se para o meio do nada na planície alentejana. Na “minúscula” aldeia dos avós, no Alentejo profundo, que dá pelo “belo” nome impróprio de Gorda-e-Feia, este professor, cuja vida não tem grande rumo, procura sobretudo uma pausa do ritmo frenético da civilização e de uma vida vazia, que foi preenchendo com o frémito das redes sociais.

Terminado o ano letivo, sem grandes perspetivas de nova colocação, o professor de trinta e um anos chega à casa dos avós no dia 9 de julho de 2015. Nessa aldeia, onde tudo parece morrer, a sua vida parece estar prestes a começar.

Rui Couceiro estreou-se na literatura com o romance “Baiôa Sem Data Para Morrer” – Foto Neusa Aires / D.R.

A narrativa é contada na primeira pessoa por esse jovem professor cujo nome nunca é revelado no livro e adverte-nos desde logo que “ainda hoje continuo a ignorar se o que se passou durante os dezanove meses que vivi naquela aldeia se passou mesmo” (p. 10). Não se pense que esta incerteza advém do seu estado mental, ainda que o narrador nos deixe indicações dispersas de como parece atravessar uma espécie de esgotamento mental ou depressão, estando precisado de medicação para dormir, e tendo como recomendação médica fazer uma desintoxicação do uso do telemóvel, em particular no que respeita a ligação às redes sociais, como se percebe numa passagem que nos conta como ao tentar ler um livro, vai “interrompendo a leitura no final de cada página, para ir ao telemóvel verificar, através das redes sociais, se algo tinha acontecido no mundo, porque era imprescindível que algo estivesse constantemente a acontecer” (p. 85). Na verdade, não obstante esse possível estado psicológico alterado, os acontecimentos que o narrador se prepara para recontar são tão fantásticos que é preferível deixar a nota ao leitor para manter algum nível de descrença. Haverá pontualmente alusão a casos insólitos ou maravilhosos.

Lugares descentrados

Gorda-e-Feia é um daqueles lugares atópicos que reforçam a natureza mágica patente neste romance, de que ainda falaremos adiante. A chegada do professor à aldeia representa uma entrada num mundo apartado da realidade portuguesa. A comprovar essa alteridade de um espaço exterior ao centro (“ex-cêntrico”), existem topónimos igualmente peculiares com ressonâncias semânticas óbvias, como Vila Ajeitada ou a Ribeira Encalhada.

“Gorda-e-Feia apresentava-se como uma pequeníssima aldeia quase deserta, que noutros tempos não havia sido tão pequena nem tão deserta. Algumas pessoas foram partindo, outras morrendo e certas casas acabaram por ruir, abandonadas.” (p. 43)

A natureza mítica em que o romance incorre, desfiando uma narrativa na berma do fantástico ou do maravilhoso, num lugarejo apartado da realidade, remete-nos para um realismo mágico próximo do modelo sul-americano ou, para nos atermos ao caso português, para leituras como O Dia dos Prodígios de Lídia Jorge. À semelhança de Vilamaninhos, essa comunidade perdida no Algarve rural profundo, onde o progresso e o tempo da História não chegaram, esta aldeia alentejana encontra-se igualmente num limbo. Nesse Alentejo profundo o próprio tempo parece abrandar: “surgiram, atravessadas por um rio, as casinhas brancas e baixas, de telha torrada pelo calor e pelo tempo, esse que em lugar algum para, mas que ali se mostra afoito a abrandamentos – talvez por isso tenha levado mais tempo a chegar de Lisboa àquela terra perdida do que se tivesse viajado de avião para Londres ou Paris.” (p. 13)

Rui Couceiro é editor da Bertrand, tendo a seu cargo a chancela Contraponto – Foto Mariana Benoliel / D.R.

Atravessado esse simbólico rio até àquele “Portugal que o passar dos séculos, ao invés de aproximar, afastou mais ainda do centro onde tudo ou nada se passa” (p. 249), as poucas referências que encontramos dentro da aldeia apontam aliás para um espaço de morte: Rua do Além; Rua das Almas Idas; Travessa da Defunta.

A reforçar o isolamento dessa aldeia, temos ainda a quase inexistência de tecnologia e, especialmente, a dificuldade de ligação à internet, cuja falta de rede terá o benefício de evitar que o narrador passe “dias inteiros a vergar a cerviz e noites em branco a alimentar tendinites nos dedos” (p. 344) num imparável scroll down táctil em busca de algo que preencha o vazio dos dias. Parece sintomático que o melhor sítio para apanhar algum sinal de rede seja na ponte.

Joaquim Baiôa

Como um anjo guardião dessa aldeia, destaca-se a personagem que empresta o nome ao título do livro. Joaquim Baiôa, velho faz-tudo, decidiu recuperar as casas que os proprietários haviam votado ao abandono e investe do seu próprio bolso, sem apoios do Estado, antes que a morte decida reclamar a aldeia por completo, mergulhando-a no esquecimento. Além de reabilitar as moradias, mantém as ruas limpas e os canteiros com flores, como um guardião de um cemitério que procura manter a ordem e a vida possível pois, naquele lugarejo, como se verá, as pessoas não pararam de morrer.

Baiôa passa a ser uma figura tutelar para o jovem narrador, enchendo-o de maravilhamento, designadamente na forma como rege a sua vida segundo rituais muito próprios: “cruzar-me com Bâioa no primeiro quartel do século XXI foi também conhecer alguém nascido noutro tempo, numa época distante” (p. 340). Não será por acaso que a primeira vez que o narrador vê Baiôa, este tenha na mão um Prontuário Terapêutico, o que tanto intriga como muito desconcerta o jovem professor.

Até ao final do livro, será sempre muito pouco aquilo que efetivamente sabemos sobre a vida de Joaquim Bâioa, como se o homem se resumisse à sua presença no instante. O narrador sente-se aliás constrangido e evitará procurar saber demais, ainda que passe a conviver com ele diariamente e a auxiliá-lo na tarefa de reconstruir as casas da aldeia.

Bâioa será quem involuntariamente libertará o professor da sua “pacovice citadina” (p. 64), ensinando-lhe truques de sobrevivência e de como tirar melhor partido da vida, sem ser mediante um ecrã, ou apenas preocupado em captar a realidade mediante filtros para a imortalizar num efémero segundo.

“Quando, com o seu andar macilento, saía para caminhar nos montes onde outrora vivera a fidalguia, o que eu via era um homem antigo a espalhar pelo vento a solidão que o habitava.” (p. 65)

É até possível que o professor seja quem também, inconscientemente, salvou o próprio Bâioa da sua solidão e da angústia de assistir ao fim de um tempo “que era o dele” (p. 66).

Morte e memória

Além deste sentimento de um mundo prestes da extinção, o tema central ao romance é o sentimento de finitude da vida. Como se escreve a certa altura, de repente todos começaram a morrer… sendo que uma grande parte das mortes acontece por suicídio. O autor cruza assim uma apologia de um Portugal antigo que se arrisca perder, de uma geração envelhecida e deixada ao abandono, e um cenário real conhecido, pois como se sabe o Alentejo apresenta “as taxas de mortalidade mais elevadas do país” (p. 381). A leitura do romance de Rui Couceiro pode assim remeter-nos, entre outras obras, como A última curva do caminho, de Manuel Jorge Marmelo (Porto Editora, 2022), que narra como o octogenário Nicolau Coelho, professor catedrático de Estética, autor de um par de livros, reformado e, perante um diagnóstico médico fatalista, retira-se para a terra da família, uma vila onde decide morrer, o que o leva a um trabalho de arqueologia da memória onde confluem as mais variadas temáticas. Alguns desses temas estão igualmente presentes em Baiôa sem data para morrer: a passagem do tempo; a vivência do instante; a erosão da memória; a solidão; a doença; a velhice.

Outra leitura cruzada que podemos evocar é o primeiro romance de Rui Cardoso Martins, E se eu gostasse muito de morrer, obra em que impera o humor negro e ironia, como forma de retratar um tema sério e polémico, o suicídio no Alentejo. Na obra de Rui Couceiro, o suicídio, contudo, está claramente associado a quem opta por antecipar o seu dia final: “Um cancro no pâncreas não deixava dúvidas quanto ao futuro. Na corda, acabou com o cancro, antecipou o futuro e evitou o sofrimento.” (p. 149)

O livro é a história da descoberta de uma outra vida fora
da cidade

Da leitura de Baiôa sem data para morrer (sobrevive era um jogo de palavras com a morte, mas já vi que não achaste piada…) perdura, contudo, uma galeria de personagens imbuídas de humor e de ironia, como Zé Patife ou a Ti Zulmira (que bem podia ser uma personagem da novela Tieta por razões que não compete aqui divulgar). Leia-se a seguinte passagem sobre a D. Tomázia e a D. Vigência que voltam à sua antiga morada todos os dias, na carrinha do lar: “As casas de uma e outra eram memórias moribundas delas mesmas, museus das próprias vidas, nos quais todos os dias entravam na dupla condição de visitantes e de objetos expostos.” (p. 153)

De modo mais subtil e disperso, há várias passagens emblemáticas em que o narrador tece uma crítica ao Portugal de hoje e uma leitura contrastiva entre o mundo urbano e o mundo rural, quando fala, por exemplo, dos prédios com a sua bonita arquitetura de “empilhadas, preclaras e graciosas marquises” (p. 350). É, contudo, em torno do digital que, paradoxalmente, o narrador desfere as mais agudas críticas – considerando que ele próprio continua a combater a sua própria dependência –, como quando se descreve “fechado num pequeno apartamento de um quinto andar”, “socializando digitalmente através da minha seringa de dopamina (…) com os seus algoritmos viciantes” (p. 344).

Rui Couceiro nasceu no Porto em 1984. É licenciado em Comunicação Social, mestre em Ciências da Comunicação e tem uma pós-graduação em Estudos Culturais. Decidiu que queria ser jornalista e, aos quinze anos, começou um percurso de oito anos numa rádio local. Estagiou na SIC e foi correspondente da LUSA, até apostar noutra paixão, em 2006 – os livros. Foi assessor de comunicação e coordenador cultural da Porto Editora durante dez anos até, em 2016, assumir funções de editor na Bertrand, tendo a seu cargo a chancela Contraponto. Nos últimos anos, reatou colaborações com a comunicação social: primeiro, partilhou a autoria e apresentação do programa «A Biblioteca de» com a escritora Filipa Martins, na rádio Renascença, e escreve para o site da revista Visão.

A Ilha das Árvores Desaparecidas, de Elif Shafak
As Pessoas Invisíveis, de José Carlos Barros

Google News
Siga o POSTAL no Google Notícias
Filha cuidadora dos pais. Crédito: Foto AI
Economia Nacional

Deixar mais herança ao filho que cuida dos pais: é possível fazê-lo?

13:50 26 Junho, 2026 13:32 26 Junho, 2026 | João Luís

Pais podem deixar mais herança ao filho que cuida deles? Saiba o que a lei portuguesa permite, quais são os limites e como funciona a quota disponível

Algarve Economia

Lefties abre no AlgarveShopping a maior loja da marca no Algarve

08:05 26 Junho, 2026 08:09 26 Junho, 2026 | Cristina Mendonça

Espaço reúne moda para toda a família e aposta em tecnologia para melhorar a experiência de compra

Algarve

Detido jovem de 24 anos em Lagoa por crimes de pornografia de menores

14:45 26 Junho, 2026 14:46 26 Junho, 2026 | Cristina Mendonça

Segundo a PJ, o detido detinha e partilhava, “pelo menos desde 2023”, conteúdos de exploração sexual de menores, “de forma reiterada”

Idosos a conversar. Crédito: Freepik
Economia Nacional

Pensionistas recebem mês extra no verão, mas a data não é igual para todos: saiba quando entra o dinheiro na carteira

20:42 25 Junho, 2026 20:00 25 Junho, 2026 | João Luís

Há um pagamento reforçado a caminho para muitos pensionistas, mas o calendário pode variar conforme a entidade que paga a pensão

Algarve Economia

Nova loja do Intermarché no Algoz cria 45 postos de trabalho

08:44 26 Junho, 2026 10:25 26 Junho, 2026 | Cristina Mendonça

Grupo Mosqueteiros reforça aposta no Algarve com nova loja no Algoz, num investimento que cria emprego e dinamiza a economia local

Ambulância do INEM. Crédito: Lusa
Nacional

Homem morre atropelado por ambulância mobilizada para o socorrer: “Não havia nada a fazer”

14:36 26 Junho, 2026 14:36 26 Junho, 2026 | João Luís

O homem de 31 anos morreu atropelado na A1, na Mealhada, por uma ambulância mobilizada para o socorrer após um despiste

Rua pintada com as cores da bandeira de Portugal em Sines.
Nacional Vida & Lazer

Dois irmãos pintaram uma rua de 65 metros no Alentejo para apoiar Portugal no Mundial e os vizinhos quiseram ajudar

11:14 24 Junho, 2026 11:14 24 Junho, 2026 | Miguel Frazão

Em Sines, dois irmãos transformaram uma rua inteira num símbolo de apoio à Seleção e acabaram por arrastar toda a vizinhança

Trovoada.
Tempo

Vai de férias em julho? Previsão aponta para chuva e trovoadas nestes dias

10:50 26 Junho, 2026 10:48 26 Junho, 2026 | João Luís

Julho costuma ser sinónimo de sol e calor, mas as previsões apontam para alguns dias com maior risco de chuva e trovoadas em Portugal

Cultura Europe Direct Algarve Opinião

Um acordo histórico, a Europa coloca a Cultura em primeiro lugar | Por João Palmeiro

07:45 26 Junho, 2026 08:28 26 Junho, 2026 | Cristina Mendonça

"As instituições manifestaram o seu compromisso em colocar a cultura no centro do projeto europeu, protegendo e promovendo a liberdade artística, a diversidade cultural, a inclusão e condições justas para os artistas"

Algarve ANUNCIAR

Sunset Secrets regressam ao Castelo de Silves com música, gastronomia e animação ao pôr do sol

07:00 25 Junho, 2026 06:38 25 Junho, 2026 | Cristina Mendonça

Mirage People abrem a edição deste ano dos Sunset Secrets, num programa que inclui mais quatro concertos até 30 de julho

Pensionistas felizes. Crédito: Freepik
Economia Nacional

Julho traz dinheiro extra para pensionistas: saiba quando chega o pagamento à conta

09:58 23 Junho, 2026 09:58 23 Junho, 2026 | João Luís

O pagamento de julho chega com um reforço importante para muitos pensionistas. Veja a data prevista e os valores

Carro estacionado em dia de calor. Crédito: Foto AI
Auto

Espanhóis recomendam: é isto que deve fazer para manter o interior de um carro estacionado mais ‘fresco’

19:30 25 Junho, 2026 19:08 25 Junho, 2026 | Gonçalo Viegas

Temperaturas no interior de um carro estacionado podem subir para valores preocupantes em poucos minutos, pelo que é importante tomar medidas

Dia de chuva com trovoada.
Tempo

Chuva e trovoada a caminho de Portugal: chega nesta data e estas serão as regiões mais afetadas

09:20 23 Junho, 2026 09:18 23 Junho, 2026 | João Luís

Depois de um arranque de semana quente, Portugal continental deverá sentir uma mudança no estado do tempo, com chuva, trovoada e descida das temperaturas

Mulheres a usar burca. Crédito: Lusa
Nacional Política

“Lei da Burca” será oficial? Chega ‘acelera discussão da proposta e quer votação antes desta data

17:20 25 Junho, 2026 18:47 25 Junho, 2026 | Gonçalo Viegas

Partido de André Ventura quer que seja feita a votação da "Lei da Burca" antes das férias de verão do Parlamento

Algarve Cultura

Albufeira assinala Dia Mundial das Bibliotecas com palestra sobre biblioterapia

15:10 26 Junho, 2026 15:12 26 Junho, 2026 | Cristina Mendonça

Sandra Barão Nobre apresenta o potencial da leitura como ferramenta de desenvolvimento pessoal e coletivo

Xuxas. Crédito: DR
Nacional

Traficante português Xuxas quer sair da prisão: este é o plano

14:34 25 Junho, 2026 19:23 25 Junho, 2026 | João Luís

O traficante português Rúben Oliveira, conhecido como Xuxas, foi condenado a 20 anos de prisão, mas tenta agora reduzir a pena

Filha cuidadora dos pais. Crédito: Foto AI
Economia, Nacional

Deixar mais herança ao filho que cuida dos pais: é possível fazê-lo?

13:50 26 Junho, 2026 13:32 26 Junho, 2026 | João Luís

Pais podem deixar mais herança ao filho que cuida deles? Saiba o que a lei portuguesa permite, quais são os limites e como funciona a quota disponível

Algarve, Economia

Lefties abre no AlgarveShopping a maior loja da marca no Algarve

08:05 26 Junho, 2026 08:09 26 Junho, 2026 | Cristina Mendonça

Espaço reúne moda para toda a família e aposta em tecnologia para melhorar a experiência de compra

Algarve

Detido jovem de 24 anos em Lagoa por crimes de pornografia de menores

14:45 26 Junho, 2026 14:46 26 Junho, 2026 | Cristina Mendonça

Segundo a PJ, o detido detinha e partilhava, “pelo menos desde 2023”, conteúdos de exploração sexual de menores, “de forma reiterada”

Idosos a conversar. Crédito: Freepik
Economia, Nacional

Pensionistas recebem mês extra no verão, mas a data não é igual para todos: saiba quando entra o dinheiro na carteira

20:42 25 Junho, 2026 20:00 25 Junho, 2026 | João Luís

Há um pagamento reforçado a caminho para muitos pensionistas, mas o calendário pode variar conforme a entidade que paga a pensão

Algarve, Economia

Nova loja do Intermarché no Algoz cria 45 postos de trabalho

08:44 26 Junho, 2026 10:25 26 Junho, 2026 | Cristina Mendonça

Grupo Mosqueteiros reforça aposta no Algarve com nova loja no Algoz, num investimento que cria emprego e dinamiza a economia local

Ambulância do INEM. Crédito: Lusa
Nacional

Homem morre atropelado por ambulância mobilizada para o socorrer: “Não havia nada a fazer”

14:36 26 Junho, 2026 14:36 26 Junho, 2026 | João Luís

O homem de 31 anos morreu atropelado na A1, na Mealhada, por uma ambulância mobilizada para o socorrer após um despiste

Rua pintada com as cores da bandeira de Portugal em Sines.
Nacional, Vida & Lazer

Dois irmãos pintaram uma rua de 65 metros no Alentejo para apoiar Portugal no Mundial e os vizinhos quiseram ajudar

11:14 24 Junho, 2026 11:14 24 Junho, 2026 | Miguel Frazão

Em Sines, dois irmãos transformaram uma rua inteira num símbolo de apoio à Seleção e acabaram por arrastar toda a vizinhança

Trovoada.
Tempo

Vai de férias em julho? Previsão aponta para chuva e trovoadas nestes dias

10:50 26 Junho, 2026 10:48 26 Junho, 2026 | João Luís

Julho costuma ser sinónimo de sol e calor, mas as previsões apontam para alguns dias com maior risco de chuva e trovoadas em Portugal

Cultura, Europe Direct Algarve, Opinião

Um acordo histórico, a Europa coloca a Cultura em primeiro lugar | Por João Palmeiro

07:45 26 Junho, 2026 08:28 26 Junho, 2026 | Cristina Mendonça

"As instituições manifestaram o seu compromisso em colocar a cultura no centro do projeto europeu, protegendo e promovendo a liberdade artística, a diversidade cultural, a inclusão e condições justas para os artistas"

Algarve, ANUNCIAR

Sunset Secrets regressam ao Castelo de Silves com música, gastronomia e animação ao pôr do sol

07:00 25 Junho, 2026 06:38 25 Junho, 2026 | Cristina Mendonça

Mirage People abrem a edição deste ano dos Sunset Secrets, num programa que inclui mais quatro concertos até 30 de julho

Pensionistas felizes. Crédito: Freepik
Economia, Nacional

Julho traz dinheiro extra para pensionistas: saiba quando chega o pagamento à conta

09:58 23 Junho, 2026 09:58 23 Junho, 2026 | João Luís

O pagamento de julho chega com um reforço importante para muitos pensionistas. Veja a data prevista e os valores

Carro estacionado em dia de calor. Crédito: Foto AI
Auto

Espanhóis recomendam: é isto que deve fazer para manter o interior de um carro estacionado mais ‘fresco’

19:30 25 Junho, 2026 19:08 25 Junho, 2026 | Gonçalo Viegas

Temperaturas no interior de um carro estacionado podem subir para valores preocupantes em poucos minutos, pelo que é importante tomar medidas

Dia de chuva com trovoada.
Tempo

Chuva e trovoada a caminho de Portugal: chega nesta data e estas serão as regiões mais afetadas

09:20 23 Junho, 2026 09:18 23 Junho, 2026 | João Luís

Depois de um arranque de semana quente, Portugal continental deverá sentir uma mudança no estado do tempo, com chuva, trovoada e descida das temperaturas

Mulheres a usar burca. Crédito: Lusa
Nacional, Política

“Lei da Burca” será oficial? Chega ‘acelera discussão da proposta e quer votação antes desta data

17:20 25 Junho, 2026 18:47 25 Junho, 2026 | Gonçalo Viegas

Partido de André Ventura quer que seja feita a votação da "Lei da Burca" antes das férias de verão do Parlamento

Algarve, Cultura

Albufeira assinala Dia Mundial das Bibliotecas com palestra sobre biblioterapia

15:10 26 Junho, 2026 15:12 26 Junho, 2026 | Cristina Mendonça

Sandra Barão Nobre apresenta o potencial da leitura como ferramenta de desenvolvimento pessoal e coletivo

Xuxas. Crédito: DR
Nacional

Traficante português Xuxas quer sair da prisão: este é o plano

14:34 25 Junho, 2026 19:23 25 Junho, 2026 | João Luís

O traficante português Rúben Oliveira, conhecido como Xuxas, foi condenado a 20 anos de prisão, mas tenta agora reduzir a pena

Últimas Notícias

  • Adeus contentores de roupa: município português vai retirar mais de 500 até julho por razões de higiene
    Adeus contentores de roupa: município português vai retirar mais de 500 até julho por razões de higiene
  • Albufeira assinala Dia Mundial das Bibliotecas com palestra sobre biblioterapia
    Albufeira assinala Dia Mundial das Bibliotecas com palestra sobre biblioterapia
  • Detido jovem de 24 anos em Lagoa por crimes de pornografia de menores
    Detido jovem de 24 anos em Lagoa por crimes de pornografia de menores
  • Homem morre atropelado por ambulância mobilizada para o socorrer: “Não havia nada a fazer”
    Homem morre atropelado por ambulância mobilizada para o socorrer: “Não havia nada a fazer”
  • Visita guiada percorre a evolução urbana e arquitetónica de Cabanas de Tavira
    Visita guiada percorre a evolução urbana e arquitetónica de Cabanas de Tavira

Opinião

  • Um acordo histórico, a Europa coloca a Cultura em primeiro lugar | Por João Palmeiro
    Um acordo histórico, a Europa coloca a Cultura em primeiro lugar | Por João Palmeiro
  • Será que os sismos “só acontecem aos outros?” – Tragédias anunciadas ou mais vale prevenir? | Por António Nóbrega
    Será que os sismos “só acontecem aos outros?” – Tragédias anunciadas ou mais vale prevenir? | Por António Nóbrega
  • Bilhete Postal: A criança e as bombas de guerra | Por Eduardo Costa
    Bilhete Postal: A criança e as bombas de guerra | Por Eduardo Costa

Europe Direct Algarve

  • Um acordo histórico, a Europa coloca a Cultura em primeiro lugar | Por João Palmeiro
    Um acordo histórico, a Europa coloca a Cultura em primeiro lugar | Por João Palmeiro
  • Algarve e Andaluzia lançam nova fase do projeto EURES Transfronteiriço
    Algarve e Andaluzia lançam nova fase do projeto EURES Transfronteiriço
Há um novo Postal nas bancas com o Expresso
Seguir
Configurações de privacidade
©2026 Postal