Carla Rocha, professora da Escola Pinheiro e Rosa, em Faro, encontra-se desaparecida desde a passada sexta-feira. A docente, de 49 anos, foi vista pela última vez na cidade algarvia e, desde então, familiares, amigos e conhecidos têm mobilizado esforços para tentar localizá-la.
Nas redes sociais multiplicam-se os apelos para encontrar a docente, enquanto familiares e amigos percorrem várias zonas da cidade e arredores.

Segundo avança o jornal Correio da Manhã, “o sentimento de impotência vai tomando conta de Marta Silva, que desde sexta-feira tenta encontrar a prima Carla Rocha, professora da Escola Pinheiro e Rosa que se encontra desaparecida”. Na última vez que foi vista vestia “calças de ganga, um casaco castanho e botas castanhas”.
A mesma publicação acrescenta que “em conjunto com outros familiares e amigos, têm percorrido a zona de Faro e arredores na esperança de encontrar a docente com vida”.
Apelos públicos para localizar a docente
Após o desaparecimento ter sido comunicado à Polícia de Segurança Pública (PSP), várias pessoas têm-se juntado às buscas e à divulgação de informações que possam ajudar a localizar a professora.
Em declarações citadas pelo Correio da Manhã, Marta Silva sublinha o impacto do desaparecimento entre quem conhecia Carla Rocha: “desde alunos a desconhecidos, ela era uma pessoa muito querida no meio dela.”
Segundo a mesma fonte, Hélder Rocha, irmão da docente, deslocou-se de Braga, onde reside, para o Algarve, na esperança de ajudar nas buscas.
De acordo com o jornal, o familiar “acredita que seja possível encontrar a irmã com vida e poder retomar a normalidade”.
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