O Teatro Mascarenhas Gregório, em Silves, recebe no dia 21 de setembro, pelas 15:30, a peça de teatro musical “As Cores do Preto e do Branco”, apresentada pela companhia Truta e Meio Produções.
Integrado no Ciclo de Teatro do Concelho de Silves, o musical conta a história de Doroteia, Miriam e Norberta, três habitantes da vila Dominó, onde tudo é fácil de decidir. “As casas são desenhadas a carvão, a relva é cinzenta e por vezes, quando chove, fica mais escura. As flores têm tons acinzentados, pretos e brancos, e o sol ilumina tudo com a sua luz forte e, claro, branca. Até que um dia tudo vai mudar!”, descreve o Município de Silves.
Segundo a autarquia, “As Cores do Preto e do Branco” é uma reflexão sobre a importância do respeito e da empatia pelo mundo que nos rodeia e promete “apaixonar pequenos e crescidos”.
A terminar a edição de 2025, o Ciclo de Teatro, promovido pelo Município de Silves, “volta a apostar numa programação de qualidade, diversificada e adaptada para várias idades, que pretende levar à sala de teatro os apaixonados por esta arte, mas também conquistar novos públicos”.
Os bilhetes para o espetáculo estão disponíveis na plataforma BOL. Para mais informações, os interessados podem contactar o Setor de Cultura pelo telefone 282 440 847 (chamada para rede fixa nacional) ou pelo email [email protected].
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Na vila Dominó, tudo é preto ou branco. “A rotina das únicas três habitantes torna-as cada vez mais pragmáticas e centradas nelas próprias”, explica a companhia. Até que um dia encontram uma árvore única: “o tronco tem veios em tons de azul, rosa, amarelo e laranja, e das folhas em vários tons de verde surgem flores das mais variadas cores”. É desta descoberta que nasce a aceitação da diferença e a transformação das personagens, que “se deixam, aos poucos, colorir”.
Para o Município de Silves, trata-se de “um musical para toda a família que traz uma pequena reflexão para miúdos e graúdos e que nos envolve naquele que seria um mundo ideal, onde o que importa é o respeito e a empatia que temos por tudo e todos aqueles que nos rodeiam, independentemente da sua cor”.
“Afinal, nem tudo tem de ser preto ou branco”, sublinha a autarquia.
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