A sede da Associação Inter-Vivos, em Martim Longo, recebe no próximo dia 6 de junho a primeira edição do “Inter-Vivos em Festa”, iniciativa dedicada ao convívio comunitário, à tradição, ao desporto e à memória coletiva.
O programa arranca às 09:30 com uma marcha pedestre aberta a todas as idades, promovendo o contacto com a natureza e estilos de vida saudáveis.

Pelas 10:30 realizam-se jogos tradicionais, recuperando brincadeiras e dinâmicas populares que marcaram várias gerações e incentivando a participação de miúdos e graúdos.
Um dos momentos centrais da iniciativa acontece às 20:15, com a apresentação oficial da série documental “Inter-Vivos”, realizada por Ricardo Faustino e Alexandre Palma.
Série documental retrata ligação do clube à comunidade
A produção audiovisual será composta por seis episódios, divulgados semanalmente aos domingos, pelas 18:00, e pretende contar “de forma humana e cinematográfica, a verdadeira história do clube e da sua ligação profunda à comunidade”.
Segundo os promotores, “quando este projeto começou, a ideia era simples: contar uma história verdadeira”.
A associação sublinha ainda que “os Inter-Vivos não é apenas uma equipa de futsal. É um ponto de encontro entre gerações. É amizade, sacrifício, dedicação e orgulho na terra”.
Inspirada nas modernas séries documentais desportivas, a produção procura dar visibilidade ao futsal distrital e às comunidades do interior, revelando histórias de jogadores, dirigentes, adeptos e antigos elementos do clube.
Festa Anos 80 encerra iniciativa em Martim Longo
A noite termina com uma Festa Anos 80, a partir das 22:00, animada pelos DJ’s do antigo Salão do Zé Artur.
Os organizadores recordam que o espaço marcou várias gerações em Martim Longo e no nordeste algarvio, tornando-se “um verdadeiro símbolo de modernidade, liberdade e encontro social”.
Segundo a associação, o “Inter-Vivos em Festa” pretende ser “um momento de encontro entre passado, presente e futuro, celebrando as pessoas, as memórias e o espírito comunitário que continuam a dar vida a Martim Longo”.
A iniciativa pretende ainda reforçar a identidade local, preservar memórias e valorizar o papel do associativismo nas comunidades do interior.
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