A easyJet celebrou o quinto aniversário da sua base de Faro e reafirmou o compromisso com o Algarve, numa altura em que aumenta em 3% a capacidade prevista para o verão.
A companhia aérea vai disponibilizar 1,7 milhões de lugares durante a operação de verão na região, mantendo 18 rotas que ligam o sul de Portugal a mercados como o Reino Unido, França, Países Baixos e Suíça.
Segundo a easyJet, este crescimento traduz “o sucesso da base e a aposta da companhia na região”, numa operação que inclui a mais recente ligação para Newcastle.
Desde a inauguração da base de Faro, em 2021, a companhia considera que esta estrutura tem funcionado como “um motor de crescimento para o turismo e a economia local”.
Celebração une easyJet à laranja do Algarve
Para assinalar os cinco anos da base, a easyJet organizou um evento simbólico que juntou parceiros e entidades ligadas ao sucesso da operação no Algarve, entre os quais o Turismo do Algarve, a ANA – Aeroportos de Portugal, o Turismo de Portugal e o Aeroporto de Faro.
A celebração procurou reforçar a ligação entre a companhia aérea e a região, unindo a cor laranja da easyJet à laranja do Algarve, numa iniciativa realizada num pomar de citrinos em parceria com a AlgarOrange – Associação de Operadores de Citrinos do Algarve.
José Lopes, diretor-geral da easyJet em Portugal, destacou que “é com grande orgulho que comemoramos os cinco anos da nossa base em Faro. Desde 2021, a base tem desempenhado um papel fundamental no apoio ao turismo regional e ao crescimento económico, e estamos muito satisfeitos por continuar a construir sobre este sucesso com um novo aumento da capacidade para o verão de 2026. A oferta de 1,7 milhões de lugares em 18 rotas, incluindo a nossa mais recente ligação a Newcastle, reflete tanto a procura sustentada pelo Algarve, como o nosso compromisso a longo prazo com a região. Estamos ansiosos por continuar a ligar ainda mais clientes a este destino único e vibrante nos próximos anos”.
André Gomes, presidente do Turismo do Algarve, sublinhou que “celebrar cinco anos da base da easyJet em Faro é celebrar uma relação de confiança que tem contribuído para aproximar o Algarve dos seus principais mercados europeus. Em 2021, quando o turismo e a aviação ainda sentiam fortemente os efeitos da pandemia e persistiam muitas incertezas quanto ao ritmo da retoma da mobilidade internacional, a easyJet deu um sinal claro de confiança na região e no Aeroporto de Faro”.
“Cinco anos depois, essa confiança confirmou-se através de uma operação que tem reforçado a conectividade aérea do destino, apoiado a atividade turística e económica regional, e ajudado a afirmar o Algarve como uma das principais portas de entrada em Portugal. Os resultados recorde alcançados pelo Algarve em 2025 são também reflexo deste trabalho conjunto entre companhias aéreas, aeroporto, entidades públicas, setor privado e agentes turísticos. Felicitamos a easyJet por este percurso e agradecemos o contributo que tem dado para um Algarve cada vez mais competitivo, acessível e preparado para o futuro”, acrescenta.
A celebração incluiu ainda o sorteio “Laranja Dourada”, que premiou cinco passageiros que partiram do Aeroporto de Faro com voos de ida e volta para o Algarve.
Faro consolida papel estratégico na operação da companhia
Desde o início das operações para Faro, em 1999, a easyJet já transportou cerca de 27 milhões de passageiros, consolidando a sua posição como uma das principais companhias aéreas a operar na região.
Para a operação em Faro, a companhia conta com quatro aeronaves baseadas sazonalmente durante o verão, às quais se juntam outras cinco que, embora não estejam baseadas na cidade, operam na região ao longo de todo o ano.
A easyJet apresenta-se como uma das maiores companhias aéreas da Europa, com mais de 350 aeronaves, mais de 1.200 rotas e operações para mais de 160 aeroportos em 35 países.
A companhia destaca ainda a sua estratégia ambiental, recordando que publicou, em 2022, o plano para alcançar emissões de carbono zero até 2050, com uma meta intermédia de redução da intensidade das emissões de carbono em 35% até 2035.
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