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Cultura.Sul, Edição Papel, Opinião

A Viagem das Plantas (2) – Um doce pecado

FIOS DE HISTÓRIA – Artigo de Ramiro Santos publicado no Caderno de Artes Cultura.Sul de julho

19:00 9 Julho, 2021 10:56 29 Novembro, 2024 | Cristina Mendonça
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É a árvore do paraíso. Símbolo da tentação e do pecado: “A mulher viu que a árvore tentava o apetite (…) pegou no fruto e comeu-o; depois deu-o ao marido e ele também comeu. Então abriram-se os olhos aos dois, e eles perceberam que estavam nus. Entrelaçaram folhas de figueira e cobriram-se com elas” (Génesis, 3.6).

Assim apresenta a Bíblia, o figo como fruto do pecado original. Ao mesmo tempo sagrado e proibido.

Trazida como a amendoeira e a alfarrobeira pelos árabes, as suas origens perdem-se no tempo. A figueira era conhecida na Mesopotâmia – onde a texto bíblico localiza o jardim do Éden – havia cerca de 12 mil anos. Os budistas têm-na como árvore sagrada e os maias e astecas utilizavam a sua casca para produzir papel usado nos seus livros sagrados. No Algarve do Al Andaluz, que o poeta e historiador Ibn Saide comparou ao “paraíso terreal”, a figueira veio encontrar o local ideal para florescer.

Além de ser o pão dos pobres, o figo tornou-se o alimentoidentitário doAlgarve. Um escritor do século XVI, Duarte Nunes de Leão, refere que “os figos do Algarve eram bastantes para fartar o mundo”.

RAMIRO SANTOS – Jornalista
Co-fundador da TSF, RDP e Agência Lusa
[email protected]

E a paisagem algarvia era descrita no Livro de Arautos (1416), de autor anónimo, nestes termos:“Este reino tem abundância de peixe, vinhos excelentes e variados, e azeite. Mas a sua maior riqueza são os figos e as uvas, que cada ano são transformados em passas que negoceiam com trigo e pão.”

Porque, de facto, o pão de trigo era um bem raro e caro que só ia à mesa dos ricos. Na toalha dos pobres, era substituído pelo figo seco ou por um bolo feito de fava moída. Mais o pão de S. João (Baptista), que assim era chamado ao pão de alfarroba.

O vinho acompanhava as refeições, e o azeite sendo de grande qualidade, chegava e sobrava para alimentar toda a gente e uma grande parte era destinada à exportação.

Cada produtor de azeitona fazia o azeite em sua casa, não a moendo, mas pisando-a em sacos com os pés, para reduzir a acidez e obter um produto de alta qualidade muito apreciado em toda a Europa. Por sua vez, as uvas, depois de vindimadas, eram molhadas para deste modo acelerar a fermentação.

Constituindo a dieta básica dos marinheiros portugueses, os frutos secos, mais o azeite, o vinho, a azeitona, o pão, os biscoitos e o pescado, acompanharam sempre os navegadores por todos os mares do mundo, sobrando ainda para os mercados europeus.

E já então se tinha a exata noção dos dois Algarves distintos, de que tanto se fala: o litoral – dos frutos, azeite, legumes e vinho – e o interior serrano com o “pão” – trigo, centeio e cevada – e o gado (porcos, ovelhas e cabras).

E o que é que se comia no Algarve, entre o séculos XV e finais do sec. XVI? Todos os autores são unânimes: não havia muita fartura e a dieta medieval era pouco variada. Como em todo o reino, para matar a fome à penúria, além do figo, consumia-se muito a fava, couves, ervilhas, grão, alface, cenouras e rabanetes que acompanhavam o peixe, a carne e os ovos.

Os frutos secos, o vinho e o azeite, eram, pois, a riqueza fundamental desse tempo e tinham um peso económico e comercial que fazia do Algarve uma região farta e com excedentes que eram escoados pelos portos de Tavira, Lagos, Vila Nova de Portimão e Faro, para Portugal e para as terras descobertas. E ainda para os mercados vizinhos como a Andaluzia e norte de África, em troca de trigo. E também para a Flandres e Itália.

E a sua importância na balança comercial do reino pesava tanto que muitas vezes a coroa recorria – já nesse tempo! – a uma certa forma de cativações, tardando a devolver o que devia aos seus credores. Isso mesmo era referido no pedido dos procuradores de Faro, apresentado nas cortes de 1439, para que o rei “pagasse as dívidas que tinha contraído com alguns moradores do concelho, por lhes haver tomado vinhos e figos para ajudar a custear a fracassada expedição a Tânger”.

Segundo Frei João de S. José, no Algarve tinha-se por hábito – que ainda se mantém nos nossos dias – varejar os figos. Depois de apanhados, eram lavados e calcados em sacos ou panos e estendidos em esteiras que eram enroladas ao pôr do sol para os proteger da maresia. E depois de secos, havia quem os torrasse. Um trabalho demorado e trabalhoso, mas “o figo que se faz para vender para o estrangeiro não se usa com ele de tanta ceremonia”.

A Flandres, sendo o principal destino dos figos e das passas de uva, não se limitava, porém, a mercado consumidor. Também fazia o seu negócio com eles, revendendo-os para outros países: “Os flamengos dispunham de representantes no Algarve ou vinham eles cá adquiri-los a troco de panos e trigo, e mostravam-se exigentes na qualidade, sobretudo dos figos. Furavam as seiras três vezes ou mais com um espeto e passavam-no pela boca. Se o sabor fosse azedo, rejeitavam o conteúdo. Por vezes, a má qualidade do figo só era detectada na Flandres, originando não poucas vezes conflitos e protestos diplomáticos”.

Um cultivo também importante foi a cana de açúcar que D. Afonso III herdou da experiência dos mouros e, com o conhecimento dos genoveses, incentivou a sua produção no Morgadio de Quarteira e, mais tarde, D. João I enviou para a Madeira. Mas seria no Brasil, depois de S. Tomé, que se afirmaria séculos depois como produto alternativo ao comécio das especiarias que tinham vindo a perder o valor económico dos anos de ouro do império do oriente. O eixo do comércio passava da rota do cabo para a rota do atlântico com centralidade no Brasil. O trabalho nos engenhos do açúcar absorvia muita mão de obra e esteve na origem do comércio de escravos de África para o continente americano.

Sendo uma região aberta ao mar, o Algarve medieval encontrou, naturalmente, na pesca uma importante fonte de rendimentos. O atum era de abundância e, conforme escrevia Frei João de S. José, na sua Corografia do Algarve, era “o mais proveitoso que no mar se pesca”. Juntava-se outro peixe grado como a baleia, a corvina e o solho, que com o atum eram os que mais interessavam à coroa, ficando o Infante D. Henrique, com o exclusivo da pesca do alto. Para tanto criou mecanismos de controle do comércio ilegal, com a instalação de lotas obrigatórias em Lagos e Faro. Esse monopólio real não foi, porém, impeditivo de uma crescente fuga ao fisco por parte de pescadores e comerciantes, num esquema de venda a operadores estrangeiros que escapava às malhas da administração aduaneira.

A intermediação especulativa das regateiras e a “apropriação abusiva de percentagens do pescado, por parte de agentes da governança e da administração”, eram os principais operadores de fuga ao fisco. A pequena corrupção em todo o seu esplendor!

E por ter essa riqueza do mar – onde se incluía também a cavala, a sardinha e a pescada – o Algarve necessitava de sal. Assim, estando a lota do “peixe da rainha” localizada em Faro, não surpreende que houvesse ali “Casa do Sal”, abastecida a partir das marinhas da Casa Real.

Uma boa parte deste pescado entrava na Sicília a troco de trigo, mas também os mercadores de Cádis pagavam o peixe algarvio com este cereal. De resto, o figo era uma referência cambial nos negócios com o exterior, valorizando ou devalorizando como qualquer moeda corrente. No caso, era boa moeda com elevada cotação no mercado.

Era, em tudo o que anteriormente fica enunciado, que se baseava a economia e a alimentação dos algarvios nesse tempo. Porém, com as grandes viagens a partir do seculo XV, tudo mudou. As navegações deram a conhecer novas terras, novos povos, novas plantas e novos produtos que revolucionaram os hábitos de consumo e a produção alimentar.

Aos portos portugueses começaram a chegar todos os sabores dos novos mundos. E que levavam do Algarve, o figo, a amêndoa, a alfarroba, a oliveira, a pereira, a vinha e as passas de uva, enchendo os porões das naus das descobertas. Que tentaram reproduzir depois, em alguns casos com sucesso, em viveiros experimentais nas novas terras.

Uma revolução comercial e dos hábitos alimentares à escala global, como nunca antes se tinha visto e que ainda não acabou. Basta observar o que de novo se vai produzindo por cá e que gradualmente vem alterando a paisagem dos campos algarvios: a manga, a papaia, o abacate, o ananás, o kiwi e a banana. Vindos dos trópicos, mas como se aqui tivessem nascido, mostram-se tão presentes no quotidiano de cada um, fazendo esquecer que são produtos de origem tão distantes e de climas tão diferentes.

Passados séculos, apesar desta revolução das plantas, continua a subsistir a sagrada trindade dos frutos secos como marca identitária de um Algarve, onde as figueiras – como dizia Torga – são “pequeninas e anãs para que nenhum Judas se possa enforcar nelas”.

E o figo, que antes não despontava maduro e doce sem um ‘toque’ de provocação e de desejo,já começa a dispensar a sua Eva para se multiplicar sem a “vergonha” da tentação e do pecado.


Fontes: “Frei João de S. José e a sua Corografia do Reino do Algarve de 1577”, M.V.Guerreiro;“Os Alimentos Identitários do Reino do Algarve”, Mª H.Coelho e J.M.Santos; “A Viagem das Plantas”, F.Tapada e M. Bettencourt; outras

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