Depois de uma temporada de cinco meses em Lisboa e de uma passagem pelo Porto, Arte, de Yasmina Reza, chega a Faro nos dias 22 e 23 de outubro, integrada numa digressão nacional que começa a 4 de setembro, em Penafiel.
A peça é encenada por António Pires e conta com interpretações de Cristovão Campos, Nuno Lopes e Rui Melo.
“Depois de uma temporada de cinco meses esgotada em Lisboa e de uma passagem pelo Porto, ‘Arte’ vai continuar a digressão pelo país”, anunciou a produtora Força de Produção.
Faro recebe duas apresentações em outubro
Após a estreia da digressão em Penafiel, a 4 de setembro, a peça passa pela Figueira da Foz, no dia 5, Guarda, a 11, Fafe, a 18, Santa Comba Dão, a 19, Barcelos, a 24, Paredes de Coura, a 25, e Albergaria-a-Velha, a 26.
Em outubro, o espetáculo será apresentado em Setúbal, no dia 3, Almada, a 9, Barreiro, a 10, Vila Real, a 16, Vale de Cambra, a 17, e Faro, nos dias 22 e 23.
A digressão prossegue depois por Paredes, a 24 de outubro, Lousã, a 30, e Torres Novas, a 31.
Em novembro, estão previstas apresentações em Oliveira do Hospital, no dia 6, Oliveira de Azeméis, a 7, Sardoal, a 14, Montijo, a 27, e Águeda, a 28.
O calendário termina em dezembro, com passagens por Ourém, no dia 5, Vila Nova de Famalicão, nos dias 11 e 12, e Leiria, a 17.
Um quadro branco põe à prova três amigos
Estreada em setembro de 2025 no Teatro Maria Matos, em Lisboa, a peça acompanha três amigos cuja relação é perturbada quando um deles compra um quadro totalmente branco, assinado por um famoso artista contemporâneo.
A partir desse episódio, a obra aborda temas como o conflito, a empatia, a subjetividade do gosto, a convivência e a aceitação.
Antes da estreia, António Pires salientou, em entrevista à Lusa, que esta versão “não é, de todo, uma reposição da peça de 1998”, quando o texto de Yasmina Reza foi apresentado pela primeira vez em Portugal.
É “outra coisa, outro espetáculo”, assegurou o encenador.
Peça estreou-se em Portugal em 1998
A primeira produção portuguesa de “Arte” estreou-se em 1998, no Teatro Villaret, em Lisboa, com António Feio, que também assinava a encenação, José Pedro Gomes e Miguel Guilherme. O espetáculo foi então gravado em vídeo.
Os três atores voltaram a protagonizar a peça em 2003, tornando-a numa das comédias de maior êxito da produtora UAU.
Em 2016, a obra regressou aos palcos no Teatro Tivoli, em Lisboa, interpretada por Vítor Norte, João Lagarto e Adriano Luz. A encenação esteve a cargo de Adriano Luz e Carla de Sá.
As duas produções anteriores realizaram também digressões por vários palcos portugueses.
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