Os três suspeitos detidos na quarta-feira por alegada ligação a uma rede organizada de roubos violentos contra idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade, nos concelhos de Olhão e Faro, vão aguardar julgamento em prisão preventiva, anunciou hoje a GNR.
Em comunicado, a Guarda Nacional Republicana indicou que os dois homens, de 27 e 46 anos, e a mulher, de 44 anos, foram presentes a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Faro, que lhes aplicou a medida de coação mais gravosa.
As detenções ocorreram na quarta-feira, no âmbito da segunda fase de uma operação policial destinada a desmantelar uma alegada rede organizada responsável por roubos agravados e furtos qualificados cometidos nos últimos meses no Algarve, tendo como alvo idosos e pessoas particularmente vulneráveis nos concelhos de Olhão e Faro.
De acordo com a GNR, a investigação permitiu reunir indícios da existência de um grupo que atuava de forma organizada e recorria a violência física grave para assaltar vítimas especialmente fragilizadas.
Seis detidos em operação policial
No total, entre segunda a quarta-feira, foram detidas seis pessoas e cumpridos seis mandados de detenção fora de flagrante delito, seis mandados de busca domiciliária e cinco mandados de busca não domiciliária, especificou a Guarda.
Na primeira fase da operação, realizada na segunda-feira, foram detidos três homens, dois de 19 anos e um de 23, também fortemente indiciados pela prática de diversos roubos e furtos qualificados.
Estes três suspeitos já tinham sido presentes ao Tribunal de Faro, que decretou a prisão preventiva para os dois arguidos de 19 anos e a medida de apresentações diárias às autoridades para o suspeito de 23 anos.
A GNR reafirma o seu compromisso de combater a criminalidade violenta, sobretudo a dirigida contra pessoas mais vulneráveis, e de prosseguir a sua missão de proteção das populações, reforço da segurança e preservação da tranquilidade pública, conclui a nota da força de segurança.














