Um dos drones da Força Aérea Portuguesa utilizados na vigilância de incêndios florestais despenhou-se no sábado, 25 de julho, em Vale Carril, na freguesia de Alcoentre, após uma falha técnica. O incidente provocou apenas danos no aparelho, que tem um valor médio estimado de cerca de 375.000 euros, e está agora a ser analisado pela Comissão de Investigação da Força Aérea.
De acordo com o Correio da Manhã, o aparelho caiu num olival situado em terreno privado, o que obrigou à intervenção da GNR para apoiar as operações de recuperação. Não há registo de vítimas nem de danos materiais para além dos sofridos pelo próprio drone.
Queda ocorreu durante operação
O aparelho envolvido no incidente pertence à frota de drones OGASSA utilizada pela Força Aérea nas missões de vigilância do território, nomeadamente durante a época de incêndios rurais. Segundo a publicação, tudo indica que a queda teve origem numa falha técnica. A aeronave acabou por despenhar-se numa propriedade privada localizada em Vale Carril, no concelho de Azambuja.
Após o alerta, elementos da GNR deslocaram-se ao local para garantir que a recuperação do equipamento decorresse em segurança. A intervenção dos militares foi necessária porque o drone caiu numa área privada. Depois de localizado, o aparelho foi recolhido pelas entidades competentes para permitir a realização das perícias técnicas.
Força Aérea fala em “queda controlada”
Fonte oficial citada pelo Correio da Manhã esclareceu que o incidente foi gerido de forma a minimizar as consequências. “O OGASSA teve uma queda controlada e foi recolhido pela Comissão de Investigação da Força Aérea”, indicou a mesma fonte, confirmando que será agora apurada a origem da falha que levou ao acidente.
O drone faz parte de um conjunto de 12 sistemas operados pela Esquadra 991 da Força Aérea Portuguesa. Estas aeronaves são utilizadas em diferentes missões de vigilância e apoio, incluindo a deteção de incêndios florestais, permitindo reforçar a monitorização de áreas de maior risco durante os períodos críticos.
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