Iara Ramos Nascimento, 47 anos, irmã de Cláudio Ramos, foi dada como desaparecida depois de ter sido vista pela última vez em Vila Boim, concelho de Elvas.
Segundo o apelo que o apresentador da TVI publicou nas redes sociais, Iara terá desaparecido a partir de casa, em Vila Boim (Elvas), e poderá deslocar-se num Volkswagen Beetle azul-escuro. A comunicação foi feita na noite de sábado e inclui a identificação da irmã e a descrição do veículo.
Na mesma mensagem, Cláudio Ramos deixou um pedido simples e direto: “A família agradece que qualquer informação (…) seja comunicada às autoridades mais próximas.”
Há, contudo, divergência quanto ao dia exato do último avistamento: uma fonte refere domingo, 12 de outubro, enquanto outras indicam segunda-feira, 13 de outubro. Em ambos os casos, o desaparecimento ocorre há cerca de uma semana e na mesma localidade.
O apelo ganhou tração pública nas primeiras horas de domingo. O irmão Luís Nascimento e a ex-companheira Joana Diniz partilharam as mesmas informações, procurando ampliar o alcance do pedido. A apresentadora Cristina Ferreira também replicou a mensagem.
A dimensão local do caso foi igualmente destacada pela rádio regional, que sublinha que Iara foi vista pela última vez em Vila Boim e reforça a orientação da família para que qualquer pista seja comunicada às forças de segurança.

O que se sabe até agora
- Identidade: Iara Ramos Nascimento, 47 anos.
- Local do desaparecimento: residência em Vila Boim, Elvas.
- Data do último contacto: 12/13 de outubro (informação varia consoante as fontes).
- Viatura associada: Volkswagen Beetle azul-escuro.
- Pedido da família: encaminhar todas as informações às autoridades (GNR/PSP/PJ) com a maior celeridade.
Contexto familiar
Registe-se que, em 2022, o marido de Iara, Nuno Gama, morreu de forma súbita, facto então noticiado e que deixou a comunidade de Vila Boim em choque.
Como agir
Qualquer cidadão que tenha visto Iara ou a viatura descrita deve contactar de imediato as autoridades – por exemplo, através do 112 – e evitar divulgar rumores ou informações não confirmadas nas redes sociais, para não prejudicar o trabalho policial. Esta orientação coincide com o pedido expresso pela família no apelo original.
Nota da redação: Mantemos o foco no apelo público e em dados confirmados. Sempre que surjam novas informações oficiais, a orientação é a de procurar confirmação junto das autoridades competentes antes de partilhar.
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