Uma grande cidade portuguesa está no centro de uma nova aposta da easyJet no mercado britânico, com o lançamento de três ligações diretas a partir do Reino Unido e tarifas desde 26 libras por trajeto, o equivalente a cerca de 30 euros ao câmbio atual. De acordo com o jornal Nascer do Sol, as novas rotas do Reino Unido para Lisboa reforçam o posicionamento da capital portuguesa como destino de escapadinhas urbanas e ponto de partida para o litoral.
As ligações arrancam na primavera, com voos a partir de Glasgow a 29 de março, de Liverpool a 31 de março e, numa operação sazonal, de Newcastle entre 22 de junho e 28 de agosto.
Três cidades britânicas com destino a Lisboa
A transportadora aérea aposta assim em três mercados distintos do Reino Unido, alargando a oferta para o Aeroporto Humberto Delgado. Segundo a mesma fonte, os bilhetes estão já disponíveis com preços promocionais que começam nas 26 libras por segmento.
A operação sazonal a partir de Newcastle ficará limitada aos meses de verão, enquanto Glasgow e Liverpool passam a contar com ligações regulares logo no início da época alta turística, escreve a publicação.
Imprensa britânica destaca a capital
Num artigo dedicado às novas rotas, o jornal britânico The Independent sublinha que Lisboa é “conhecida sobretudo como destino de city break”, mas lembra que está “a curta distância de algumas das mais belas extensões de costa portuguesa”.
O jornal acrescenta que, com temperaturas a rondar os 20 graus em março e abril e voos com duração inferior a três horas, a cidade “pode ser o destino perfeito para a primavera”.
Um prémio internacional e um estatuto reforçado
De salientar que Lisboa foi distinguida como Melhor Destino Europeu de City Break nos World Travel Awards 2025, reforçando o reconhecimento internacional. Conforme a mesma fonte, esta distinção surge num contexto de crescente procura por parte do mercado britânico.
O The Independent descreve a cidade como “um centro colorido e cultural, rico em história”, enquadrando-a como uma alternativa a destinos tradicionalmente associados ao sol e praia.
Dos elétricos às muralhas medievais
Entre os locais apontados pelo jornal britânico está Alfama, identificado como o bairro mais antigo da cidade, “um labirinto de ruas estreitas e empedradas por onde ainda passam elétricos históricos”. O icónico elétrico 28 é referido como uma das formas mais simples de percorrer vários pontos turísticos. O Castelo de São Jorge é descrito como “um castelo mouro do século XI, situado no ponto mais alto da cidade”, ideal para observar o Tejo e a malha urbana.
A poucos minutos do castelo encontra-se a Sé de Lisboa, “uma igreja que ocupa o mesmo local desde o século XII”, combinando elementos românicos e góticos que resistiram a diferentes sismos, escreve o jornal.
Para quem procura uma vertente cultural, a publicação inglesa sugere o Museu do Fado e espetáculos ao vivo, recordando que este género musical nasceu nos bairros populares lisboetas no século XIX. Já na dimensão contemporânea, destaca o Oceanário de Lisboa, descrito como “um dos maiores oceanários da Europa e um dos melhores exemplos de arquitetura moderna da cidade”.
Porta de entrada para a costa
Além da oferta urbana, Lisboa é apresentada como ponto de acesso privilegiado às praias da região. Segundo o Nascer do Sol, esta combinação entre património, gastronomia e proximidade ao mar contribui para o aumento do interesse por parte dos viajantes britânicos. Com tarifas a partir de cerca de 30 euros por trajeto, as novas rotas da easyJet poderão intensificar o fluxo turístico ao longo de 2026, consolidando a capital como alternativa às escolhas mais óbvias do sul do país e das ilhas.
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